Instituto 5 Elementos passa a integrar o GT Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável

As Nações Unidas definiram os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável-ODS como parte de uma nova agenda de desenvolvimento sustentável . Essa agenda, lançada em  2015 durante a Cúpula de Desenvolvimento Sustentável, foi discutida na Assembleia Geral da ONU, onde os Estados-membros e a sociedade civil negociaram suas contribuições e o Brasil participou ativamente.

 

A Agenda 2030 é um plano de ação com enfase nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável-ODS para as pessoas, para o planeta e para a prosperidade. Também busca fortalecer a paz universal com mais liberdade e reconhece que a erradicação da pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza extrema, é o maior desafio global e um requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável.

 

Desde sua fundação o Instituto 5 Elementos vem promovendo a educação para sustentabilidade e Patricia Otero comenta “entendemos que os ODS  é a convergência necessária de diversas recomendações do Tratado de Educação Ambiental para sociedades sustentáveis, Agenda 21  e  Objetivos do Milênio. Especialmente desde 2017 realizamos o Prêmio 2030- Escolas transformando o mundo por tendo os ODS como referência de projetos nas escolas“.

 

Com muito entusiasmo, em outubro o Instituto 5 Elementos  passou  a integrar o  Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para Agenda 2030, a  intenção é  de contribuir, por meio de projetos e  iniciativas com a  implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no Brasil.

 

O Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030-GTSC A2030, foi formalizado em 2014 e é resultado do encontro entre organizações não governamentais, movimentos sociais, fóruns e fundações brasileiras durante o seguimento das negociações da Agenda pós-2015. Atua na difusão, promoção e monitoramento da Agenda 2030 e é composto por mais de 40 organizações de diferentes setores que, juntas, cobrem todas as áreas dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030. Dentre muitas atividades  elaborou o Relatório Luz que monitora anualmente a implementação dos 17 ODSs no Brasil e propõe recomendações para avançarmos no atingimento das metas. O GTSC A2030 é facilitado pela Gestos – Soropositividade, Comunicação e Gênero, pelo Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS) e pela ACT Promoção da Saúde.

 

“O Instituto 5 Elementos, com 26 anos de existência compreende a importância da força da Sociedade Civil para implantação e enraizamento dos 17 ODS no Brasil, e aqui estamos nós, na contínua resistência em construir uma sociedade justa e sustentável para todos os seres vivos que habitam a Terra” ressalta Monica Borba.

 

 

 

Instituto 5 Elementos participa de reunião da CIEA-SP

Dia 10 de outubro foi realizada reunião da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental-CIEA-SP na Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo.  De acordo com Patricia Otero “a CIEA é um dos instrumentos da Política Estadual de Educação Ambiental do estado, um espaço para o de diálogo com governo e sociedade civil para orientar e acompanhar as  políticas públicas em Educação Ambiental”. No encontro foram discutidos os  indicadores de monitoramento e avaliação de políticas públicas em educação ambiental criado pela ANPPEA, regimento interno e planejamento das próximas reunião.  O Instituto 5 Elementos  foi  representado por Patricia Otero-Coordenadora de Projetos. 

Água: os custos econômicos e sociais do desperdício

*Dal Marcondes

Quando a colônia brasileira começou a ser ocupada em 1500, e os europeus começaram a fundar cidades, pequenas fontes de água bastavam para abastecer uns poucos cidadãos e animais. Ficar perto de grandes rios não era parte dos planos de José de Anchieta e Manoel da Nóbrega. O Colégio dos Jesuítas fincou pé num outeiro, lugar apropriado para se defender dos possíveis ataques de índios, mas com muita pouca água. Contudo, dessa vila nasceu São Paulo, metrópole de quase 20 milhões de habitantes que precisam de cerca de 80 litros de água tratada por pessoa, ao dia, para suas necessidades domésticas. Um volume que já não consegue mais ser atendido pelos mananciais próximos, que, pelos critérios da ONU, têm sete vezes menos a capacidade necessária à população que atendem. É preciso ir buscar o líquido cada vez mais longe e tratar águas cada vez mais poluídas, a fim de torná-las próprias para o consumo.

 

Um levantamento recém-divulgado pela Agência Nacional de Água (ANA) aponta que o problema do abastecimento é generalizado pelo País. Dos 5.565 municípios brasileiros, mais da metade terão problemas de abastecimento até 2015. E para tentar adiar o problema por ao menos uma década será preciso desembolsar 22 bilhões de reais em obras de infraestrutura, construção de sistemas de distribuição, novas estações de tratamento e manutenção de redes muito antigas, que perdem mais de 30% da água tratada antes de chegar à casa dos clientes. E nesse valor não estão incluídos os recursos necessários para resolver o problema do saneamento básico, com a construção de sistemas de coleta de esgoto e estações de tratamento, de forma a proteger os mananciais onde se faz a captação para consumo humano. Para isso, segundo a ANA, serão necessários outros 47,8 bilhões de reais.

 

Os investimentos não são necessários apenas porque 13% dos brasileiros não têm um banheiro em casa, ou porque mais de 700 mil pessoas entopem os serviços de saúde a cada ano em virtude de doenças provocadas pelo contato com água contaminada por esgotos, ou ainda porque sete crianças morrem por dia vítimas de diarreia, engrossando a estatística de mortes por problemas gastrointestinais (em 2009, elas somaram 2.101 casos). Acredita-se que mais da metade poderiam ter retornado com saúde para suas famílias, ou mesmo nem ter ficado doentes, caso o Brasil estivesse entre as nações que oferecem saneamento básico universal à população.

 

Para tornar a situação ainda mais dramática, um pesquisador da Universidade do México, Christopher Eppig, concluiu: crianças que enfrentam doenças, principalmente ligadas a diarreia e desidratação, podem ser afetadas em seu desenvolvimento intelectual. Segundo ele, a explicação é simples. Alguns parasitas alimentam-se de partes do corpo humano e a reposição desse dano tem alto custo energético. “Em um recém-nascido, 87% das calorias absorvidas na alimentação vão para o cérebro, porcentagem que cai para 23% na fase adulta. Daí a preocupação em se saber se doenças que “roubam” energia das crianças podem afetar seu desenvolvimento intelectual.”

 

Especialistas apontam que a questão da água, ao menos no caso brasileiro, está mais ligada a problemas relacionados à gestão do que à escassez propriamente dita. Com 12% da água doce superficial do planeta, grande parte dela na Bacia Amazônica, o País deveria estar tranquilo em relação ao futuro do abastecimento. Mas a distribuição da água pelo território é desigual, principalmente quando comparada à concentração da população. A Região Norte tem 68% da água e apenas 7% da população. O Nordeste e o Sudeste concentram 72% dos habitantes e menos de 10% da água. O cientista José Galizia Tundisi, autor do livro “Água no Século XXI” e especialista nas dinâmicas de rios, lagos e outros mananciais, acredita que uma das primeiras providências a serem tomadas para melhorar a gestão dos recursos hídricos é “realizar a avaliação econômica dos serviços prestados pelos recursos dos ecossistemas aquáticos”. Para ele, instituir um valor para esses serviços é a base para uma governança adequada, essencial para o controle de clima, o abastecimento e a produção de energia e alimentos, entre outras atividades humanas.

 

Muitas empresas compreenderam o desafio e estão adiantadas na gestão dos usos de água em seus processos produtivos. A indústria de celulose, por exemplo, reduziu em quase 50% suas necessidades de água por tonelada de produto desde a década de 1970. Segundo a associação do setor, a média era de 100 metros cúbicos de água por tonelada de celulose e caiu para apenas 47 metros cúbicos atualmente. Outros setores seguiram a mesma linha, não apenas ao reduzir a quantidade de água necessária por unidade de produto, mas ao implantar sistemas de tratamento de águas industriais que permitem fechar o ciclo entre o uso e o reúso, como é o caso da germânica Basf em suas unidades do ABC Paulista e Guaratinguetá. Nos últimos dez anos, a companhia conseguiu reduzir em 78% o consumo de água por tonelada produzida e em 62% a geração de efluentes de seus processos industriais. São exemplos que poderiam ser difundidos por diferentes setores, pois a água é um insumo fundamental à agricultura e à indústria. Sua gestão não tem relação apenas com o bem-estar da população, mas com a saúde da economia.

 

Quase tudo que é produzido no País tem sua cota de água embutida. Os especialistas denominam de “água virtual”. Como exemplo, para se produzir 1 quilo de arroz são necessários 3 mil litros de água, e 1 quilo de carne bovina precisa de 15,5 mil litros. Uma simples xícara de café não gasta menos do que 140 litros de água. Não é que essa água desapareça depois de servido o cafezinho, mas para se chegar aos produtos tão necessários nas mesas das pessoas é preciso que ela esteja não apenas disponível, mas limpa, isenta de contaminações por esgotos ou produtos químicos. E há mais. Para um automóvel chegar à garagem dos brasileiros, o consumo de recursos hídricos chega a 150 mil litros. Ou seja, a economia precisa, e muito, de água de boa qualidade. Isso sem mencionar o fato de que 18% das faltas de trabalhadores ao serviço poderiam ser evitadas com uma gestão mais eficaz dos recursos hídricos.

 

O estudo lançado pela ANA é um primeiro passo para um importante debate sobre como o estresse hídrico dos mananciais afeta o abastecimento das principais regiões metropolitanas e piora a situação da água em todos os municípios brasileiros. Para ela, é necessário encarar o fato de que a segurança no abastecimento de água é estratégica e que o recurso é escasso. “Precisamos investir na infraestrutura, mas também mudar a forma de usar esse recurso e coibir os desperdícios”, disse na terça-feira 22, escolhido para ser o Dia Mundial da Água. Segundo a ministra, os investimentos necessários para minimizar os problemas com água, estimados pela ANA em 22 bilhões de reais, já estão sendo feitos em diversas esferas de governo, nas obras do PAC, do governo federal, e por estados e municípios. Ela lembra, porém, que existem fatores que dependem de mudanças de comportamento da sociedade.

 

A questão da gestão dos recursos hídricos passou por uma grande transformação no Brasil no fim do século passado, quando as empresas estaduais de água e saneamento perderam o monopólio do mercado. Muitas foram municipalizadas e outras privatizadas, além de terem continuado a existir companhias estaduais, como o caso da Sabesp, em São Paulo, uma referência para o setor. A Sabesp é a única empresa de saneamento a fazer parte do Índice Dow Jones Sustainability, e do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&F-Bovespa, a Bolsa de Valores de São Paulo. Mas o período de mudanças no País não foi tranquilo nem a gestão privada se mostrou um bom negócio em todos os casos. A cidade de Manaus, por exemplo, foi a primeira capital a privatizar os serviços. O abastecimento não deveria, aliás, ser problema para um município que tem quase 10% da água doce do planeta a escorrer à sua porta pelos rios Negro, Solimões e Amazonas. Mas não é bem assim. Em 2000, a gestão foi transferida para a francesa Suez, a mesma que, por sua administração desastrada, quase provocou um golpe de Estado na Bolívia.

 

Para os franceses, parecia fácil. Havia muita água disponível e uma população de quase 2 milhões de habitantes que deveria pagar por ela. Tradicionalmente, o serviço público de água da cidade era muito ruim, portanto, “bastaria oferecer um bom serviço” para a conta fechar. Ledo engano. Como o serviço público nunca funcionou, a elite urbana da cidade nunca dependeu dele. A maior parte das casas e condomínios abastados tem seu abastecimento garantido por poços artesianos, um serviço que, depois de implementado, é de graça, sem conta mensal. A empresa francesa ficou apenas com a gestão do consumo da população pobre e com a obrigação de recolher o esgoto da cidade, pelo qual também não se pagava, uma vez que a taxa de esgoto está embutida na conta de água. Em 2007, a Suez saiu da sociedade com o grupo brasileiro Solvi e a Águas do Amazonas continua privatizada, mas agora sob a gestão de um grupo nacional que teve de renegociar as condições do contrato de concessão com a prefeitura.

 

O esgoto não tratado tem impacto sobre outro setor estratégico da economia, o turismo. Principalmente no Nordeste, a presença de “línguas negras” a cruzar praias que deveriam ser refúgios ambientais assusta os operadores turísticos e preocupa o setor hoteleiro. Mas mesmo regiões do “Sul Maravilha”, como Santa Catarina, muito buscada por turistas sul-americanos, padece da falta de infraestrutura. Florianópolis tem apenas 67% de acesso à rede de esgotos, enquanto o badalado município de Canavieiras tem pouco mais de 40% do esgoto coletado. As duas cidades têm as melhores redes estaduais. A quinta colocada não chega a tratar 3% dos dejetos.

 

Um dos indicadores fundamentais de desenvolvimento é o acesso à água de boa qualidade e a coleta e tratamento universal de esgotos, setores em que o País ainda tem muito a caminhar. Dados de 2007 do IBGE mostravam que 90% dos domicílios têm acesso a redes de água tratada. Na área rural, o número não passa de 50%, enquanto no caso da coleta e tratamento de esgotos os dados são completamente díspares. Vão de 40% a 77% de esgotos coletados. Mas apenas 36% passam efetivamente por uma estação de tratamento antes de serem devolvidos aos cursos d”água.

 

*Dal Marcondes é membro do Conselho Consultivo do Instituto 5 Elementos-Educação para Sustentabilidade.  Jornalista, diretor da Envolverde, recebeu por duas vezes o Prêmio Ethos de Jornalismo e é reconhecido como um “Jornalista Amigo da Infância” pela agência ANDI.

*Colaborou Naná Prado

Primavera Ruidosa

*Alan Dubner

A semana de 20 a 27 de setembro de 2019 foi e será inesquecível!

 

A Cúpula do Clima e Assembleia Geral da ONU junto com a Greve pelo Clima pautaram a semana da Primavera no Brasil e no mundo.

Ela começou, ruidosamente, na sexta-feira 20 de setembro onde mais de 4 milhões de pessoas em 163 países criaram cerca de 2500 eventos de manifestações de rua. O Brasil que praticamente não apareceu nas greves anteriores (março e maio), estava agora mais consciente do movimento. Mesmo assim, na Av. Paulista em São Paulo, oportunistas de plantão faziam discursos de politicagem de palanque… sem qualquer noção do que era esse movimento pela Emergência Climática. Fora do tempo e do espaço!

 

O movimento é um levante das crianças pela sua própria sobrevivência. A vida reage quando se vê ameaçada das maneiras mais inusitadas para conseguir sobreviver. Está sendo necessário que as crianças liderem esse movimento de tirar a humanidade desse torpor que está nos levando invariavelmente ao fim dessa civilização. Greta Thunberg, que a Vida escolheu para iniciar essa ação, pede para que os cientistas sejam ouvidos. Greta, não por acaso, estava em Nova York na principal semana pelo Clima Mundial levando e elevando sua voz para o mundo todo. São milhares de crianças e jovens que estão liderando em suas comunidades um apelo para que se tome ações já. Denegrir a Greta é denegrir a si mesmo e explicitar que quem o  faz é minoria no poder ou  um “idiota inútil” como diz a Eliane Brum, num contundente artigo sobre a situação.

 

Uma das ações mais relevantes, quase inacreditável, em direção à Emergência Climática foi a união entre veículos de mídia para cobrirem e divulgarem a questão Climática, “Covering Climate Now”. São mais de 300 veículos unidos para essa empreitada. Alcançando em torno de 1 bilhão de pessoas.

 

Enquanto Nova York entrava no Outono e o Brasil na Primavera a Cúpula do Clima foi aberta pela jovem brasileira Paloma Costa Oliveira do Engajamundo e do ISA ao lado de Greta Thunberg. Vale a pena ouvir os dois discursos e não apenas os comentários sobre eles.

 

No dia 24 na Assembleia Geral da ONU nosso presidente fez um discurso histórico onde deixou claro para todos os países a situação em que se encontra o Brasil hoje, e de que não era exagero o que muitos vinham denunciando sobre o atual governo. Além disso conseguiu que o discurso do Presidente dos EUA, que foi em seguida, parecesse razoável.  Entre as “absurdidades” e negações da realidade que foram muitas, a questão indígena foi talvez a mais vergonhosa. Entre ofensas e denegrindo os povos e lideranças indígenas, chegou a ler uma carta que obviamente foi checada pela mídia  e constatou-se sua insignificância.

 

A única coisa “boa” para a Emergência Climática no Brasil é a constatação mundial de que estamos destruindo nossa biodiversidade e incentivando a violência aos povos indígenas e defensores do meio ambiente. Provavelmente a reação contra essa postura virá do próprio agronegócio que terá, a continuar assim, seu negócio dizimado em pouco tempo.

 

Para não dizer que não falei das flores, Nova York foi palco de centenas de painéis maravilhosos que buscam soluções locais com apoio global. Sociedade Civil, Institutos, Universidades, Economia Verde, Juventude, Tecnologia e Direitos Humanos pautaram a semana. Por exemplo, foi maravilhoso ver dois ícones da sustentabilidade mundial juntos num desses painéis: Muhammad Yunus e Marina Silva!

 

Apesar dos pesares a Primavera já não é mais silenciosa, ela está fazendo barulho…  e cada vez mais! Do movimento das crianças (Fridays for Future), da forte união da mídia para cobrir a questão climática, da grave situação de governo explicitada pelo presidente e pelo anti-ministro do meio ambiente e das forças que convergem para um mundo melhor a semana de 20 a 27 de setembro de 2019 é um marco que fará parte da história da Emergência Climática.

 

*Alan Dubner é Diretor do Instituto 5 Elementos – Educação para Sustentabilidade e  consultor nas áreas de  Sistemas de Aprendizagem,  Comunicação Interativa, Educação para Sustentabilidade, Pesquisas Digitais e Customer Experience.

Doação Mini Cisterna Ecopedagógica

*Eduardo Tatit Vitale

 

O Instituto 5 Elementos fez a doação de uma Mini Cisterna Ecopedagógica para a Horta Comunitária de Santo Antônio do Pinhal. A entrega foi realizada durante uma oficina na 2ª edição da Festa Literária Internacional da Mantiqueira – FLIMA 2019, um evento anual que celebra a Educação para a Sustentabilidade contando com a FLIMAmbiental – um eixo temático repleto de atividades que congraça literatura e educação ambiental.

Horta Comunitária Pedagógica em Santo Antônio do Pinhal

Entre 2015 e 2016 o projeto foi elaborado e implementado com ajuda de muitos voluntários e desde então promove eventos com diversas atividades de educação ambiental para munícipes e turistas. Marta Lima é a idealizadora do projeto, curadora da FLIMAmbiental, e também responsável pela coordenação pedagógica e do trabalho voluntário que viabiliza a manutenção da horta.

 

Marta Lima destaca: “O primeiro desenho permacultural considerou a importância da captação de água a partir de um sistema de cisternas para regar a própria horta e uso excedente para lavagem do pátio, das ferramentas e etc.”

 

O Instituto 5 Elementos e a Mini Cisterna Ecopedagógica

A sensibilização a favor da economia de água é fundamental na Educação para a Sustentabilidade. A cisterna se tornou uma tendência de tecnologia ecológica com a crise hídrica, com ela é possível coletar água da chuva para diversos tipos de uso. Existem muitos modelos com fácil instalação, opção segura contra mosquito da dengue e são cada vez mais importantes em épocas de estiagem.

 

A mini cisterna ecopedagógica facilita a aproximação do público  para sensibilização a respeito do problema da escassez da água que, segundo o relatório da ONU, afetará dois terços da população mundial em 2050. Temos muitas formas de contribuir para amenizar esta situação: banhos mais curtos, manter a torneira fechada, cuidado com os vazamentos, modelos de descargas econômicas, limpar antes de lavar, evitar mangueiras, reaproveitar e apostar em sistemas de reutilização.

 

Reconhecemos a Horta Comunitária Pedagógica de Santo Antônio do Pinhal como um potencial centro de difusão da Educação para a Sustentabilidade e acreditamos que esta mini cisterna encontrou um lugar ideal para cumprir sua missão.
Marta Lima e comunidade de voluntários da horta, parabéns por seu exemplo de cooperação cidadã na construção desta nobre iniciativa que fortalece o campo da aprendizagem social e da cultura da paz em direção aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.

 

Marta Lima – Coordenação Pedagógica da Horta Comunitária e
Eduardo Vitale – Membro da Equipe do Instituto 5 Elementos
Foto: Luciana Giraldo

 

Para conhecer mais sobre a Mini Cisterna Ecopedagógica  assista este vídeo com Edison Urbano.

 

*Eduardo Tatit Vitale é Agente de Paz e associado do Instituto 5 Elementos.

Jogos do Instituto 5 Elementos foram atração na Virada Sustentável SP

O Instituto 5 Elementos realizou um dia inteiro de atividades em 24 de agosto, durante a Virada Sustentável – Fala Sampa, que promoveu em quatro dias mais de 600 atrações espalhadas pela cidade.

 

No espaço da Unibes Cultural, o  Instituto 5 Elementos promoveu três atividades gratuitas. A primeira foi o Bingo dos Reinos Mineral, Vegetal e Animal muitos assuntos surgiram entre os participantes como a biodiversidade da floresta, detalhes sobre alguns animais da fauna e tantas belezas Brasileiras.

 

 

Uma das grandes atrações foi o Jogo das Bacias Hidrográficas com tabuleiro gigante, os jogadores foram convidados a  lançar um dado gigante e percorrer cada uma das 22 Bacias Hidrográficas do Estado de São Paulo.  Este jogo promove momentos de reflexão, percepção e resolução de desafios sobre as águas paulistas.  “Uma maneira divertida de falar sobre conservação da água, conhecer um pouco sobre nossas bacias e os desafios socioambientais que afetam a todos nós como a poluição do  Rio  Tietê” comenta Patricia Otero facilitadora da atividade.

Para fechar o dia, foi realizado o Jogo dos Bichos que possibilita  vivenciar  que bicho é cada um, suas características,  modo de viver e ameaças. É importante destacar que a discussão sobre a importância da educação para sustentabilidade, conservação da floresta e as queimadas que ocorrem em vários estados e que afetaram inclusive São Paulo, com a chuva tóxica dias antes da Virada Sustentável, foram temas das discussões e reflexões entre os participantes durante todo o dia.

 

Estes jogos são uma metodologia utilizada pelo do Instituto 5 Elementos há 26 anos,  levada a vários lugares, desde parques, escolas até empresas, para que participantes possam  aprender, vivenciar e discutir assuntos relacionados à educação para a sustentabilidade de uma maneira criativa.

 

 

 

 

Confira os vencedores da terceira edição do Prêmio Desafio 2030

Educação para sustentabilidade, consumo consciente e igualdade de gênero são alguns dos temas tratados pelas escolas ganhadoras

 

Seis projetos de escolas do Ensino Básico da Grande São Paulo venceram a terceira edição do “Prêmio Desafio 2030 – Escolas transformando nosso mundo”, que reconhece iniciativas ligadas aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Além do reconhecimento público pela sua contribuição junto aos ODS, em cerimônia realizada no dia 22/8, na Unibes Cultural (SP), as escolas receberam um certificado e um troféu e terão seus projetos contemplados em um e-book.

 

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são uma agenda que precisa ser promovida em sua amplitude e de maneira concreta, envolvendo a colaboração entre: governos, iniciativa privada, sociedade civil até o ano de 2030. Esse prêmio acredita que a EDUCAÇÃO tem um papel fundamental para acelerar esse processo, pois a escola envolve a comunidade e essas ações que estão nascendo no presente devem crescer e frutificar em nosso FUTURO COMUM, construindo de forma participativa uma sociedade pautada na cultura da sustentabilidade, alinhada à justiça social, ambiental e econômica.  E por acreditar no potencial transformador de uma EDUCAÇÃO DE QUALIDADE, os realizadores e apoiadores do prêmio se dedicaram a sua realização.

 

A partir de propostas inovadoras, suas iniciativas levam para a sala de aula os temas água, consumo consciente, educação para sustentabilidade, igualdade de gênero, cultura alimentar e consciência ambiental.

 

Em alguns casos, também para fora dela: “Nossos alunos conversaram e se organizaram com a comunidade, foi um movimento muito importante”, explica Tatiana Di Beo, diretora do C.E.I. Jardim Três Marias (São Paulo), cujo projeto propôs ações relativas ao reuso da água da chuva no entorno da escola. “Este é um reconhecimento de que nossa escola está fazendo um trabalho bacana com alunos, funcionários e comunidade. Isso é o mais gratificante”, completa a professora Camila Laureana Parente, à frente do projeto “É meu, é seu, é de todos nós”, da E.M. Sagrado Coração de Jesus (Diadema), que trabalha a compreensão de que todos podem ser agentes transformadores.

 

Muitos dos projetos apareceram a partir de iniciativas dos próprios alunos, que demonstraram interesse em se aprofundar em determinados assuntos. É o caso do “Coletivo Feminista Estudantil”, da E.M.E.F. Sebastião Francisco (SP). “Estamos há dois anos trabalhando conceitos necessários aos alunos, mas que geram resistência, como feminismo e igualdade de gênero. Ganhar esse prêmio é ter a certeza de que, apesar das dificuldades, nós estamos no caminho certo”, afirma a professora Débora Camasmie.

 

Nesses três anos de vida do Prêmio já tivemos 210 projetos inscritos, sendo 51% de escolas públicas e 49% de escolas particulares envolvendo cerca de 102.300 alunos.  Mas isso é só o começo, pois temos mais 11 anos, de 2020 a 2030 para envolver milhões de brasileiros na agenda dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

 

Dos 17 ODS, já podemos observar que as escolas inscritas vêm preferencialmente escolhendo os ODS:

 

3. Saúde e Bem-Estar,
4. Educação de Qualidade,
12. Consumo e Produção Sustentável,
2. Fome Zero e Agricultura Sustentável e
15. Vida terrestre.

 

Neste ano, o Prêmio teve 87 projetos inscritos, um número 10% maior que o da edição anterior. As iniciativas envolvem 62 escolas e 43.100 alunos das redes pública e particular da Grande São Paulo.

 

Confira abaixo todas as escolas e projetos vencedores:

 

Educação Infantil

Escola: C.E.I. Jardim Três Marias; São Paulo

Projeto Soma tua gotinha: Amplia o contato dos estudantes com questões da proteção do meio ambiente e o entorno da escola, uma vez que o projeto conta com o engajamento e a atuação da comunidade para a revitalização da área, implementação de espaços verdes, captação e reúso da água da chuva e utilização de energia solar.

 

Ensino Fundamental I

Escola: E.M. Sagrado Coração de Jesus, Diadema

Projeto É meu, é seu, é de todos nós: Trabalha a compreensão de que todos — alunos, funcionários, familiares e comunidade — podem ser agentes transformadores, assim como são responsáveis pelo bairro em que estão inseridos. Uma das ações sugeridas pelos alunos foi a conscientização da importância de separar os resíduos recicláveis. Além de parcerias com cooperativas de reciclagem, eles criaram cartazes e promoveram discussões sobre o tema.

 

Ensino Fundamental II

Escola: E.M.E.F. Sebastião Francisco, São Paulo

Projeto Coletivo Feminista Estudantil: Discute as relações de gênero na escola a partir dos relatos e experiências dos alunos e tendo como base as teorias do movimento feminista. Com encontros semanais, pretende ser um espaço de acolhimento e compartilhamento e, a partir de leituras, filmes e visitas a espaços associados ao tema, ajuda a compreender valores de igualdade de gênero e respeito entre todos.

 

Ensino Médio

Escola: See-Saw Panamby Bilingual School, São Paulo

Projeto Sustentabilidade: agir ou assumir consequências?: Pretende buscar reflexões sobre o tema sustentabilidade e desenvolver soluções em busca de um estilo de vida mais saudável. Para tanto, os alunos desenvolveram um protótipo de aplicativo que incentiva a criação de uma rede de carona entre os pais; sessões de meditação para estimular o cuidado mental dentro da escola; e um espaço interativo para a promoção da paz e do entendimento entre todos.

 

Educação de Jovens e Adultos

Escola: C.I.E.J.A. Professora Marlúcia Gonçalves de Abreu, São Paulo

Projeto Da escola para o prato “Horta Suspensa”: Trabalha a cultura alimentar e nutricional a partir da construção de uma horta suspensa (feita pelos alunos). Temas como cultivo, aproveitamento e consumo integral dos alimentos — com troca de receitas entre eles –, PANCs, utilização de composteiras e uso de resíduos recicláveis para confecção de vasos são discutidos ao longo do projeto.

 

Ensino Técnico

Escola: E.T.E.C. de Heliópolis, São Paulo

Projeto Horta Natural e Pedagógica IMIRA CI: Nasceu da própria necessidade dos alunos do Ensino Técnico em Nutrição e Dietética de terem acesso a alimentos e ervas para a utilização nas aulas práticas. O projeto ganhou forma e também o objetivo de estimular a educação alimentar e o cuidado com o meio ambiente às crianças frequentadoras das CEIs do CEU.

 

A terceira edição do “Prêmio Desafio 2030 – Escolas transformando nosso mundo” é uma realização  do Instituto 5 Elementos, Instituto Akatu,  Reconectta e da Virada Sustentável.

Contou ainda com o apoio da Ação Educativa, do Cenpec, da Comissão Estadual de São Paulo para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Eccaplan, da Fundação Tide Setúbal, da Rede Nossa São Paulo e da SOS Mata Atlântica.

 

Fotos na entrega da terceira edição do Prêmio Desafio 2030

 

Noite de entrega com o MC João Singnorelli

 

Apresentação dos Jurados

 

 

 

Finalistas

 

 

Ganhadores

      

 

 

 

Equipe Instituto 5 Elementos

 

 

 

 

 

 

 

Entrega do Prêmio Desafio 2030 será nesta 5a feira

Está chegando o momento de conhecer os vencedores da 3ª edição do Prêmio Desafio 2030 – Escolas transformando nosso mundo.

 

No próximo 22 de agosto, em uma cerimônia aberta ao público realizada na UNIBES Cultural, em São Paulo, serão anunciados os seis projetos vencedores da premiação – um de cada categoria: Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II, Ensino Médio, Educação de Jovens e Adultos e Ensino Técnico. O evento começa às 19h e faz parte da Virada Sustentável 2019.

 

Além do reconhecimento público pela sua contribuição junto ao tema dos 17 ODS, as escolas premiadas vão receber um certificado e um troféu e terão seus projetos contemplados em um e-book.

 

Esta edição do Desafio 2030 teve, no total, 87 projetos inscritos, envolvendo 62 escolas das redes pública e particular da Grande São Paulo e 43.100 alunos.

 

Dezoito deles, sendo três de cada categoria, foram selecionados como finalistas. Eles abordam temas tão diversos quanto descarte de resíduos e logística reversa, permacultura, nutrição e alimentação saudável e igualdade de gênero.

 

O Prêmio Desafio 2030 reconhece trabalhos desenvolvidos em instituições de Ensino Básico por meio de projetos transformadores ligados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que integram a Agenda 2030, formada por um conjunto de programas, ações e diretrizes que orientarão os trabalhos das Nações Unidas e de seus países membros rumo ao desenvolvimento sustentável.

 

A iniciativa é uma realização do Instituto 5 Elementos, do Edukatu, , da Reconectta e da Virada Sustentável, com o apoio da Ação Educativa, do Cenpec, da Comissão Estadual de São Paulo para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Eccaplan, da Fundação Tide Setúbal, da Rede Nossa São Paulo e da SOS Mata Atlântica.

 

Cerimônia de Premiação – Prêmio Desafio 2030
Data: Quinta-feira, 22 de agosto de 2019
Horário: 19h
Local: UNIBES Cultural
Endereço: R. Oscar Freire, 2500, Sumaré, São Paulo
Entrada Gratuita (sujeito à lotação)

 

Confira a programação completa da Vira Sustentável – São Paulo: www.viradasustentavel.org.br

 

Conheça os projetos finalistas:

www.desafio2030.com

Você sabe o que é o Earth Overshoot Day – Dia da Sobrecarga da Terra?

Você sabe o que é o Earth Overshoot Day – Dia da Sobrecarga da Terra?

*Mônica Pilz Borba

 

O dia de Sobrecarga da Terra é a data em que a população mundial terá utilizado o “orçamento ambiental” que o planeta Terra produziu para todo o ano.Em 2019, o Dia de Sobrecarga da Terra (“Earth Overshoot Day”) ocorreu em 29 de julho. Isso significa que em apenas sete meses consumimos tudo o que o Planeta consegue repor em um ano, seis dias antes em relação a 2018.

 

O cálculo do gasto de recursos ambientais pelos seres humanos é feito, ano a ano, pela organização internacional Global Footprint Network, que estima tempo e prazo para que a Natureza consiga repor tudo o que foi gasto. Em 2019, a data foi a mais precoce desde que o mundo estourou seu orçamento ambiental pela primeira vez no início da década de 1970, ou seja, no momento, a humanidade está esgotando a Natureza 1,75 vez mais rápido do que os ecossistemas conseguem se regenerar.

 

Para se ter ideia, em 1977 o Dia de Sobrecarga da Terra foi em 17 de novembro, ou seja, em apenas 40 anos superamos o uso dos recursos disponíveis para o ano em quase três meses. Os custos desse excesso global de gastos ecológicos estão se tornando cada vez mais evidentes em todo o mundo, em razão, por exemplo, dos desmatamentos, das secas, da escassez de água potável, da erosão do solo, da perda de biodiversidade e do acúmulo de dióxido de carbono na atmosfera.

 

No Brasil essa situação pode piorar com a possibilidade de extinção do Fundo Amazônia, o maior projeto de cooperação internacional para preservação das florestas.Mas existem muitas ações em nosso dia a dia para reduzir o consumo excessivo dos recursos naturais renováveis e respeitar os limites de renovação do orçamento ambiental da Terra.

 

Nas cidades temos de ampliar as áreas verdes, participar ativamente da coleta seletiva, reduzir o consumo de água, armazenando água de chuva e limpando esgoto transformando-o em energia, incentivar modelo de consumo responsável e frugal, combater o consumismo, impedir a produção de produtos descartáveis, utilizar transporte público e ciclovias, para começar a reduzir nosso consumo excessivo.

 

No setor energético é necessário fortalecer a transição entre energia produzida de recursos não renováveis: petróleo e carvão por eólica e solar. Os governos devem desenvolver programas de incentivo fiscal para essas mudanças. Imagine se todos os banhos realizados no Brasil por 209,3 milhões de pessoas por dia utilizassem água quente, aquecida pelo sol. O quanto estaríamos economizando de energia elétrica, e dessa forma não iríamos precisar de novas hidroelétricas, que ao serem construídas produzem um enorme impacto na região onde são introduzidas, além dos impactos sociais e econômicos.

 

Na área de alimentação, sabemos que no Brasil cerca de 80% dos alimentos consumidos pela população são produzidos pela agricultura familiar. Os sistemas agroflorestal e orgânico são métodos produtivos, que atuam a favor da natureza, melhorando a qualidade do solo e não poluindo água, ar e solo, sendo as formas sustentáveis de produzir alimentos saudáveis livre de agrotóxicos. E se o governo incentivar esses modelos de produção no país? Será que poderíamos alterar o quadro de desertificação e poluição com uso dos agrotóxicos que estamos vivendo no Brasil?

 

E proteger áreas de conservação e ampliar as florestas em todos os biomas brasileiros também é uma ação importante, que deve ter continuidade e ser mantida por meio de programas como o Fundo Amazônia e outros projetos de recuperação de áreas degradadas por todo o país.

 

Para pegar essa trilha da sustentabilidade, ainda é necessário ampliar a consciência socioambiental das lideranças governamentais e empresariais e da população, para caminhar com foco na construção de uma sociedade com práticas de sustentabilidade em seu cotidiano.

 

*Mônica Pilz Borba é Educadora Ambiental e  fundadora do Instituto 5 Elementos.

Instituto 5 Elementos promove atividades na Virada Sustentável – Fala Sampa

Dentro da Virada Sustentável na programação do Fala Sampa, que ocorrerá no dia 24 de agosto de 2019 na UNIBES Cultural, o Instituto 5 Elementos – Educação para Sustentabilidade, com 27 anos de atuação na área, irá promover uma “Oficina dos Indicadores de Educação Ambiental” e a exposição “De onde vem – Para onde vai” e a “Oficina de jogos de Educação Ambiental”.

A oficina dos “Indicadores de Educação Ambiental“, tem como objetivo qualificar projetos e programas de educação ambiental na escola, empresa, comunidade.  Ela irá ocorrer no período da manhã, das 10h às 13h e é voltada a educadores, gestores, coordenadores e diretores que desenvolvem, ou querem iniciar um projeto ou programa de educação ambiental em sua instituição. Os indicadores são parte do processo de implantação da MonitoraEA – que é a “Plataforma Brasileira de Monitoramento e Avaliação de Projetos e Políticas Públicas de Educação Ambiental” da ANPPEA. Sua missão é trazer inovação, abordando uma visão sistêmica de construção participativa, que consolide uma sociedade sustentável, potencializando transformação cultural, social, ambiental e econômica. Para esta atividade é necessário  inscrever-se: http://bit.ly/5Elem

 

No período da tarde, das 15h às 18h, será realizada a Exposição “De onde vem – Para onde vai” (de onde vem os produtos que consumimos e para onde vão os resíduos) estimulando o pensar e agir dos 5Rs: Repensar, Recusar, Reduzir, Reutilizar e Reciclar, e a “Oficina de jogos de Educação Ambiental”, que consiste num circuito de atividades educativas por meio de jogos, para vivenciar e aprender sobre fauna e flora brasileiras de forma lúdica e divertida com a equipe de educadores do Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade. Essa atividade é voltada para crianças, jovens, adultos e famílias interessadas em aprender mais sobre o meio ambiente e seu objetivo é estimulá-las a desenvolver práticas de sustentabilidade em seu cotidiano.

Estas atividades serão facilitadas pela equipe de educadores ambientais do Instituto 5 Elementos: Mônica Pilz Borba, Patricia Otero, Juliana Coutinho  e Eduardo Vitale.

 

Local: auditório da Unibes Cultural, Rua Oscar Freire, 2500 – Sumaré, São Paulo – SP.

Data: 24 de agosto – sábado.

 

Oficina de Indicadores de Educação Ambiental

Horário das 10h às 13h.

Inscrições: http://bit.ly/5Elem

 

Exposição “De onde vem – Para onde vai” e “Oficina de jogos de Educação Ambiental”

Horário: das 15h às 18h.

 

Para mais informações:

Instituto 5 Elementos: http://www.5elementos.org.br/?p=3988&preview=true

Contato

Mônica Pilz Borba- monicab@5elementos.org.br    11 992976321

Patricia Otero- patriciaotero@5elementos.org.br    11 966377816

Juliana Coutinho- julianabcoutinho@live.com          11 995312515

Eduardo Vitale- eduvitale@5elementos.org.br         11 985446925

 

Virada Sustentável programação completa: https://www.viradasustentavel.org.br/conteudos/sao-paulo.html

Últimas semanas para inscrever seu projeto no “Prêmio Desafio 2030 – Escolas transformando nosso mundo”.

 

As inscrições para a Edição 2019 vão até 16/06 e podem participar projetos de escolas públicas e particulares da Grande São Paulo. A divulgação dos finalistas será no dia 12/08.

 

O Prêmio Desafio 2030 reconhece trabalhos desenvolvidos em instituições de Ensino Básico por meio de projetos transformadores ligados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que integram a Agenda 2030, formada por um conjunto de programas, ações e diretrizes que orientarão os trabalhos das Nações Unidas e de seus países membros rumo ao desenvolvimento sustentável.

 

Serão premiados projetos em seis categorias, de acordo com o nível de ensino: Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II, Ensino Médio, EJA (Educação para Jovens e Adultos) e, pela primeira vez, Ensino Técnico.

“Percebemos o real valor da palavra incentivo ao vencer o Desafio 2030. Esta premiação reverberou para além dos muros da escola, comprometendo e motivando nossa comunidade. Participar do prêmio foi um desafio, conquistá-lo foi uma glória e fazer valer esta premiação tornou-se um compromisso diário”, José David de Souza, diretor da EMEB Annita Magrini Guedes, escola de São Bernardo do Campo vencedora da categoria Fundamental I na edição 2018.

 

Inscreva agora o seu projeto acessando: www.desafio2030.com
 

REALIZAÇÃO: edukatu, Instituto 5 Elementos,  Reconectta e Virada Sustentável.

O que fazer com nossos resíduos após o consumo?

 

O que fazer com nossos resíduos após o consumo?

Compostagem e coleta seletiva sim! Incineração Não!

* Gina Rizpah Bensen

 

A Política Nacional de Resíduos Sólidos do Brasil, Lei n.12. 305 (PNRS), em vigência há 9 anos, diz que a partir de agosto de 2014 apenas os rejeitos: que são resíduos sólidos que, depois de esgotadas as possibilidades de tratamento e recuperação por processos tecnológicos economicamente viáveis, poderiam que ser dispostos em aterros sanitários.

 

Para os resíduos sólidos a hierarquia da PNRS é: começa com a Não geração, redução, reúso, reutilização e reciclagem e apenas rejeitos para aterros. Nesse sentido, o Plano de Resíduos Sólidos do Município de São Paulo (PGIRS) construído de forma cidadã e democrática, com o horizonte de 2014- 2033, colocou uma meta de até 2033 passar de 98% dos resíduos aterrados para 78% recuperados, com a inclusão sócio-produtiva de catadores de materiais recicláveis na coleta seletiva e na logística reversa (retorno) dos recicláveis para os fabricantes.

 

O processo de construção participativa do PGIRS em São Paulo mostrou que é possível democratizar e engajar os cidadãos na construção de políticas públicas e Planos para a melhoria da qualidade dos serviços na cidade.

 

Destaca-se três questões fundamentais para o aperfeiçoamento do sistema de gestão de resíduos da cidade. Existe a necessidade de cobrança de taxa ou tarifa referente a prestação de serviço, por meio da qual, comprovadamente se estimula a justiça social e a redução da geração de resíduos. Um sistema de informação sobre a gestão de resíduos que permita ao cidadão conhecer de forma detalhada e transparente e atualizada a utilização dos recursos e os dados quantitativos sobre os serviços prestados, quilômetros varridos, toneladas coletadas por tipo de resíduo e por subprefeitura.

 

O site da AMLURB, fornece informações básicas e gerais sobre a gestão de resíduos na cidade e sobre os contratos com as empresas concessionárias. Precisamos de mais transparência e mais accountability ou prestação de contas por parte da prefeitura. Sabemos pelo site da prefeitura que no ano de 2017 foram coletadas 3.682.260 toneladas de resíduos na coleta regular e apenas 87.921 toneladas na coleta seletiva que corresponde a apenas 2,4% do que foi coletado. O ano de 2018 tem informação de quantitativos apenas até o mês de julho, e não há ainda nenhuma informação referente ao ano e 2019.

 

Cabe destacar também que este não é um caminho de mão única e que a sociedade precisa ter o compromisso de participação. Nesse sentido é comunicado pela prefeitura que o serviço de coleta seletiva está disponível para toda a cidade. Verifique quando a coleta seletiva passa no seu bairro e se não passar na sua rua veja como pode ter acesso ao serviço no site:  https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/subprefeituras/amlurb/coleta_seletiva/index.php?p=4623

 

Central de Triagem da coleta seletiva. Foto: Prefeitura de São Paulo.

 

Ainda não existe a coleta domiciliar de orgânicos, que estava prevista no PGIRS, para iniciar em 2017. No entanto, no apartamento em que moro separo os recicláveis secos num balde, os úmidos num minhocário e tenho uma pequena lixeira para os rejeitos. Posso dizer que só 20% do que produzo é rejeito e vai para a coleta regular. Ah! e também separo o óleo de cozinha que é doado para reciclagem.  Mas, o importante é reduzir a geração de resíduos e fica para um próximo capítulo.

 

 

Minhocário doméstico.  Foto: Gina Rizpah Besen

 

* Gina Rizpah Bensen é Psicóloga, doutora em Saúde Publica, Pesquisadora Colaboradora do Instituto de Energia e Ambiente da USP e Membro  associada do Instituto 5 Elementos – Educação para Sustentabilidade.

 

Prêmio “DESAFIO 2030 – ESCOLAS TRANSFORMANDO NOSSO MUNDO”

O prêmio “DESAFIO 2030 – ESCOLAS TRANSFORMANDO NOSSO MUNDO” tem como propósito reconhecer o trabalho desenvolvido nas instituições de Ensino Básico, por meio de projetos transformadores ligados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Nesta 3ª edição (2019) o prêmio será voltado a todas as escolas públicas e particulares de Educação Infantil, Ensino Fundamental 1 e 2, Ensino Médio, EJA e Técnico da Grande São Paulo.

 

CRONOGRAMA

08/04 – Lançamento oficial da 3ª edição do Prêmio e início das inscrições

16/06 – Término do período de inscrição

12/08 – Anúncio dos 3 finalistas por ciclo

22/08 – Cerimônia de Premiação com o anúncio dos vencedores

 

Últimas semanas para inscrever seu projeto no “Prêmio Desafio 2030 – Escolas transformando nosso mundo”.

 

Inscrição e Regulamento.

 

REALIZAÇÃO: edukatu, Instituto 5 Elementos,  Reconectta e Virada Sustentável.

Avistar 2019 no CEPEUSP

Programação do XIV Encontro Brasileiro de Observação de Aves busca aproximar o público da natureza e inclui palestras, exposições, oficinas e programação especial para as crianças

 

AvistarBrasil em parceria com o Observatório de Aves e Museu Biológico do Instituto Butantan, realiza entre os dias 17 a 19 de maio o 14º Encontro Brasileiro de Observação de Aves. A programação, gratuita, inclui feira, exposições, palestras, oficinas para crianças e adultos e lançamentos de livros, entre outras atividades.

 

Distribuído em auditórios e espaços ao ar livre no CEPEUSP, o Congresso Avistar contará com mais de 100 palestras em quatro auditórios, além de ciclos temáticos. O evento conta também com as exposições fotográficas e de ilustrações. Haverá diversos lançamentos de livros e sessões de autógrafos. Além disso, food trucks estarão espalhados por todo o evento.

 

Turismo de Observação, Aves Urbanas, Aves migratórias, fotografia e ilustração de aves são temas que estarão em destaque durante o evento. Além de dezenas de locais incríveis para a prática da observação e aves e ecoturismo.

 

Destaque para presença de experts no turismo de observação como Alvaro Jaramillo autor de diversos livros e pioneiro do turismo de observação na região do pacifico da América do sul, Tim Appleton, criador da British Bird Fair o maior evento global de observação de aves e Rick Prum, ornitólogo e pesquisador de Yale University, o event ocontrará também com a presença de David Lindo, The Urban Birder   conhecido internacionalmente por explorar a observação de aves nas grandes metrópoles.

 

Cecilia Wey Conselheira do Instituto 5 Elementos,  estará dia 17 às 14h20 participando do mesa: Parcerias em Unidades de Conservação.

 

A feira Avistar contará com a presença de delegações de diferentes estados, Tocantins, Mato grosso do Sul, Pará e Espirito Santo entre eles. Serão oferecidas ainda atividades para quem nunca observou aves. Os iniciantes poderão acompanhar o #vempassarinhar, o já tradicional passeio e atividade prática de observação, no sábado dia 18 às 7h, nas trilhas da cidade universitária e Observação Para Iniciantes mini-curso de observação  de

 

A programação completa está disponível no site www.avistarbrasil.com.br. O Avistar Brasil 2019 acontece entre os dias 17 a 19 de maio, na CEPEUSP – portão 21 da USP – cidade universitária – zona oeste da capital. Feiras, oficinas, exposições e passarinhadas são atividades abertas ao público, e não precisam de inscrição. Para participar das palestras do congresso Avistar Brasil as inscrições devem ser feitas no site do evento.

2015 I Coletas Seletivas em Movimento

Publicação do Programa Água  WWF-Brasil para o incentivo à formação de cooperativas  de catadores de material reciclável.

Disponível para download: Coletas_Seletivas_em_Movimento

Pelo amor à Terra

  • Pelo amor à Terra

*Patricia Otero

 

22 de abril, Dia da Terra, um chamado para toda a humanidade reparar na sua beleza e lembrar da coexistência.

O dia foi criado em 22 de Abril de 1970, com o objetivo de Celebrar Gaia a nossa Mãe Terra.

 

Hoje ações estão acontecendo simultaneamente no mundo todo, para sensibilizar a sociedade sobre os problemas ambientais e para a importância de iniciativas de cuidado com a Terra.

 

Repare, por aqui, muita diversidade de paisagens naturais: florestas, campos, cerrados, montanhas, praias, grandes rios, ambientes marinhos… Nelas, vivem milhões de pessoas com as mais diferentes culturas, além das plantas e dos animais. A Mata Atlântica é aqui, árvores frondosas, macacos, insetos, flores e muita água, todos coexistindo para manter a teia da vida.

 

Mas, a capacidade da Terra renovar seus próprios recursos e de absorver resíduos por exemplo, já se encontra comprometida por um padrão de produção e consumo insustentável e injusto.

 

A educação ambiental tem se mostrado fundamental para levar o conhecimento e inspirar atitudes de cuidado com a Terra. O Instituto 5 Elementos é um ótimo exemplo, realiza cursos para professores, produz publicações didáticas, jogos e ações diversas de educação para a sustentabilidade há 26 anos.

 

Atenção para estes dados:

 

  • menos de 20% da população detêm 80% dos recursos naturais do globo, relegando a imensa maioria a uma situação de incontestável pobreza;

 

  • 1,02 º C: este é aumento registrado no Século passado na temperatura do Planeta, inspira grande preocupação, pois, apesar de ainda desconhecermos boa parte de suas dinâmicas, é certo que eventos climáticos extremos decorrem dessa elevação;

 

  • Restam apenas 12% de mata atlântica, 18% da Amazônia já foi dizimado;

 

  • Cada brasileiro gera em média 1 kilo de  lixo por dia e consome cerca de 200 litros de água;

 

  • São despejados nos oceanos cerca de 12,7 milhões de toneladas de plástico, (garrafas, sacos plásticos, canudos).

 

 

E mais, aproveite este dia para fazer uma viajem pelo nosso Planeta,  a dica é o documentário One Strange Rock tem na Netflix.

 

Celebrar o Dia da Terra é confiar na vida e na nossa capacidade de reverter essa situação! A vida na Terra é a sua também.

 

 

*Patricia Otero é Pedagoga, Mestre em Sustentabilidade e fundadora do Instituo 5 Elementos-Educação para Sustentabilidade.

Assembléia Geral do Instituto 5 Elementos

O Instituto 5 Elementos promoveu  dia 25 de março, sua Assembleia Geral, realizada em São Paulo na Sala Crisantempo, a reunião contou com a presença do presidente e vice do conselho consultivo, conselho fiscal e associados da instituição.

Na pauta, apresentação dos resultados de 2018, com enfoque na renovação do Instituto, por meio de seu  novo site, conselho, associados, captação de recursos e projetos. Os destaques ficaram por conta da realização de projeto SejaDigital com a Tenda Socioambiental e da atuação na Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental-CIEA. Para sabe mais acesse o Relatório de Atividades 2018.

Nessa assembleia foi eleita a diretoria e o novo conselho consultivo e fiscal para gestão de 2019 a 2022. Como diretores temos: Alan Gilbert Dubner – Diretor Superintendente e Marta Schutzer de Magalhães – Diretora Financeira. Para presidir 0 Conselho Consultivo foi eleito Pedro Roberto Jacobi e Vice Aron Belinky e para compor o Conselheiro Consultivo temos Adalberto Wodianer Marcondes, Célia Maria de Azevedo Mizinski, Rita de Cássia Bernardo Mendonça, Maria Cecilia Wey Brito. Para compor o conselho fiscal temos Luiz Cruz Villares e Mariana Marcon.

O Instituto 5 Elementos agradece aos antigos e novos integrantes da diretoria e conselho, por confiar e apoiar essa entidade, que em 2019 completa 26 anos.

Instituto 5 Elementos celebra 26 anos no dia 7 de abril


É com muita felicidade que o Instituto 5 Elementos celebra seus 26 anos de vida.

Conheça nossa linha do tempo e o novo site http://www.5elementos.org.br/.

Agradecemos a todos e todas que fizeram parte dessa história, e estamos sempre de portas abertas para reconexões e desenvolvimento de novos projetos que promovam a Cultura da Sustentabilidade por meio da Educação.

Atlas Hidrográfico do Alto Tietê-– Uma aventura pelos seus recursos naturais

Atlas Hidrográfico do Alto Tietê,  com textos e mapas temáticos para que crianças e professores possam compreender os problemas que a água enfrenta nesta complexa bacia hidrográfica, e assim promover mobilizações em prol da melhoria da qualidade das águas e da sua gestão em nossa região.  O Atlas tem uma série de mapas e textos de apoio da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê – bem como de suas Sub-bacias-limite: Cabeceiras, Billings-Tamanduateí, Juqueri, Cantareira e Cotia, Guarapiranga e Pinheiros-Pirapora. Acompanha esta publicação um Caderno de Atividades para professores do Ensino Fundamental 2 e Ensino Médio.

Principais parceiros: FEHIDRO – Fundo Estadual de Recursos Hídricos, PROCAM – Programa de Ciências Ambientais da Universidade de São Paulo (USP) e Editora Evoluir Cultural.

Para acessar a publicação: Atlas_para_a_Sustentabilidade_da_Bacia_Hidrografica_do_Alto_Tiete (1)-compressed

Caderno de Atividades Educativas_Atlas_versão_final_190515

REPEA desde 2000

2000 Portal Neoambiental

A iniciativa visa integrar  educadores ambientais, estudantes, pesquisadores, ONGs e simpatizantes da temática socioambiental, que exercem sua cidadania ativa através da atuação em rede, da Educação Ambiental e de suas várias vertentes. Como resultado foi produzida uma carta interna para os membros da REPEA participarem ativamente, convite para educadores ambientais das redes de relacionamento dos elos da REPEA integrarem a lista de diálogos da REPEA e suas ações.

O Instituto 5 Elementos lançou a publicação em  2005 | Orientação para EA nas Bacias Hidrográficas do Estado de São Paulo.

O desafio agora é organizar o IV Encontro Estadual de Educação Ambiental, ampliando ainda mais o fortalecimento dos elos da REPEA em ações integradas de Educação Ambiental no estado de São Paulo.

Regulamentação da PEEA 2012

Regulamentar a Política Estadual de Educação Ambiental, criada através da Lei Estadual nº 12.780, de 30 de novembro de 2007, dando instrumentos para a sua aplicação, foi uma missão do Instituto 5 Elementos, que há anos atua para a construção democrática dessa política no Estado por meio da educação.

Entre as ações realizadas está a participação em reuniões no Grupo de Trabalho para a Elaboração da Minuta de Decreto para a Regulamentação da PEEA, além do importante resultado representado pela própria criação da Minuta do Decreto.

Entre os desafios vivenciados estavam  a busca pela manutenção do processo participativo de construção da lei e de criação da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental (CIEA).

Principais parceiros: Secretaria de Estado do Meio Ambiente através da Coordenadoria de Educação Ambiental – CEA, Secretaria de Estado da Educação, Secretaria de Estado de Saneamento e Recurso Hídricos, Núcleo de Educação Ambiental da Superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente, Associação Global de Desenvolvimento Sustentado – AGDS, Faculdade de Tecnologia da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, Laboratório Interdisciplinar de Formação do Educador – LAIFE da USP, Instituto 5 Elementos, Instituto de Empreendedores Ambientais e Sociais – Ideas, Instituto Estre, Instituto Refloresta, Instituto São Paulo Sustentável – Rede Nossa São Paulo, Oca – Laboratório de Educação e Política Ambiental – ESALQ/USP, Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis.

Rede Brasileira sobre Infância e Consumo 2013

Na tarde do último dia 19, o Instituto Alana recebeu 41 convidados para um encontro cujo objetivo é promover a criação de uma rede brasileira que discuta questões relacionadas ao tema Infância e Consumo, e Mônica Pilz Borba gestora do Instituto 5 Elementos foi uma das convidadas.
O Instituto Alana apresentou um plano de apoio financeiro a rede até 2015. A previsão de gastos foi de R$200 mil reais em 2014 e R$ 100mil reais em 2015. As pautas foram: como utilizar os recursos disponibilizados pelo Alana; Quais os objetivos e qual o filtro de seleção para integrantes da rede; Criação de um grupo operacional; Consumo e consumismo; Criação de um site; Criar formas alternativas de Comunicação, dentre outras.
Nosso próximo encontro será na UMAPAZ nos dias 23 e 24 de agosto com o objetivo de traçarmos um plano de ação para a rede.

Programa Cidades Sustentáveis 2012

Programa Cidades Sustentáveis

Divulgar a Plataforma Cidades Sustentáveis, suas ações e formações nos municípios em que atuamos no programa Energia Social para a Sustentabilidade Local, tem sido a atuação do Instituto junto ao Programa Cidades Sustentáveis.

Como resultado desse esforço, obteve-se a adesão de cinco prefeitáveis ao Programa Cidades Sustentáveis: Alto Taquari, MT – Maurício Joel de Sá; Mineiros, GO – Arnaldo Junior; Mineiros, GO – Ivane Mendonça; Perolândia, GO – Neldes Beraldo da Costa e Mirante do Paranapanema, SP – Átila Ramiro Menezes Dourado. Destes candidatos, Maurício Joel de Sá e Neldes Beraldo da Costa foram eleitos.

Com o encerramento das eleições municipais, o Programa Cidades Sustentáveis busca adesão dos prefeitos que não se comprometeram com o Programa durante as campanhas eleitorais. O desafio do Instituto 5 Elementos é incentivar nos municípios do Programa Cidades Sustentáveis a adesão desses prefeitos.

Principais parceiros: Associação brasileira de entidades estaduais de meio ambiente (Abema), Afrobras, Sem Educação Não Há Liberdade, Instituto Akatu pelo consumo consciente, Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (ANAMMA), Atletas pela Cidadania, Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC), Instituto 5 Elementos, Instituto Democracia e Sustentabilidade,  Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) , DPZ, Fórum Amazônia Sustentável, Frente Nacional de Prefeitos (FNP), GIFE – Grupo de Institutos Fundações e Empresas, Greenpeace, Núcleo de Estudos do Futuro, Mobilize – Mobilidade Urbana Sustentável, Ordem dos Advogados do Brasil – Conselho Federal, ONU HABITAT – por um mejor futuro urbano, PNUMA, Roland Berger Strategy Consultants, Instituto Saúde e Sustentabilidade, Serviço Social do Comércio  (SESC), Instituto Socioambiental (ISA), SOS Mata Atlântica, Trata Brasil, Transition Brasil, Todos pela Educação, UNICEF, Vitae Civilis e WWF.

Plataforma de Apoio à Agricultura Orgânica na Cidade de São Paulo 2012 e 2013

Objetivo da ação: Dissemina informações e traz reivindicações importantes aos candidatos à prefeitura e câmara de vereadores para fortalecer a produção de orgânicos nas áreas rurais do município

A Plataforma foi entregue aos candidatos antes da eleição de 2012 em evento de lançamento em Parelheiros (SP), e agora o desafio é exigir o cumprimento de suas reivindicações. Comprometeram-se com a assinatura os vereadores Goulart (PSD), Natalini (PV), Nabil Bonduki (PT), Alfredinho (PT) e o prefeito Haddad (PT).

Em 2013 este grupo irá retomar este processo junto a câmara de vereadores e ao executivo.

Principais parceiros: AAO-Associação de Agricultura Orgânica, ABD-Associação Biodinâmica, APOSM-Associação de Produtores Orgânicos de São Mateus, AHPCE_Associação Holística de Participação Comunitária, Casa do Rosário e Centro Paulus, Cooperapas, Fundação Mokiti Okada, Instituto 5 Elementos, Instituto Kairós, Instituto Pedro Matajs, Instituto Pólis, Instituto Refloresta.

GT de Resíduos Sólidos de Fórum Empresarial de Apoio à Cidade de São Paulo 2012

Programa Consumo Sustentável

A ideia de um GT de Resíduos Sólidos no âmbito do Fórum é impulsionar a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos na cidade de São Paulo e fazer com que as iniciativas empresariais existentes se articulem, gerando negócios inovadores, inclusivos e sustentáveis.

Entre 2011 e 2012, diferentes reuniões, análises e discussões da Política Nacional de Resíduos Sólidos e do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos no município foram realizadas. Entre o público-alvo principal dessas ações estão as empresas e instituições que sofrem influência da Política Nacional de Resíduos Sólidos na cidade.

Entre os resultados mais importantes conquistados no último ano, a organização do seminário “Resíduos Sólidos e a Cidade: Boas Práticas e Desafios” e a elaboração de uma carta compromisso para os candidatos à prefeitura de São Paulo assinada no seminário. Entre os que se comprometeram, estiveram: Ana Luiza F. Gomes (PSTU), José Maria Eymael (PSDC), Miguel Manso (PPL), Nádia Campeão representando o candidato Fernando Haddad (PT), e Soninha Francine (PPS).

Porém, no final de 2012, o Instituto 5 Elementos deixou o GT por este ter assumido caráter nacional, enquanto a entidade manterá foco regional em 2013 com o projeto Consumo Sustentável e Ação na Subprefeitura na Lapa e em outras regiões.

Parceiros: Instituto Ethos, Rede Nossa São Paulo, Alcoa, Grupo Pão de Açúcar, Estre Ambiental, Fecomercio, Suzano Papel e Celulose, Cushman & Wakefield, Roche, Grupo Solví, Tetrapak, C&A, Giral, Remari, CEMPRE (Compromisso Empresarial pela Reciclagem), Abividro, SOS Sustentabilidade, You Green.

GT de Educação Ambiental da Rede Nossa São Paulo (Grupo Pré-CIMEA) 2012 – 2013

Programa Cidades Sustentáveis

Com o objetivo de implantar no município de São Paulo a Política Municipal de Educação Ambiental e a Comissão Intersetorial Municipal de Educação Ambiental de São Paulo, o Grupo de Trabalho de Educação Ambiental da Rede Nossa São Paulo já conquistou importantes resultados desde seu início, em fevereiro de 2012.

Entre eles conseguiu estabelecer a minuta da Política Municipal, orientando seu conteúdo para o público de maior interesse das ações de educação ambiental no município, composto por educadores e alunos dos Ensinos Infantil e Fundamental.

Mas o grupo teve de enfrentar, em 2012, o aguardo da regulamentação da Política Estadual de Educação Ambiental para só então criar as bases do conteúdo da Política Municipal.
Em 2013 o grupo se rearticulou e soube que o vereador Dalton Silvano apresentou um PL sobre a PMEA sem articulação com a Pré-CIMEA, sendo assim reelaboramos um novo PL para apresentar em audiência pública no mês de agosto.

Parceiros: Rede Nossa São Paulo, Instituto 5 Elementos, Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, Instituto Refloreta, SOS Mata Atlântica, Instituto Paulo Freire, Instituto Vitae Civilis, Aprendiz.

Fórum Suprapartidário por uma São Paulo Saudável e Sustentável para 2013

Programa Cidades Sustentáveis

O objetivo do Fórum é reunir, organizar e formular subsídios e propostas para o Plano Diretor do Município de São Paulo, priorizando aspectos da sustentabilidade e do controle social na formulação e execução das políticas públicas a serem definidas no âmbito do Plano Diretor.
O Instituto participa visando auxiliar no planejamento e desenvolvimento de atividades e eventos na perspectiva de transformar São Paulo em uma cidade saudável e sustentável para todos.

Um dos resultados foi o debate sobre Plano de Metas – Desafios para o novo governo da Cidade de São Paulo com a participação de membros da Rede Nossa São Paulo, e o desafio é promover um amplo ciclo de debates em 2013 sobre os temas do Plano Diretor.

Principais parceiros: ASSAMPALBA, Associação dos Geógrafos Brasileiros, Associação Paulista de Saúde Pública, Casa da Cidade, Câmara Municipal de São Paulo, Defenda São Paulo, Escola de Governo, Instituto 5 Elementos, Instituto Ecoar, Instituto Pe. Josimo, Instituto Pólis, Instituto Reciclar, Ministério Público de SP, Movimento de Oposição à Verticalização – Mover Lapa, Movimento Respira São Paulo, Movimento SampaPé, Movimento SOS Parque da Água Branca, Movimento Água Branca
Nudec Lapa, Observatório de Remoções, Plano Diretor de São Paulo, Portal Federativo
Rede Nossa São Paulo, Sindicato dos Arquitetos de São Paulo, Sindicato dos Engenheiros de SP, Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa, Ciência e Tecnologia, ZN na Linha.

FBOMS

Programa Cidades Sustentáveis

Participar das ações do Fórum Brasileiro de ONS e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento é uma das atuações de política pública do Instituto que participa das reuniões anuais da Coordenação Nacional do FBOMS e da atualização cadastral do movimento.

Agora, o desafio é a realização de atualização de cadastro, o que daria um importante panorama das ONGs e movimentos sociais ambientalistas de âmbito nacional.

Parceiros: Coordenação nacional: Fundação Esquel, Instituto Vitae Civilis, Alternativa Terrazul, ASPOAN, GTA, COMVIDA e Mater Natura.

Conselho Deliberativo do Fundo Nacional do Meio Ambiente – FNMA 2012 e 2013

Programa Cidades Sustentáveis

O Instituto 5 Elementos representa a sociedade civil junto ao Conselho do FNMA entre 2012 e 2014, ocupando a vaga da vice-presidência da Região Sudeste.

Até o momento, participou dos encontros que incluíram a apresentação do funcionamento dos 20 anos do FNMA, que perdeu recursos e força nestes últimos anos. Também teceu uma parceria com Caixa Econômica Federal para financiar novos projetos e irá reabrir fundos para ONGs. Em novembro de 2012, o FNMA lançou a Demanda Espontânea 2012/2013. O público atendido são as ONGs e prefeituras brasileiras.

Comitê de Bacia Hidrográfica do Alto Tietê 2012

Programa Água

Acompanhar o processo de eleição da sociedade civil no CBH-AT, bem como suas atividades e principais discussões das reuniões tem sido o papel do Instituto 5 Elementos junto ao comitê.

Este importante comitê de bacia existe desde 1994 e tem sua atuação diretamente ligada aos moradores e às empresas que atuam na região.

Em 2011, o Instituto enviou recurso apontando diversas irregularidades no processo eleitoral para escolha dos integrantes da sociedade civil do Alto Tietê, que integrariam os Conselhos Curador e Fiscal do coletivo. Em 12 de março de 2012, em reunião do CBH-AT, foi anunciado que a Procuradora de Justiça do Estado constatou as irregularidades anulando o processo eleitoral.

Entre os desafios encontrados na atuação junto ao CBH-AT estão as várias reuniões remarcadas por falta de quórum, a descoberta da irregularidade no processo eleitoral da atual composição do CBH-AT e a nova deliberação para regularização do processo eleitoral, diante da falta de quórum nas últimas reuniões.

Principais parceiros: Integrantes do CBH-AT: municípios que compõe a bacia (Arujá, Biritiba-Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel, Suzano), entidades do Estado e sociedade civil.

Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida 2012 e 2013

Programa Consumo Sustentável

A Campanha visa sensibilizar a população brasileira para os riscos que os agrotóxicos representam, e a partir daí tomar medidas para frear seu uso no Brasil. O Instituto 5 Elementos atua para divulgar a campanha e promover seu abaixo assinado em eventos de participação da entidade.

Agricultores e consumidores de alimentos são o público diretamente atendido pelo movimento, que também enfoca a divulgação de informações que esclarecem sobre o impacto dessas substâncias na saúde e no meio ambiente.

Parceiros: Instituto 5 Elementos, Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – IDEC, Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional – FASE, Agricultura Familiar e Agroecologia – AS-PTA, Fundação Rosa Luxemburgo, Políticas Alternativas para o Cone Sul – PACS (RJ), Visão Mundial, Associação Advogados de Trabalhadores Rurais – AATR (BA), Centro de Estudos e Ação Social – CEAS (BA), Serviço de Assessoria a Organizações Populares Rurais – SASOP (BA), Centro de Estudos e Pesquisas para o Desenvolvimento do Extremo Sul – CEPEDES (BA), Associação das Rendeiras de José e Maria, Grupo de Agroecologia de Umbuzeiro – GAU,Terra de Direitos, GIAS – MT, Instituto Kairós, Rede Social de Justiça e Direitos Humanos, FORMAD, Radio AgênciaNP, Semeadores Urbanos, CAA – Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas.

Câmara Técnica de Educação Ambiental – CTEA 2012

Auxiliar a Câmara Técnica de Educação Ambiental na discussão dos temas de Educação Ambiental na Bacia Hidrográfica do Alto Tietê na análise dos projetos FEHIDRO (Fundo Estadual de Recursos Hídricos) é o papel do Instituto 5 Elementos neste caso.

O resultado já foi a participação em quatro reuniões realizadas em 2012 e o auxílio na análise dos projetos do FEHIDRO aprovados para 2013.

Principais parceiros: Representantes da Sociedade Civil, Municípios da Bacia do Alto Tietê e órgãos do Estado eleitos para compor a Câmara Técnica.

Câmara Técnica de Agricultura do Conselho Gestor das APAs 2012

Programa Espaços Educadores

Discutir e deliberar sobre os assuntos relacionados à agricultura nas Áreas de Proteção Ambiental Bororé-Colônia e Capivari-Monos com o objetivo de viabilizar o desenvolvimento rural sustentável da região e entorno é a função da CT de Agricultura dos Conselhos Gestores.

O Instituto atua diretamente nas CTs, cujos desafios são, entre outros, organizar a realização do 3° Encontro de Planejamento Estratégico em Agricultura das APAs, e desenvolver meios de envolver o maior número possível de agricultores nas ações governamentais e promovidas por ONGs para o desenvolvimento da agricultura na região, que hoje gira em torno de 10% do total de agricultores cadastrados.

Os resultados alcançados até agora foram a participação de mais de 60 agricultores da região (aproximadamente 20% do total) nos seis preencontros regionais realizados em cinco bairros da região, e de 40 agricultores no 3° Encontro de Agricultura das APAS, do qual resultou o documento denominado Carta de Parelheiros para a Agroecologia, com a compilação das demandas dos agricultores.

Principais parceiros: Conselhos Gestores das APAs, Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, ABAST – Supervisão Geral de Abastecimento de São Paulo, Casa do Rosário e Centro Paulus, Cooperapas, Fundação Mokiti Okada, Instituto 5 Elementos, Instituto Kairós, Instituto Pedro Matajs,CATI- Coordenadoria de Assistencia Técnica Integral, IEA – Instituto de Economia Agrícola, Instituto Biológico, USP.

Jogo Trilha Radical Verde

Jogo de tabuleiro que representa um passeio educativo e ecológico em um parque urbano. Pode ser jogado a partir de duas pessoas, inclusive em equipes. Os jogadores recebem missões que refletem cidadania, respeito e cuidado com o meio ambiente e as pessoas. Durante o passeio, também se engajam em atitudes coletivas e individuais, e ainda respondem perguntas sobre o meio ambiente, fauna e flora urbanas e reciclagem. Faixa etária recomendada: 7 a 77 anos. Contém tabuleiro, dado, cartas-perguntas, cartas-atitudes, cartas-missões e regras do jogo (Produzido em 1998).

 


Para contratar o jogo e monitores, entre em contato pelo telefone (11) 3871-1944 ou pelo e-mail comunicacao@5elementos.org.br

Jogo das Bacias Hidrográficas

O Jogo das Bacias Hidrográficas do Estado de São Paulo tem como objetivo que seus participantes conheçam a situação das 22 Bacias Hidrográficas, além de ensinar os nomes dos rios, principais cidades, qualidade de suas águas, pontos cardeais, estados vizinhos, além de suas realidades e problemas socioambientais que enfrentam para gerenciar os recursos hídricos em sua região. Tem um tabuleiro de 6mx4m conforme ilustração abaixo, onde podem jogar de 20 a 30 alunos divididos em 4 equipes, que recebem 22 cartas contendo informações sobre a situação das águas, vegetação e curiosidades locais das bacias. O instrutor do jogo faz perguntas aos grupos e caso acertem avançam no percurso passando de uma para outra bacia começando na divisa do estado com Mato Grosso até o oceano Atlântico.


Para contratar o jogo e monitores, entre em contato pelo telefone (11) 3871-1944 ou pelo e-mail comunicacao@5elementos.org.br

Para fazer download do tabuleiro, clique aqui

 

Bingo Ecológico

O jogo de bingo é conhecido por todos, e o Instituto 5 Elementos desenvolveu diversos bingos sobre os reinos vegetal, animal e mineral, Mata Atlântica, Pássaros e Parques Urbanos, que ensinam por meio de brincadeira informações e curiosidades sobre cada um destes assuntos.


Para contratar o jogo e monitores, entre em contato pelo telefone (11) 3871-1944 ou pelo e-mail comunicacao@5elementos.org.br.

Mapa do Consumo Sustentável na Subprefeitura da Lapa

Clique no link abaixo para baixar o mapa:

Mapa do Consumo Sustentável na Subprefeitura da Lapa

Camiseta Branca

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Calendário Socioambiental

Download disponível:  20ANOS_Calendario_Socioambiental

2012 | Cartilha Ecoeficiência HSBC

Incentivar os fornecedores do banco HSBC a introduzir práticas de ecoeficiência frente aos recursos hídricos, energia, resíduos sólidos e construções, é o objetivo desta publicação, em formato eletrônico, desenvolvida pelo Instituto 5 Elementos em parceria com a área de Sustentabilidade Corporativa do HSBC. Trata-se da atualização de um material desenvolvido em 2010, o qual em 2012 foi readaptado para ser enviado aos fornecedores via Internet.

Ao reconhecer que os fornecedores do HSBC têm papel fundamental no desenvolvimento de práticas mais sustentáveis podendo influenciar os negócios com os quais atuam, a Cartilha de Ecoeficiência visa oferecer conceitos e orientações práticas para aplicação da ecoeficiência no cotidiano das empresas e para o fortalecimento do relacionamento com seus públicos.

Assim, faz uso de linguagem simples e atraente para o público em geral, visando despertar o desejo de envolvimento com a ecoeficiência e aplicação de seus conceitos no dia a dia.

Disponível para download: PUBLICACAO_2012CartilhaEcoeficienciaHSBC

2012 | Política Nacional de Resíduos Sólidos: Desafios e Oportunidades para as Empresas

Com o intuito de mobilizar empresas para o desenvolvimento justo e sustentável da cidade de São Paulo, o Instituto Ethos e a Rede Nossa São Paulo se uniram em 2010 para criar o Fórum Empresarial de Apoio à Cidade de São Paulo. Em maio de 2011, como desdobramento dessa iniciativa, tiveram início as atividades do Grupo de Trabalho de Resíduos Sólidos do Fórum Empresarial, cujo objetivo é contribuir para a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) na cidade de São Paulo. O Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade atuou como membro do GT de Resíduos Sólidos em 2012.

A publicação traz os principais resultados do trabalho do grupo, permitindo entender as relações entre a Política Nacional de Resíduos Sólidos e a atuação possível das empresas frente a ela.

Download: https://www3.ethos.org.br/wp-content/uploads/2012/08/Publica%C3%A7%C3%A3o-Residuos-Solidos_Desafios-e-Oportunidades_Web_30Ago12.pdf

2009 | Criando Habitats na Escola Sustentável

Contribuir para que os educadores atuem como parceiros da conscientização ambiental, estimulando seus alunos a criar habitats no espaço escolar, é o objetivo do livro “Criando habitats na escola sustentável”, editado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, por meio de seu selo Imprensa Social, de autoria do Ecocentro IPEC (Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado), parceiro do Instituto 5 Elementos.

O livro sugere a utilização da metodologia para a educação em sustentabilidade baseada na permacultura, método para alcançar a cultura sustentável e um sistema de planejamento para a criação de ambientes produtivos, sustentáveis e ecológicos. O material contém um livro do educador, com 96 páginas, e o livro de atividades para os alunos, com 104 páginas. Apresenta cinco projetos de habitats que podem ser criados: alimentação, silvestre, água, energia & tecnologia e cultura & economia verde. As atividades propostas no livro do educador são descritas no caderno de atividades.

Download disponível: http://livraria.imprensaoficial.com.br/media/ebooks/12.0.813.702.pdf

2007 | Nascentes do Brasil

Essa publicação inspira a corresponsabilidade em relação aos recursos hídricos, trazendo práticas bem sucedidas para despertar o leitor para a importância da conservação dos ecossistemas aquáticos, com foco nas fontes, olhos d’água e nascentes. São experiências exemplares num contexto de informações sobre sistemas hídricos, legislação e potenciais subsídios para novas ações.

A gestora e fundadora do Instituto 5 Elementos Mônica Pilz Borba coordenou a organizou esta publicação em 2010, que tem 141 páginas, em formato ilustrado e colorido.

 

Download disponível: nascentes-do-brasil-estrategias-para-a-protecao-de-cabeceiras-em-bacias-hidrograficas

 

2005 | A Árvore do Consumo Consciente

O material, uma iniciativa da Fundação Itaú Social e do Instituto Akatu,  foi desenvolvido pelo Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade em  parceria com Aron Belinky, atual presidente da ONG. Consiste em duas peças: o pôster e o Guia do Educador. O pôster dá uma visão geral, mostrando a árvore – uma castanheira-do-Brasil – e, em ilustrações menores, os oito aspectos sobre os quais se desenvolve a reflexão relativa ao consumo. O Guia do Educador traz os textos de apoio, juntamente com sugestões de atividades.

O material foi concebido para educadores interessados em promover o conhecimento e o aprendizado das relações entre as ações dos consumidores no dia a dia e a sustentabilidade socioambiental  de nosso planeta.

Download disponível: guia_arvore_do_consumo_consciente-compressed

Projeto Consumo Sustentável e Ação realiza oficina sobre descarte de resíduos e consumo

Várias instituições parceiras e agentes estratégicos do projeto Consumo Sustentável e Ação em Resíduos Sólidos na Subprefeitura Lapa reuniram-se, no dia 24 de abril, para participar da primeira oficina sobre Consumo e Descarte Sustentável. O projeto, desenvolvido pelo Instituto 5 Elementos, conta com financiado do FEMA – Fundo Especial de Meio Ambiente de São Paulo – e com o apoio da Natura Cosméticos e de mais 32 parceiros na região. Outras onze oficinas com o mesmo conteúdo programático serão promovidas até o mês de junho.

Nesta primeira oficina, realizada no Senac Lapa – Tito, foram abordadas as principais diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), o Plano de Gestão Integrado dos Resíduos Sólido da cidade de SP e a apresentação do diagnóstico sobre o sistema de gestão de resíduos sólidos domiciliares na Subprefeitura Lapa. O evento tem os objetivos de trazer informações aos cidadãos sobre Consumo e Descarte Sustentável a partir do conceito e prática dos 5RS – Reduzir, Repensar, Recusar, Reutilizar e Reciclar, ensinar como utilizar o minhocário (composteira caseira) para descarte adequado dos resíduos úmidos e propor articulações conjuntas entre os atores envolvidos na região.

É importante destacar, conforme mostra o gráfico abaixo, que 51% dos resíduos descartados em São Paulo são úmidos, ou seja, sobras de alimentos que podem ser reaproveitadas para produzir composto e biofertilizante, por meio do uso do minhocário. Se cada residência adotar esta prática, com certeza iremos reduzir o volume de lixo que vai para os aterros, além de também reduzir a produção de metano e chorume, que poluem o ar, solo e água.

Em 2012, foram coletadas e aterradas 174.592 toneladas de resíduos sólidos produzidos nas residências na região da subprefeitura Lapa. Deste total, apenas 2,3% dos resíduos secos descartados – o equivalente a 3.985,27 toneladas – foram encaminhados para reciclagem.

Assim, para fortalecer a coleta seletiva de resíduos secos, o projeto vai lançar, em junho deste ano, um folder contendo um mapa da Subprefeitura Lapa com a localização de pontos de entrega de diversos resíduos e de práticas sustentáveis e orientações sobre consumo e descarte responsável.

Monica Borba e Leila Vendrametto, do Instituto 5 Elementos, explicam como cuidar de um minhocário.

Durante a oficina, os participantes receberam uma versão do mapa/folder para, em conjunto, apresentarem sugestões e contribuições para aprimorar este material que será distribuído pelas instituições na região. “Eu fiquei realmente muito feliz com este trabalho. Para eu que moro na região, é uma fotografia de possibilidades para o exercício do consumo responsável que para a gente é tão importante”, comenta Juliana Gonçalves, técnica de projetos do Instituto Kairós.

Uma das propostas é desenvolver uma versão digital e interativa do mapa. “Com a possibilidade do mapa se tornar um aplicativo e criar indicadores, eu acho que este projeto vai ser internalizado para a gestão dos resíduos nesta região. Mas o trabalho não se encerra aqui, isso é só o começo”, afirma Luara Maranhão, representante da Natura Cosméticos.

Com o propósito de sensibilizar o descarte correto de resíduos, os participantes receberam informações sobre ações sustentáveis, tais como: acondicionamento e separação de resíduos sólidos, produtos que podem ou não ser reciclados e uso de minhocários.

 

Agenda das próximas oficinas
Data Local
8 de maio Diretoria Regional de Educação Pirituba
9 de maio Subprefeitura Lapa
14 de maio Faculdades Integradas Rio Branco
15 de maio Diretoria Regional de Educação Pirituba
16 de maio Senac Lapa Tito
23 de maio Natura – Vila Jaguara
3 de junho SEST SENAT

Caso haja interesse em participar, entrar em contato com: comunicacao@5elementos.org.br

Instituto 5 Elementos colabora com caravana da TVDigital e atende mais de 26.000 pessoas na tenda Socioambiental

Com o objetivo de trazer a temática socioambiental para as tendas da exposição fixa e as caravanas itinerantes da TVDigital, que tem como foco agendar a distribuição de kits para converter TVs analógicas em digitais no estado de São Paulo, o Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade, propôs um circuito de atividades educativas trazendo o conceito de ciclo de vida dos produtos e das conexões entre consumo e descarte correto dos resíduos. Além da exposição, ocorreram oficinas com tecnologias de sustentabilidade de baixo custo e atividades de encantamento com a Natureza, na perspectiva de trazer mais significado às atitudes de respeito ao meio ambiente, e apresentar práticas de uso sustentável dos recursos naturais.

As tecnologias de sustentabilidade da tenda socioambiental foram: mini cisterna, horta, composteira, e lâmpada de PET,  além da exposição “De onde Vem para Onde Vai” sobre a destinação adequada dos resíduos.

Foram oferecidas dinâmicas dos ecojogos, com grande participação do público infantil, permitindo abordar temas sobre a biodiversidade da fauna e flora brasileira de forma lúdica e divertida.

Na Tenda Socioambiental havia um espaço especial para divulgação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS, que permitiu a reflexão pessoal a respeito do que os cidadãos já promovem no seu dia a dia em prol das questões socioambientais.

Segundo Mônica Borba “a ideia foi de deixar um legado sobre as questões socioambientais para as comunidades, em todos os municípios que passamos”.

A Caravana TV Digital entre junho e setembro percorreu 127 cidades do interior de São Paulo, e a equipe do Instituto 5 Elementos por meio da tenda socioambiental atendeu mais de 26.000 pessoas  disseminando conceitos e práticas de sustentabilidade.

 

 

Instituto 5 Elementos é eleito membro da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental-CIEA-SP

Posse CIEA-SP no Palácio do Governo

Representado o Instituto, Patricia Otero foi eleita membro titular da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental-CIEA-SP  órgão colegiado, composto por representantes governamentais e da sociedade civil, com a finalidade de discutir, acompanhar e avaliar a implementação  da Política Estadual de Educação Ambiental, instituída pela Lei estadual nº 12.780.

A  Plenária foi realizada dia 5 de dezembro  na Secretaria Estadual de Meio Ambiente – Coordenadoria de Educação Ambiental e contou com a presença de representantes da Sociedade Civil e Movimentos Sociais.

Para Patricia “trata-se de uma grande conquista dos educadores e gestores públicos para agenda ambiental, especialmente para os desafios da Educação Ambiental brasileira”.

 

Oficinas de Educação Ambiental na OAT

bacias com água, elementos naturais e industrializados.

Em dezembro, o Instituto 5 Elementos realizou Ecojogos e uma Oficina de Compostagem e Minhocário para jovens com deficiência intelectual da Organização Apoio ao Trabalho-OAT.  As atividades fizeram parte do programa educacional da entidade.

 

Os ecojogos estimularam a interação direta com a natureza, usando os sentidos por meio do contato a água, aromas, texturas para sensibilizar sobre a importância da água para a vida e problematizar a questão da poluição das águas.

 

Na oficina de compostagem e minhocário  instalamos uma composteira com baldes reutilizados, minhocas e terra. Trata-se de  uma solução de baixo custo para a destinação adequada dos resíduos úmidos (restos de alimentos e jardinagem)  gerados na OAT, que minimiza problemas ambientais e contribui para a sensibilização das pessoas.  Os participantes puderam dialogar sobre a produção de resíduos, redução do desperdício e consumo sustentável, no contexto dos 5 R´s: Reduzir, Reciclar, Reutilizar, Recusar e Repensar os nossos hábitos  dia a dia. Patricia Otero  reforça que  “alunos gostaram muito de  observar  as minhocas com lupas, manusearem o húmus e conhecer o composto líquido da composteira”.

 

 

Prêmio Desafio 2030 para escola

Com o intuito de reconhecer o trabalho desenvolvido por escolas de todo o Ensino Básico para cumprir os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) o Instituto 5 Elementos, apoiou o desenvolvimento da 2ª edição do Prêmio Desafio 2030, em parceria com a Reconectta, com a Virada Sustentável de São Paulo e Akatu participando da avaliação dos projetos das escolas.  As escolas vencedoras foram premiadas na cerimônia de abertura da Virada Sustentável que aconteceu no dia 23/08 no UNIBES Cultural.

Em apenas duas edições, o Desafio 2030 já demonstra excelentes resultados, principalmente ao dobrar o número de escolas participantes – ano passado foram 27 e, este ano, 58. A soma de 42,8 mil alunos envolvidos é quase 3 vezes o número de alunos do ano anterior(16,4 mil). A participação de escolas públicas cresceu 264%, saindo de 11 projetos inscritos para 40 este ano.

O vencedor da categoria Infantil foi a Garatuja Educação Infantil com o projeto “Todo Mundo Muda o Mundo”. “Há 18 anos entendemos que era um dever da escola falar em sustentabilidade e por isso eu agradeço, de coração, às empresas que atuaram nesse processo, àsinciativas cada vezmaiores nesse tema e às pessoas cada vez mais engajadas”, pontuou Ana Célia Mustafá, diretora da escola. Para José David de Sousa, diretor da escola EMEB Professora Annita Magrini Guedes, vencedora na categoria Fundamental I com o projeto “Em busca de uma escola sustentável”, a principal pergunta para educadores é: que escola pública queremos para o futuro? “Na nossa escola não aceitamos professores, colaboradores, pais e alunos mais ou menos, a mudança é hoje. O que fazemos em nossa escola, desde 2013, quando começamos com uma horta, foi aprender juntos e, nessa jornada, começamos a entender o que é protagonismo. Tudo o que lembramos de nossas escolas foi aquilo que fizemos e não o que nos contaram. E é isso que nossa escola se propõe a fazer”. O vencedor da categoria Fundamental II foi o “Projeto Integrador – Ações Sustentáveis Locais em prol do Rio Cotia”, do Instituto Sidarta, que habilita alunos a recuperarem a mata por meio de plantios, a produzirem alimentos orgânicos na horta e a reaproveitarem água com a construção de cisternas.  O penúltimo prêmio entregue foi para o Ensino Médio. O vencedor foi o projeto “Moradia e Comunidade”, do Colégio Santa Cruz, que amplia a consciência dos alunos para a cidade e as questões de moradia através do estudo, vivência e ações realizadas em 11 etapas.  Por fim, o último premiado da noite foi da categoria EJA (Educação de Jovens e Adultos) e o vencedor foi o projeto “Que as chuvas sejam sempre bem-vindas”, da ETEC de Heliópolis, que confeccionou um sistema de captação de água da chuva e reuso, buscando a solução para o problema de alagamentos.

 

Para Mônica Borba “foi uma honra conhecer melhor cada um dos projetos inscritos e perceber que os ODS estão sendo trabalhados de forma integrada e consistente dentro das escolas, estimulando mudanças importantes de hábitos e contribuindo para uma melhora na qualidade de vida nesses espaços educadores”.

Lançamento do livro Dedo Verde na Escola

O livro Dedo Verde na Escola traz a experiência de implantar a educação ecológica e as práticas com os alunos que permitem a manutenção das iniciativas de plantio, cultivo, estudos e de atividades ao ar livre. As crianças aprendem a cuidar na natureza como algo simples e cotidiano e potencializa a escola a organizar a coleta seletiva de recicláveis, sistemas de compostagem e minhocário, captação de água da chuva, terrários, aquários e um borboletário, e muitas outras atividades com foco na cultura da sustentabilidade.


A experiência da implantação do projeto Dedo Verde na Escola virou livro, escrito por Mônica Pilz Borba, pedagoga e educadora ambiental, fundadora do Instituto 5 Elementos e criadora do projeto.


“Dedo Verde na Escola – Cultivando a Alfabetização Ecológica na Educação Infantil”, foi lançado em agosto de 2018 em São Paulo e nos demais meses do 2o semestre em Belém, Brasília, Porto Alegre, Santos e Ilhabela/SP.


A publicação relata o processo de transformação de duas escolas de Educação Infantil públicas na cidade de SP, e é indicado para educadores e interessados em desenvolver programas em unidades de ensino, o livro apresenta a metodologia e as dinâmicas do projeto –mutirões, oficinas – utilizadas nas duas escolas para engajar professores, funcionários, crianças, pais e mães de alunos.  “Desejo que esta leitura possa inspirar a desenvolver projetos similares nas escolas”, escreve Mônica na apresentação do livro.


Para adquirir o livro Dedo Verde na Escola com 15% de desconto, acesse o link https://editoraappris.com.br/produto/2256-dedo-verde-na-escola-cultivando-a-alfabetizao-ecolgica-na-educao-infantil

 

Instituto 5 Elementos recebe Medalha Socioambiental

Em junho de 2017, o Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade tem sua história de 25 anos de atuação reconhecida por meio do recebimento da Medalha Socioambiental e o Diploma de gratidão da Cidade de São Paulo, referente ao Prêmio Destaque Responsabilidade Socioambiental 2017, instituído pela Resolução 02/2011, de autoria do vereador Gilberto Natalini, que se destina a homenagear as pessoas físicas ou jurídicas que se destacarem na área de tecnologia do meio ambiente.

O prêmio foi recebido pela sócia fundadora e coordenadora institucional Mônica Pilz Borba que fez o seguinte discurso: Antes de qualquer coisa, queria agradecer pela existência desse Prêmio, por esse reconhecimento às instituições, para as pessoas que tanto se dedicam a causa socioambiental. O Instituto 5 Elementos, esse ano de 2017 completa 24 anos de muita dedicação à educação para a sustentabilidade.

O Instituto realizou muitos projetos em nossa Cidade, nos parques montando centros de Educação Ambiental, atendendo muitas crianças de escolas públicas. Formação de professores, elaboração de diversas publicações, apoio à implantação de coleta seletiva, a gestão da água e da importância de processos participativos para obtermos bons resultados. Para saber mais acesse a revisa de 20 anos de atuação: Elementar 20 anos.

Mônica Borba na data da premiação agradeceu a existência de um FEMA – Fundo Especial de Meio Ambiente, ao ex-secretário de Meio Ambiente de SP Eduardo Jorge, e o vereador Gilberto Natalini. O fundo é único e viabilizou muitos projetos importantes do Instituto 5 Elementos em nossa Cidade tais como Dedo Verde na Escola, Consumo Sustentável e Ação na Lapa e Educação Ambiental e Agricultura Orgânica nas APAS – Capivari Monos e Bororé Colônia.

O Instituto 5 Elementos sempre atuou em diversas áreas, promovendo a educação para a Sustentabilidade, e nesses últimos anos o Fundo Municipal de Meio Ambiente nos ajudou muito a concretizar diversos projetos, tais como a realização da primeira semana de agroecologia junto com a AAO e o Instituto Kairós, apoiamos a regulamentação de: segurança alimentar, promovemos a formação de agricultores na transição do processo de uma agricultura não sustentável para sustentável que é orgânica, que é agroflorestal, na região sul do município de SP.

O trabalho de educação ambiental que desenvolvemos vem crescendo nas temáticas, nas ações e na participação da comunidade nos processos de emancipação, de democratização, de conhecimento da nossa legislação e assim por diante.

“Temos muito por fazer aqui na cidade de São Paulo, por exemplo regulamentar a política municipal de educação ambiental, por meio de um processo muito amplo de discussão, principalmente, da Secretaria de Educação, junto com a Secretaria de Meio Ambiente. Gostaríamos muito de ver isso acontecer e poder ajudar a participar. É a partir da legislação e da regulamentação garantirmos a continuidade dos processos. Estamos em uma fase de muitos retrocessos, e acredito que a existência do Fundo Municipal de Meio Ambiente, potencialize dentro da Secretaria de Meio Ambiente força na implantação das políticas públicas na área ambiental para a cidade de São Paulo. E desejo que ele se amplie e que ele perpetue pelo bem da nossa cidade. Agradeço a todos! Muito obrigada! ” fala Mônica Borba.

Nesta noite de premiação também receberam a Medalha Responsabilidade Socioambiental e o Diploma de Reconhecimento, o Sr. Dal Marcondes, Editor Executivo, representando a Agência Envolverde; o Prof. Dr. Édis Milaré; o Sr. Eduardo Jorge Martins Alves Sobrinho, e a The Nature Conservancy – TNC, representada pelo Sr. Samuel Barreto.

A comissão julgadora é formada por representantes da Ordem dos Advogados do Brasil/Seção São Paulo, do Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, da Associação Comercial de São Paulo, da Associação Paulista de Medicina, do Conselho Regional de Economia, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, da Revista Meio Ambiente Industrial e de um sindicato de trabalhadores indicado pelas centrais sindicais.

Medalha Socioambiental

Medalha Socioambiental e Diploma de gratidão da Cidade de São Paulo, referente ao Prêmio Destaque Responsabilidade Socioambiental 2017.  O Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade teve sua história de 25 anos de atuação reconhecida.

Compre a Coleção Consumo Sustentável e Ação – Resíduos Sólidos

A Coleção Consumo Sustentável e Ação é um material pedagógico voltado à redução de nossos impactos sobre o meio ambiente por meio de mudanças de atitude e estilo de vida. Trata-se de uma ferramenta para a inclusão da educação ambiental na rotina escolar, em espaços educativos e comunidades.

Em linguagem simples e por meio de narrativas recheadas de criatividade e bom humor, a Coleção contribui para a compreensão de temas complexos. Voltada a educadores e alunos do Ensino Fundamental I e II, apresenta conteúdos conceituais e práticos, difundindo os conceitos dos 5 R’s: Repensar, Recusar, Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

Com o objetivo de promover a cultura da sustentabilidade e estabelecer sua relação com o consumo, o primeiro volume da coletânea, dirigido ao professor, aborda temas referentes às mudanças climáticas, gestão de resíduos sólidos e atitudes sustentáveis, além do manual de Atividades Educativas, que propõe metodologias que possibilitam um diálogo entre as diversas áreas do conhecimento.

Os seis demais volumes, voltados às crianças e jovens, trazem um enredo no qual os alunos da fictícia Escola da Vida têm a tarefa de pesquisar sobre o ciclo do papel, plástico, metal, vidro, orgânicos e resíduos perigosos. Nesse contexto, as crianças interagem com vários personagens da comunidade que apresentam novos conhecimentos e reflexões sobre de onde vêm e para onde vão os resíduos gerados neste planeta.

Desenvolvida pelo Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade e publicada pela primeira vez em 2009, a Coleção Consumo Sustentável e Ação foi reeditada a partir das orientações da Política Nacional de Resíduos Sólidos, de 2010, que trouxe avanços e novos desafios a serem enfrentados por todos os setores da sociedade.

Em 2015 a Coleção e Oficinas Consumo Sustentável e Ação – Resíduos Sólidos recebeu a certificação como Prática de Referência em Educação Ambiental e Comunicação Social em Resíduos Sólidos –EducaRES  concedida pelo Ministério do Meio Ambiente.

 

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Projeto Consumo Sustentável e Ação na Subprefeitura da Lapa recebe menção honrosa do Prêmio Milton Santos da Câmara Municipal de São Paulo em 2015

O projeto Consumo Sustentável e Ação na Subprefeitura Lapa finalizado em julho de 2014, recebeu uma menção honrosa do Prêmio Milton Santos em junho de 2015 devido aos bons resultados que ofereceu a cidade de São Paulo.

 O projeto Consumo Sustentável e Ação foi realizado no período de julho de 2013 a agosto de 2014, na região oeste de São Paulo, subprefeitura da Lapa, composta pelos distritos da Barra Funda, Jaguara, Jaguaré, Lapa, Perdizes e Vila Leopoldina, teve como objetivo reduzir a quantidade de resíduos sólidos urbanos coletados na região. Por meio da articulação e envolvimento de 40 instituições (públicas, privadas e organizações sociais) atuantes na região, foi possível realizar 97 ações de conscientização que impactaram direta e indiretamente na melhoria da gestão dos resíduos dessa região e contribuiu para ampliar a participação da população na coleta seletiva e reduzir a quantidade de resíduos sólidos urbanos coletados e destinados ao aterro sanitário.

Como material de subsidio à todas as atividades do projeto e instrumento multiplicador de conhecimento foi produzido o Mapa do Consumo e Descarte Sustentável, com tiragem de 85.000 exemplares, todos distribuídos pelos parceiros do projeto e encartado no Jornal da Gente, mídia impressa local. A publicação consiste em um mapa da Subprefeitura Lapa no qual apresenta a localização de 102 pontos de entrega de diversos tipos de resíduos domiciliares, de alimentação orgânica e de práticas sustentáveis. O mapa também informa o dia em que os caminhões de coleta seletiva passam em cada região.

O verso do mapa traz informações educativas sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), como separar e destinar adequadamente cada tipo de resíduo gerado nas residências e técnicas de compostagem doméstica de resíduos úmidos. Para conduzir a adoção de hábitos mais sustentáveis, o material apresenta pequenas orientações de consumo e descarte, baseadas no conceito dos 5 Rs – Reduzir, Repensar, Recusar, Reutilizar e Reciclar.

O projeto foi um sucesso fazendo a subprefeitura da Lapa sair a frente de outras regiões na implantação do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PGIRS), além de ser contemplada com uma Central de Triagem Mecanizada para ampliação da coleta seletiva. A repercussão do projeto também foi muito positiva, despertando o interesse de outras subprefeituras e municípios, pois sua metodologia de implantação pode ser replicada em outras regiões.

O Prêmio Milton Santos foi instituído pela Câmara Municipal de São Paulo em 2002 com o objetivo de reconhecer e valorizar projetos que propiciem a ampliação de direitos territoriais e culturais, além de projetos que resultem em novas formas de solidariedade social (promoção da saúde, estímulo à arte e a à cultura, fomento a geração de renda, inclusão social, entre outros). O prêmio homenageia Milton Santos, importante geógrafo brasileiro, cujas ideias modificaram os conceitos de território, espaço e globalização, ao enfatizar a força do lugar, por sua dimensão humana.

Menção Honrosa no Prêmio Milton Santos

Menção honrosa do Prêmio Milton Santos em junho de 2015 devido aos bons resultados que o projeto Consumo Sustentável e Ação ofereceu a cidade de São Paulo. O projeto Consumo Sustentável e Ação na Subprefeitura Lapa foi realizado no período de julho de 2013 a agosto de 2014.

Prática de Referência EducaRes

Certificação da Coleção e Oficinas Consumo Sustentável e Ação como Prática de Referência em Educação Ambiental e Comunicação Social em Resíduos Sólidos-EducaRES  concedida pelo Ministério do Meio Ambiente em 2015.

Projeto Consumo Sustentável e Ação realiza oficina sobre descarte de resíduos e consumo

Participantes avaliam mapa/folder do Consumo e Descarte Sustentável

Várias instituições parceiras e agentes estratégicos do projeto Consumo Sustentável e Ação em Resíduos Sólidos na Subprefeitura Lapa reuniram-se, no dia 24 de abril, para participar da primeira oficina sobre Consumo e Descarte Sustentável. O projeto, desenvolvido pelo Instituto 5 Elementos, conta com financiado do FEMA – Fundo Especial de Meio Ambiente de São Paulo – e com o apoio da Natura Cosméticos e de mais 32 parceiros na região. Outras onze oficinas com o mesmo conteúdo programático serão promovidas até o mês de junho.


Nesta primeira oficina, realizada no Senac Lapa – Tito, foram abordadas as principais diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), o Plano de Gestão Integrado dos Resíduos Sólido da cidade de SP e a apresentação do diagnóstico sobre o sistema de gestão de resíduos sólidos domiciliares na Subprefeitura Lapa. O evento tem os objetivos de trazer informações aos cidadãos sobre Consumo e Descarte Sustentável a partir do conceito e prática dos 5RS – Reduzir, Repensar, Recusar, Reutilizar e Reciclar, ensinar como utilizar o minhocário (composteira caseira) para descarte adequado dos resíduos úmidos e propor articulações conjuntas entre os atores envolvidos na região.

É importante destacar, conforme mostra o gráfico abaixo, que 51% dos resíduos descartados em São Paulo são úmidos, ou seja, sobras de alimentos que podem ser reaproveitadas para produzir composto e biofertilizante, por meio do uso do minhocário. Se cada residência adotar esta prática, com certeza iremos reduzir o volume de lixo que vai para os aterros, além de também reduzir a produção de metano e chorume, que poluem o ar, solo e água.

Em 2012, foram coletadas e aterradas 174.592 toneladas de resíduos sólidos produzidos nas residências na região da subprefeitura Lapa. Deste total, apenas 2,3% dos resíduos secos descartados – o equivalente a 3.985,27 toneladas – foram encaminhados para reciclagem.

Assim, para fortalecer a coleta seletiva de resíduos secos, o projeto vai lançar, em junho deste ano, um folder contendo um mapa da Subprefeitura Lapa com a localização de pontos de entrega de diversos resíduos e de práticas sustentáveis e orientações sobre consumo e descarte responsável.

Monica Borba e Leila Vendrametto, do Instituto 5 Elementos, explicam como cuidar de um minhocário

Durante a oficina, os participantes receberam uma versão do mapa/folder para, em conjunto, apresentarem sugestões e contribuições para aprimorar este material que será distribuído pelas instituições na região. “Eu fiquei realmente muito feliz com este trabalho. Para eu que moro na região, é uma fotografia de possibilidades para o exercício do consumo responsável que para a gente é tão importante”, comenta Juliana Gonçalves, técnica de projetos do Instituto Kairós.

Uma das propostas é desenvolver uma versão digital e interativa do mapa. “Com a possibilidade do mapa se tornar um aplicativo e criar indicadores, eu acho que este projeto vai ser internalizado para a gestão dos resíduos nesta região. Mas o trabalho não se encerra aqui, isso é só o começo”, afirma Luara Maranhão, representante da Natura Cosméticos.

Com o propósito de sensibilizar o descarte correto de resíduos, os participantes receberam informações sobre ações sustentáveis, tais como: acondicionamento e separação de resíduos sólidos, produtos que podem ou não ser reciclados e uso de minhocários.


Agenda das próximas oficinas
Data Local
8 de maio Diretoria Regional de Educação Pirituba
9 de maio Subprefeitura Lapa
14 de maio Faculdades Integradas Rio Branco
15 de maio Diretoria Regional de Educação Pirituba
16 de maio Senac Lapa Tito
23 de maio Natura – Vila Jaguara
3 de junho SEST SENAT

Caso haja interesse em participar, entrar em contato com: comunicacao@5elementos.org.br

 

Instituto 5 Elementos disponibiliza o Relatório Institucional de 2013

Em 2013, o Instituto beneficiou diretamente 19.209 pessoas (professores, lideranças, jornalistas e agricultores), por meio de dez projetos referentes às temáticas sobre água, consumo sustentável, espaços educadores e cidades sustentáveis, de modo a contribuir para a transformação da sociedade rumo a práticas sustentáveis, com foco no diálogo e na educação. O relatório destaca a articulação de novas parcerias e as atuações no âmbito das Políticas Públicas, que contribuem com resultados qualitativos das nossas ações.

Na área de comunicação, foram lançados o novo site, a página do Instituto no Facebook e a campanha dos 20 anos com a publicação da primeira edição da Revista Elementar. É possível conferir os indicadores do site, redes sociais e mailing, as peças de comunicação produzidas pela equipe e a participação em eventos.
O relatório informa a todos os colaboradores, financiadores, parceiros e a sociedade civil como um todo, sobre as movimentações financeiras, a gestão de recursos humanos e a captação de recursos. Também disponibiliza o planejamento da ONG para o ano de 2014.

Clique aqui para visualizar o relatório

 

 

Iniciativas criativas serão expostas na Feira de Sustentabilidade em Nova Alvorada do Sul

No dia 4 de abril, foi realizada a primeira teleconferência com professores da rede municipal, membros da Secretaria de Educação de Nova Alvorada do Sul (MS) e a equipe técnica do Instituto 5 Elementos, localizado em São Paulo. A pauta da reunião foram os projetos de educação ambiental e o planejamento para realização da Feira de Ciências de Sustentabilidade, que ocorrerá no dia 24 de maio. O projeto é um investimento da Odebrecht Agroindustrial, por meio do Programa Energia Social para a Sustentabilidade Local.

Todas as escolas municipais estão envolvidas na realização do evento, que será organizado junto à feira livre de alimentos que ocorre todo final de semana na cidade. As iniciativas das escolas são bastante diversificadas e incluem projetos sobre horta suspensa, jardins feitos em pneus, minhocário, canteiro de temperos, casinha de garrafa pet e caixa Tetra Pak, livros com materiais recicláveis, concurso de fotografia da natureza, plantio de mudas do cerrado no entorno de uma nascente, entre outros.

A Secretaria de Educação do município apoiará a realização da feira, disponibilizando até R$150 por escola para a aquisição de materiais e também irá confeccionar um banner para apresentação dos projetos de cada escola. A prefeitura cederá barracas para as escolas, um palco com equipamentos de audiovisual e também oferecerá transporte para os alunos e professores das escolas rurais.

Comandada pela equipe da secretaria, a reunião teve a participação de todas as escolas, representadas pelo corpo gestor e por um grupo de professores que compõem a Comissão Organizadora da Feira. Os participantes fomentaram o compartilhamento de ideias, conhecimentos e práticas entre as escolas, incentivando a colaboração e a diversidade, princípios que norteiam uma verdadeira educação ambiental.