Assembléia Geral do Instituto 5 Elementos

O Instituto 5 Elementos promoveu  dia 25 de março, sua Assembleia Geral, realizada em São Paulo na Sala Crisantempo, a reunião contou com a presença do presidente e vice do conselho consultivo, conselho fiscal e associados da instituição.

Na pauta, apresentação dos resultados de 2018, com enfoque na renovação do Instituto, por meio de seu  novo site, conselho, associados, captação de recursos e projetos. Os destaques ficaram por conta da realização de projeto SejaDigital com a Tenda Socioambiental e da atuação na Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental-CIEA. Para sabe mais acesse o Relatório de Atividades 2018.

Nessa assembleia foi eleita a diretoria e o novo conselho consultivo e fiscal para gestão de 2019 a 2022. Como diretores temos: Alan Gilbert Dubner – Diretor Superintendente e Marta Schutzer de Magalhães – Diretora Financeira. Para presidir 0 Conselho Consultivo foi eleito Pedro Roberto Jacobi e Vice Aron Belinky e para compor o Conselheiro Consultivo temos Adalberto Wodianer Marcondes, Célia Maria de Azevedo Mizinski, Rita de Cássia Bernardo Mendonça, Maria Cecilia Wey Brito. Para compor o conselho fiscal temos Luiz Cruz Villares e Mariana Marcon.

O Instituto 5 Elementos agradece aos antigos e novos integrantes da diretoria e conselho, por confiar e apoiar essa entidade, que em 2019 completa 26 anos.

Instituto 5 Elementos celebra 26 anos no dia 7 de abril


É com muita felicidade que o Instituto 5 Elementos celebra seus 26 anos de vida.

Conheça nossa linha do tempo e o novo site http://www.5elementos.org.br/.

Agradecemos a todos e todas que fizeram parte dessa história, e estamos sempre de portas abertas para reconexões e desenvolvimento de novos projetos que promovam a Cultura da Sustentabilidade por meio da Educação.

Atlas Hidrográfico do Alto Tietê-– Uma aventura pelos seus recursos naturais

Atlas Hidrográfico do Alto Tietê,  com textos e mapas temáticos para que crianças e professores possam compreender os problemas que a água enfrenta nesta complexa bacia hidrográfica, e assim promover mobilizações em prol da melhoria da qualidade das águas e da sua gestão em nossa região.  O Atlas tem uma série de mapas e textos de apoio da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê – bem como de suas Sub-bacias-limite: Cabeceiras, Billings-Tamanduateí, Juqueri, Cantareira e Cotia, Guarapiranga e Pinheiros-Pirapora. Acompanha esta publicação um Caderno de Atividades para professores do Ensino Fundamental 2 e Ensino Médio.

Principais parceiros: FEHIDRO – Fundo Estadual de Recursos Hídricos, PROCAM – Programa de Ciências Ambientais da Universidade de São Paulo (USP) e Editora Evoluir Cultural.

Para acessar a publicação: Atlas_para_a_Sustentabilidade_da_Bacia_Hidrografica_do_Alto_Tiete (1)-compressed

Caderno de Atividades Educativas_Atlas_versão_final_190515

REPEA desde 2000

2000 Portal Neoambiental

A iniciativa visa integrar  educadores ambientais, estudantes, pesquisadores, ONGs e simpatizantes da temática socioambiental, que exercem sua cidadania ativa através da atuação em rede, da Educação Ambiental e de suas várias vertentes. Como resultado foi produzida uma carta interna para os membros da REPEA participarem ativamente, convite para educadores ambientais das redes de relacionamento dos elos da REPEA integrarem a lista de diálogos da REPEA e suas ações.

O Instituto 5 Elementos lançou a publicação em  2005 | Orientação para EA nas Bacias Hidrográficas do Estado de São Paulo.

O desafio agora é organizar o IV Encontro Estadual de Educação Ambiental, ampliando ainda mais o fortalecimento dos elos da REPEA em ações integradas de Educação Ambiental no estado de São Paulo.

Regulamentação da PEEA 2012

Regulamentar a Política Estadual de Educação Ambiental, criada através da Lei Estadual nº 12.780, de 30 de novembro de 2007, dando instrumentos para a sua aplicação, foi uma missão do Instituto 5 Elementos, que há anos atua para a construção democrática dessa política no Estado por meio da educação.

Entre as ações realizadas está a participação em reuniões no Grupo de Trabalho para a Elaboração da Minuta de Decreto para a Regulamentação da PEEA, além do importante resultado representado pela própria criação da Minuta do Decreto.

Entre os desafios vivenciados estavam  a busca pela manutenção do processo participativo de construção da lei e de criação da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental (CIEA).

Principais parceiros: Secretaria de Estado do Meio Ambiente através da Coordenadoria de Educação Ambiental – CEA, Secretaria de Estado da Educação, Secretaria de Estado de Saneamento e Recurso Hídricos, Núcleo de Educação Ambiental da Superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente, Associação Global de Desenvolvimento Sustentado – AGDS, Faculdade de Tecnologia da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, Laboratório Interdisciplinar de Formação do Educador – LAIFE da USP, Instituto 5 Elementos, Instituto de Empreendedores Ambientais e Sociais – Ideas, Instituto Estre, Instituto Refloresta, Instituto São Paulo Sustentável – Rede Nossa São Paulo, Oca – Laboratório de Educação e Política Ambiental – ESALQ/USP, Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis.

Rede Brasileira sobre Infância e Consumo 2013

Na tarde do último dia 19, o Instituto Alana recebeu 41 convidados para um encontro cujo objetivo é promover a criação de uma rede brasileira que discuta questões relacionadas ao tema Infância e Consumo, e Mônica Pilz Borba gestora do Instituto 5 Elementos foi uma das convidadas.
O Instituto Alana apresentou um plano de apoio financeiro a rede até 2015. A previsão de gastos foi de R$200 mil reais em 2014 e R$ 100mil reais em 2015. As pautas foram: como utilizar os recursos disponibilizados pelo Alana; Quais os objetivos e qual o filtro de seleção para integrantes da rede; Criação de um grupo operacional; Consumo e consumismo; Criação de um site; Criar formas alternativas de Comunicação, dentre outras.
Nosso próximo encontro será na UMAPAZ nos dias 23 e 24 de agosto com o objetivo de traçarmos um plano de ação para a rede.

Programa Cidades Sustentáveis 2012

Programa Cidades Sustentáveis

Divulgar a Plataforma Cidades Sustentáveis, suas ações e formações nos municípios em que atuamos no programa Energia Social para a Sustentabilidade Local, tem sido a atuação do Instituto junto ao Programa Cidades Sustentáveis.

Como resultado desse esforço, obteve-se a adesão de cinco prefeitáveis ao Programa Cidades Sustentáveis: Alto Taquari, MT – Maurício Joel de Sá; Mineiros, GO – Arnaldo Junior; Mineiros, GO – Ivane Mendonça; Perolândia, GO – Neldes Beraldo da Costa e Mirante do Paranapanema, SP – Átila Ramiro Menezes Dourado. Destes candidatos, Maurício Joel de Sá e Neldes Beraldo da Costa foram eleitos.

Com o encerramento das eleições municipais, o Programa Cidades Sustentáveis busca adesão dos prefeitos que não se comprometeram com o Programa durante as campanhas eleitorais. O desafio do Instituto 5 Elementos é incentivar nos municípios do Programa Cidades Sustentáveis a adesão desses prefeitos.

Principais parceiros: Associação brasileira de entidades estaduais de meio ambiente (Abema), Afrobras, Sem Educação Não Há Liberdade, Instituto Akatu pelo consumo consciente, Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (ANAMMA), Atletas pela Cidadania, Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC), Instituto 5 Elementos, Instituto Democracia e Sustentabilidade,  Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) , DPZ, Fórum Amazônia Sustentável, Frente Nacional de Prefeitos (FNP), GIFE – Grupo de Institutos Fundações e Empresas, Greenpeace, Núcleo de Estudos do Futuro, Mobilize – Mobilidade Urbana Sustentável, Ordem dos Advogados do Brasil – Conselho Federal, ONU HABITAT – por um mejor futuro urbano, PNUMA, Roland Berger Strategy Consultants, Instituto Saúde e Sustentabilidade, Serviço Social do Comércio  (SESC), Instituto Socioambiental (ISA), SOS Mata Atlântica, Trata Brasil, Transition Brasil, Todos pela Educação, UNICEF, Vitae Civilis e WWF.

Plataforma de Apoio à Agricultura Orgânica na Cidade de São Paulo 2012 e 2013

Objetivo da ação: Dissemina informações e traz reivindicações importantes aos candidatos à prefeitura e câmara de vereadores para fortalecer a produção de orgânicos nas áreas rurais do município

A Plataforma foi entregue aos candidatos antes da eleição de 2012 em evento de lançamento em Parelheiros (SP), e agora o desafio é exigir o cumprimento de suas reivindicações. Comprometeram-se com a assinatura os vereadores Goulart (PSD), Natalini (PV), Nabil Bonduki (PT), Alfredinho (PT) e o prefeito Haddad (PT).

Em 2013 este grupo irá retomar este processo junto a câmara de vereadores e ao executivo.

Principais parceiros: AAO-Associação de Agricultura Orgânica, ABD-Associação Biodinâmica, APOSM-Associação de Produtores Orgânicos de São Mateus, AHPCE_Associação Holística de Participação Comunitária, Casa do Rosário e Centro Paulus, Cooperapas, Fundação Mokiti Okada, Instituto 5 Elementos, Instituto Kairós, Instituto Pedro Matajs, Instituto Pólis, Instituto Refloresta.

GT de Resíduos Sólidos de Fórum Empresarial de Apoio à Cidade de São Paulo 2012

Programa Consumo Sustentável

A ideia de um GT de Resíduos Sólidos no âmbito do Fórum é impulsionar a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos na cidade de São Paulo e fazer com que as iniciativas empresariais existentes se articulem, gerando negócios inovadores, inclusivos e sustentáveis.

Entre 2011 e 2012, diferentes reuniões, análises e discussões da Política Nacional de Resíduos Sólidos e do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos no município foram realizadas. Entre o público-alvo principal dessas ações estão as empresas e instituições que sofrem influência da Política Nacional de Resíduos Sólidos na cidade.

Entre os resultados mais importantes conquistados no último ano, a organização do seminário “Resíduos Sólidos e a Cidade: Boas Práticas e Desafios” e a elaboração de uma carta compromisso para os candidatos à prefeitura de São Paulo assinada no seminário. Entre os que se comprometeram, estiveram: Ana Luiza F. Gomes (PSTU), José Maria Eymael (PSDC), Miguel Manso (PPL), Nádia Campeão representando o candidato Fernando Haddad (PT), e Soninha Francine (PPS).

Porém, no final de 2012, o Instituto 5 Elementos deixou o GT por este ter assumido caráter nacional, enquanto a entidade manterá foco regional em 2013 com o projeto Consumo Sustentável e Ação na Subprefeitura na Lapa e em outras regiões.

Parceiros: Instituto Ethos, Rede Nossa São Paulo, Alcoa, Grupo Pão de Açúcar, Estre Ambiental, Fecomercio, Suzano Papel e Celulose, Cushman & Wakefield, Roche, Grupo Solví, Tetrapak, C&A, Giral, Remari, CEMPRE (Compromisso Empresarial pela Reciclagem), Abividro, SOS Sustentabilidade, You Green.

GT de Educação Ambiental e Comunicação da Politica Municipal de Resíduos Sólidos de São Paulo 2013

O Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade foi eleito no último dia 15 de julho de 2013 como integrante da sociedade civil para participar do grupo de trabalho de Educação Ambiental e Comunicação do Comitê Inter secretarial para a implantação da Politica Municipal de Resíduos Sólidos de São Paulo.
O Comitê Inter secretarial é composto por representantes dos seguintes órgãos: Secretarias de Serviços; do Governo Municipal; do Verde e do Meio Ambiente; de Direitos Humanos e Cidadania; de Assistência e Desenvolvimento Social; do Trabalho e do Empreendedorismo; da Saúde; de Educação e de Coordenação das Subprefeituras, sociedade civil e iniciativa privada.
Para desenvolver diversas ações integradas foram criados 5 (cinco) Grupos de Trabalho – GTs, com as seguintes atribuições: GT1 – elaboração do Plano Municipal de Educação Ambiental e Comunicação em Resíduos Sólidos; GT2 – coordenação e reelaboração do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do Município de São Paulo, incluindo o Plano para o Sistema de Coleta Seletiva; GT3 – elaboração do Programa de Coleta Seletiva Solidária nos próprios municipais, com a inclusão dos catadores de materiais recicláveis e reutilizáveis; GT4 – coordenação e implementação das ações de manejo dos Resíduos da Construção Civil – RCC; GT-5 – proposição de instrumentos normativos e legais para a Política Municipal de Resíduos Sólidos.
Os GTs irão trabalhar em sintonia com a 4ª Conferência Municipal de Meio Ambiente, que será realizada do dia 30 de agosto a 1º de setembro, no Centro de Convenções do Anhembi, com o tema “Implementando a Política Nacional de Resíduos Sólidos no Município de São Paulo”.
De 6/6 a 27/7 estão ocorrendo as reuniões preparatórias da Conferencia em todas as subprefeituras, sempre aos sábados, a partir das 15h. A participação é aberta a todos os munícipes e, na etapa preparatória, serão eleitos os delegados da 4ª Conferência Municipal de Meio Ambiente. As inscrições poderão ser feitas no local. Ao todo, serão 600 delegados.
Os encontros também tem como finalidade a produção de um diagnóstico sobre resíduos sólidos dessas regiões, que servirão como base para a reelaboração do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. O documento organizará o planejamento da coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos na cidade de São Paulo nos próximos 20 anos.

GT de Educação Ambiental da Rede Nossa São Paulo (Grupo Pré-CIMEA) 2012 – 2013

Programa Cidades Sustentáveis

Com o objetivo de implantar no município de São Paulo a Política Municipal de Educação Ambiental e a Comissão Intersetorial Municipal de Educação Ambiental de São Paulo, o Grupo de Trabalho de Educação Ambiental da Rede Nossa São Paulo já conquistou importantes resultados desde seu início, em fevereiro de 2012.

Entre eles conseguiu estabelecer a minuta da Política Municipal, orientando seu conteúdo para o público de maior interesse das ações de educação ambiental no município, composto por educadores e alunos dos Ensinos Infantil e Fundamental.

Mas o grupo teve de enfrentar, em 2012, o aguardo da regulamentação da Política Estadual de Educação Ambiental para só então criar as bases do conteúdo da Política Municipal.
Em 2013 o grupo se rearticulou e soube que o vereador Dalton Silvano apresentou um PL sobre a PMEA sem articulação com a Pré-CIMEA, sendo assim reelaboramos um novo PL para apresentar em audiência pública no mês de agosto.

Parceiros: Rede Nossa São Paulo, Instituto 5 Elementos, Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, Instituto Refloreta, SOS Mata Atlântica, Instituto Paulo Freire, Instituto Vitae Civilis, Aprendiz.

Fórum Suprapartidário por uma São Paulo Saudável e Sustentável para 2013

Programa Cidades Sustentáveis

O objetivo do Fórum é reunir, organizar e formular subsídios e propostas para o Plano Diretor do Município de São Paulo, priorizando aspectos da sustentabilidade e do controle social na formulação e execução das políticas públicas a serem definidas no âmbito do Plano Diretor.
O Instituto participa visando auxiliar no planejamento e desenvolvimento de atividades e eventos na perspectiva de transformar São Paulo em uma cidade saudável e sustentável para todos.

Um dos resultados foi o debate sobre Plano de Metas – Desafios para o novo governo da Cidade de São Paulo com a participação de membros da Rede Nossa São Paulo, e o desafio é promover um amplo ciclo de debates em 2013 sobre os temas do Plano Diretor.

Principais parceiros: ASSAMPALBA, Associação dos Geógrafos Brasileiros, Associação Paulista de Saúde Pública, Casa da Cidade, Câmara Municipal de São Paulo, Defenda São Paulo, Escola de Governo, Instituto 5 Elementos, Instituto Ecoar, Instituto Pe. Josimo, Instituto Pólis, Instituto Reciclar, Ministério Público de SP, Movimento de Oposição à Verticalização – Mover Lapa, Movimento Respira São Paulo, Movimento SampaPé, Movimento SOS Parque da Água Branca, Movimento Água Branca
Nudec Lapa, Observatório de Remoções, Plano Diretor de São Paulo, Portal Federativo
Rede Nossa São Paulo, Sindicato dos Arquitetos de São Paulo, Sindicato dos Engenheiros de SP, Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa, Ciência e Tecnologia, ZN na Linha.

FBOMS

Programa Cidades Sustentáveis

Participar das ações do Fórum Brasileiro de ONS e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento é uma das atuações de política pública do Instituto que participa das reuniões anuais da Coordenação Nacional do FBOMS e da atualização cadastral do movimento.

Agora, o desafio é a realização de atualização de cadastro, o que daria um importante panorama das ONGs e movimentos sociais ambientalistas de âmbito nacional.

Parceiros: Coordenação nacional: Fundação Esquel, Instituto Vitae Civilis, Alternativa Terrazul, ASPOAN, GTA, COMVIDA e Mater Natura.

Conselho Deliberativo do Fundo Nacional do Meio Ambiente – FNMA 2012 e 2013

Programa Cidades Sustentáveis

O Instituto 5 Elementos representa a sociedade civil junto ao Conselho do FNMA entre 2012 e 2014, ocupando a vaga da vice-presidência da Região Sudeste.

Até o momento, participou dos encontros que incluíram a apresentação do funcionamento dos 20 anos do FNMA, que perdeu recursos e força nestes últimos anos. Também teceu uma parceria com Caixa Econômica Federal para financiar novos projetos e irá reabrir fundos para ONGs. Em novembro de 2012, o FNMA lançou a Demanda Espontânea 2012/2013. O público atendido são as ONGs e prefeituras brasileiras.

Comitê de Bacia Hidrográfica do Alto Tietê 2012

Programa Água

Acompanhar o processo de eleição da sociedade civil no CBH-AT, bem como suas atividades e principais discussões das reuniões tem sido o papel do Instituto 5 Elementos junto ao comitê.

Este importante comitê de bacia existe desde 1994 e tem sua atuação diretamente ligada aos moradores e às empresas que atuam na região.

Em 2011, o Instituto enviou recurso apontando diversas irregularidades no processo eleitoral para escolha dos integrantes da sociedade civil do Alto Tietê, que integrariam os Conselhos Curador e Fiscal do coletivo. Em 12 de março de 2012, em reunião do CBH-AT, foi anunciado que a Procuradora de Justiça do Estado constatou as irregularidades anulando o processo eleitoral.

Entre os desafios encontrados na atuação junto ao CBH-AT estão as várias reuniões remarcadas por falta de quórum, a descoberta da irregularidade no processo eleitoral da atual composição do CBH-AT e a nova deliberação para regularização do processo eleitoral, diante da falta de quórum nas últimas reuniões.

Principais parceiros: Integrantes do CBH-AT: municípios que compõe a bacia (Arujá, Biritiba-Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel, Suzano), entidades do Estado e sociedade civil.

Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida 2012 e 2013

Programa Consumo Sustentável

A Campanha visa sensibilizar a população brasileira para os riscos que os agrotóxicos representam, e a partir daí tomar medidas para frear seu uso no Brasil. O Instituto 5 Elementos atua para divulgar a campanha e promover seu abaixo assinado em eventos de participação da entidade.

Agricultores e consumidores de alimentos são o público diretamente atendido pelo movimento, que também enfoca a divulgação de informações que esclarecem sobre o impacto dessas substâncias na saúde e no meio ambiente.

Parceiros: Instituto 5 Elementos, Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – IDEC, Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional – FASE, Agricultura Familiar e Agroecologia – AS-PTA, Fundação Rosa Luxemburgo, Políticas Alternativas para o Cone Sul – PACS (RJ), Visão Mundial, Associação Advogados de Trabalhadores Rurais – AATR (BA), Centro de Estudos e Ação Social – CEAS (BA), Serviço de Assessoria a Organizações Populares Rurais – SASOP (BA), Centro de Estudos e Pesquisas para o Desenvolvimento do Extremo Sul – CEPEDES (BA), Associação das Rendeiras de José e Maria, Grupo de Agroecologia de Umbuzeiro – GAU,Terra de Direitos, GIAS – MT, Instituto Kairós, Rede Social de Justiça e Direitos Humanos, FORMAD, Radio AgênciaNP, Semeadores Urbanos, CAA – Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas.

Câmara Técnica de Educação Ambiental – CTEA 2012

Auxiliar a Câmara Técnica de Educação Ambiental na discussão dos temas de Educação Ambiental na Bacia Hidrográfica do Alto Tietê na análise dos projetos FEHIDRO (Fundo Estadual de Recursos Hídricos) é o papel do Instituto 5 Elementos neste caso.

O resultado já foi a participação em quatro reuniões realizadas em 2012 e o auxílio na análise dos projetos do FEHIDRO aprovados para 2013.

Principais parceiros: Representantes da Sociedade Civil, Municípios da Bacia do Alto Tietê e órgãos do Estado eleitos para compor a Câmara Técnica.

Câmara Técnica de Agricultura do Conselho Gestor das APAs 2012

Programa Espaços Educadores

Discutir e deliberar sobre os assuntos relacionados à agricultura nas Áreas de Proteção Ambiental Bororé-Colônia e Capivari-Monos com o objetivo de viabilizar o desenvolvimento rural sustentável da região e entorno é a função da CT de Agricultura dos Conselhos Gestores.

O Instituto atua diretamente nas CTs, cujos desafios são, entre outros, organizar a realização do 3° Encontro de Planejamento Estratégico em Agricultura das APAs, e desenvolver meios de envolver o maior número possível de agricultores nas ações governamentais e promovidas por ONGs para o desenvolvimento da agricultura na região, que hoje gira em torno de 10% do total de agricultores cadastrados.

Os resultados alcançados até agora foram a participação de mais de 60 agricultores da região (aproximadamente 20% do total) nos seis preencontros regionais realizados em cinco bairros da região, e de 40 agricultores no 3° Encontro de Agricultura das APAS, do qual resultou o documento denominado Carta de Parelheiros para a Agroecologia, com a compilação das demandas dos agricultores.

Principais parceiros: Conselhos Gestores das APAs, Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, ABAST – Supervisão Geral de Abastecimento de São Paulo, Casa do Rosário e Centro Paulus, Cooperapas, Fundação Mokiti Okada, Instituto 5 Elementos, Instituto Kairós, Instituto Pedro Matajs,CATI- Coordenadoria de Assistencia Técnica Integral, IEA – Instituto de Economia Agrícola, Instituto Biológico, USP.

Jogo Trilha Radical Verde

Jogo de tabuleiro que representa um passeio educativo e ecológico em um parque urbano. Pode ser jogado a partir de duas pessoas, inclusive em equipes. Os jogadores recebem missões que refletem cidadania, respeito e cuidado com o meio ambiente e as pessoas. Durante o passeio, também se engajam em atitudes coletivas e individuais, e ainda respondem perguntas sobre o meio ambiente, fauna e flora urbanas e reciclagem. Faixa etária recomendada: 7 a 77 anos. Contém tabuleiro, dado, cartas-perguntas, cartas-atitudes, cartas-missões e regras do jogo (Produzido em 1998).

 


Para contratar o jogo e monitores, entre em contato pelo telefone (11) 3871-1944 ou pelo e-mail comunicacao@5elementos.org.br

Jogo das Bacias Hidrográficas

O Jogo das Bacias Hidrográficas do Estado de São Paulo tem como objetivo que seus participantes conheçam a situação das 22 Bacias Hidrográficas, além de ensinar os nomes dos rios, principais cidades, qualidade de suas águas, pontos cardeais, estados vizinhos, além de suas realidades e problemas socioambientais que enfrentam para gerenciar os recursos hídricos em sua região. Tem um tabuleiro de 6mx4m conforme ilustração abaixo, onde podem jogar de 20 a 30 alunos divididos em 4 equipes, que recebem 22 cartas contendo informações sobre a situação das águas, vegetação e curiosidades locais das bacias. O instrutor do jogo faz perguntas aos grupos e caso acertem avançam no percurso passando de uma para outra bacia começando na divisa do estado com Mato Grosso até o oceano Atlântico.


Para contratar o jogo e monitores, entre em contato pelo telefone (11) 3871-1944 ou pelo e-mail comunicacao@5elementos.org.br

Para fazer download do tabuleiro, clique aqui

 

Bingo Ecológico

O jogo de bingo é conhecido por todos, e o Instituto 5 Elementos desenvolveu diversos bingos sobre os reinos vegetal, animal e mineral, Mata Atlântica, Pássaros e Parques Urbanos, que ensinam por meio de brincadeira informações e curiosidades sobre cada um destes assuntos.


Para contratar o jogo e monitores, entre em contato pelo telefone (11) 3871-1944 ou pelo e-mail comunicacao@5elementos.org.br.

Mapa do Consumo Sustentável na Subprefeitura da Lapa

Clique no link abaixo para baixar o mapa:

Mapa do Consumo Sustentável na Subprefeitura da Lapa

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Calendário Socioambiental

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2012 | Cartilha Ecoeficiência HSBC

Incentivar os fornecedores do banco HSBC a introduzir práticas de ecoeficiência frente aos recursos hídricos, energia, resíduos sólidos e construções, é o objetivo desta publicação, em formato eletrônico, desenvolvida pelo Instituto 5 Elementos em parceria com a área de Sustentabilidade Corporativa do HSBC. Trata-se da atualização de um material desenvolvido em 2010, o qual em 2012 foi readaptado para ser enviado aos fornecedores via Internet.

Ao reconhecer que os fornecedores do HSBC têm papel fundamental no desenvolvimento de práticas mais sustentáveis podendo influenciar os negócios com os quais atuam, a Cartilha de Ecoeficiência visa oferecer conceitos e orientações práticas para aplicação da ecoeficiência no cotidiano das empresas e para o fortalecimento do relacionamento com seus públicos.

Assim, faz uso de linguagem simples e atraente para o público em geral, visando despertar o desejo de envolvimento com a ecoeficiência e aplicação de seus conceitos no dia a dia.

2012 | Política Nacional de Resíduos Sólidos: Desafios e Oportunidades para as Empresas

Com o intuito de mobilizar empresas para o desenvolvimento justo e sustentável da cidade de São Paulo, o Instituto Ethos e a Rede Nossa São Paulo se uniram em 2010 para criar o Fórum Empresarial de Apoio à Cidade de São Paulo. Em maio de 2011, como desdobramento dessa iniciativa, tiveram início as atividades do Grupo de Trabalho de Resíduos Sólidos do Fórum Empresarial, cujo objetivo é contribuir para a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) na cidade de São Paulo. O Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade atuou como membro do GT de Resíduos Sólidos em 2012.

A publicação traz os principais resultados do trabalho do grupo, permitindo entender as relações entre a Política Nacional de Resíduos Sólidos e a atuação possível das empresas frente a ela.

Download: https://www3.ethos.org.br/wp-content/uploads/2012/08/Publica%C3%A7%C3%A3o-Residuos-Solidos_Desafios-e-Oportunidades_Web_30Ago12.pdf

2009 | Criando Habitats na Escola Sustentável

Contribuir para que os educadores atuem como parceiros da conscientização ambiental, estimulando seus alunos a criar habitats no espaço escolar, é o objetivo do livro “Criando habitats na escola sustentável”, editado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, por meio de seu selo Imprensa Social, de autoria do Ecocentro IPEC (Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado), parceiro do Instituto 5 Elementos.

O livro sugere a utilização da metodologia para a educação em sustentabilidade baseada na permacultura, método para alcançar a cultura sustentável e um sistema de planejamento para a criação de ambientes produtivos, sustentáveis e ecológicos. O material contém um livro do educador, com 96 páginas, e o livro de atividades para os alunos, com 104 páginas. Apresenta cinco projetos de habitats que podem ser criados: alimentação, silvestre, água, energia & tecnologia e cultura & economia verde. As atividades propostas no livro do educador são descritas no caderno de atividades.

Download disponível: http://livraria.imprensaoficial.com.br/media/ebooks/12.0.813.702.pdf

2007 | Nascentes do Brasil

Essa publicação inspira a corresponsabilidade em relação aos recursos hídricos, trazendo práticas bem sucedidas para despertar o leitor para a importância da conservação dos ecossistemas aquáticos, com foco nas fontes, olhos d’água e nascentes. São experiências exemplares num contexto de informações sobre sistemas hídricos, legislação e potenciais subsídios para novas ações.

A gestora e fundadora do Instituto 5 Elementos Mônica Pilz Borba coordenou a organizou esta publicação em 2010, que tem 141 páginas, em formato ilustrado e colorido.

 

Download disponível: nascentes-do-brasil-estrategias-para-a-protecao-de-cabeceiras-em-bacias-hidrograficas

 

2005 | A Árvore do Consumo Consciente

O material, uma iniciativa da Fundação Itaú Social e do Instituto Akatu,  foi desenvolvido pelo Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade em  parceria com Aron Belinky, atual presidente da ONG. Consiste em duas peças: o pôster e o Guia do Educador. O pôster dá uma visão geral, mostrando a árvore – uma castanheira-do-Brasil – e, em ilustrações menores, os oito aspectos sobre os quais se desenvolve a reflexão relativa ao consumo. O Guia do Educador traz os textos de apoio, juntamente com sugestões de atividades.

O material foi concebido para educadores interessados em promover o conhecimento e o aprendizado das relações entre as ações dos consumidores no dia a dia e a sustentabilidade socioambiental  de nosso planeta.

Download disponível: guia_arvore_do_consumo_consciente-compressed

2015 – Coleção Consumo Sustentável e Ação

A Coleção Consumo Sustentável e Ação é um material pedagógico voltado à redução de nossos impactos sobre o meio ambiente por meio de mudanças de atitude e estilo de vida. Trata-se de uma ferramenta para a inclusão da educação ambiental na rotina escolar, em espaços educativos e comunidades.

Em linguagem simples e por meio de narrativas recheadas de criatividade e bom humor, a Coleção contribui para a compreensão de temas complexos. Voltada a educadores e alunos do Ensino Fundamental I e II, apresenta conteúdos conceituais e práticos, difundindo os conceitos dos 5 R’s: Repensar, Recusar, Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

Com o objetivo de promover a cultura da sustentabilidade e estabelecer sua relação com o consumo, o primeiro volume da coletânea, dirigido ao professor, aborda temas referentes às mudanças climáticas, gestão de resíduos sólidos e atitudes sustentáveis, além do manual de Atividades Educativas, que propõe metodologias que possibilitam um diálogo entre as diversas áreas do conhecimento.

Os seis demais volumes, voltados às crianças e jovens, trazem um enredo no qual os alunos da fictícia Escola da Vida têm a tarefa de pesquisar sobre o ciclo do papel, plástico, metal, vidro, orgânicos e resíduos perigosos. Nesse contexto, as crianças interagem com vários personagens da comunidade que apresentam novos conhecimentos e reflexões sobre de onde vêm e para onde vão os resíduos gerados neste planeta.

Desenvolvida pelo Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade e publicada pela primeira vez em 2009, a Coleção Consumo Sustentável e Ação foi reeditada a partir das orientações da Política Nacional de Resíduos Sólidos, de 2010, que trouxe avanços e novos desafios a serem enfrentados por todos os setores da sociedade.

 

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Projeto Consumo Sustentável e Ação realiza oficina sobre descarte de resíduos e consumo

Várias instituições parceiras e agentes estratégicos do projeto Consumo Sustentável e Ação em Resíduos Sólidos na Subprefeitura Lapa reuniram-se, no dia 24 de abril, para participar da primeira oficina sobre Consumo e Descarte Sustentável. O projeto, desenvolvido pelo Instituto 5 Elementos, conta com financiado do FEMA – Fundo Especial de Meio Ambiente de São Paulo – e com o apoio da Natura Cosméticos e de mais 32 parceiros na região. Outras onze oficinas com o mesmo conteúdo programático serão promovidas até o mês de junho.

Nesta primeira oficina, realizada no Senac Lapa – Tito, foram abordadas as principais diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), o Plano de Gestão Integrado dos Resíduos Sólido da cidade de SP e a apresentação do diagnóstico sobre o sistema de gestão de resíduos sólidos domiciliares na Subprefeitura Lapa. O evento tem os objetivos de trazer informações aos cidadãos sobre Consumo e Descarte Sustentável a partir do conceito e prática dos 5RS – Reduzir, Repensar, Recusar, Reutilizar e Reciclar, ensinar como utilizar o minhocário (composteira caseira) para descarte adequado dos resíduos úmidos e propor articulações conjuntas entre os atores envolvidos na região.

É importante destacar, conforme mostra o gráfico abaixo, que 51% dos resíduos descartados em São Paulo são úmidos, ou seja, sobras de alimentos que podem ser reaproveitadas para produzir composto e biofertilizante, por meio do uso do minhocário. Se cada residência adotar esta prática, com certeza iremos reduzir o volume de lixo que vai para os aterros, além de também reduzir a produção de metano e chorume, que poluem o ar, solo e água.

Em 2012, foram coletadas e aterradas 174.592 toneladas de resíduos sólidos produzidos nas residências na região da subprefeitura Lapa. Deste total, apenas 2,3% dos resíduos secos descartados – o equivalente a 3.985,27 toneladas – foram encaminhados para reciclagem.

Assim, para fortalecer a coleta seletiva de resíduos secos, o projeto vai lançar, em junho deste ano, um folder contendo um mapa da Subprefeitura Lapa com a localização de pontos de entrega de diversos resíduos e de práticas sustentáveis e orientações sobre consumo e descarte responsável.

Monica Borba e Leila Vendrametto, do Instituto 5 Elementos, explicam como cuidar de um minhocário.

Durante a oficina, os participantes receberam uma versão do mapa/folder para, em conjunto, apresentarem sugestões e contribuições para aprimorar este material que será distribuído pelas instituições na região. “Eu fiquei realmente muito feliz com este trabalho. Para eu que moro na região, é uma fotografia de possibilidades para o exercício do consumo responsável que para a gente é tão importante”, comenta Juliana Gonçalves, técnica de projetos do Instituto Kairós.

Uma das propostas é desenvolver uma versão digital e interativa do mapa. “Com a possibilidade do mapa se tornar um aplicativo e criar indicadores, eu acho que este projeto vai ser internalizado para a gestão dos resíduos nesta região. Mas o trabalho não se encerra aqui, isso é só o começo”, afirma Luara Maranhão, representante da Natura Cosméticos.

Com o propósito de sensibilizar o descarte correto de resíduos, os participantes receberam informações sobre ações sustentáveis, tais como: acondicionamento e separação de resíduos sólidos, produtos que podem ou não ser reciclados e uso de minhocários.

 

Agenda das próximas oficinas
Data Local
8 de maio Diretoria Regional de Educação Pirituba
9 de maio Subprefeitura Lapa
14 de maio Faculdades Integradas Rio Branco
15 de maio Diretoria Regional de Educação Pirituba
16 de maio Senac Lapa Tito
23 de maio Natura – Vila Jaguara
3 de junho SEST SENAT

Caso haja interesse em participar, entrar em contato com: comunicacao@5elementos.org.br

Instituto 5 Elementos colabora com caravana da TVDigital e atende mais de 26.000 pessoas na tenda Socioambiental

Com o objetivo de trazer a temática socioambiental para as tendas da exposição fixa e as caravanas itinerantes da TVDigital, que tem como foco agendar a distribuição de kits para converter TVs analógicas em digitais no estado de São Paulo, o Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade, propôs um circuito de atividades educativas trazendo o conceito de ciclo de vida dos produtos e das conexões entre consumo e descarte correto dos resíduos. Além da exposição, ocorreram oficinas com tecnologias de sustentabilidade de baixo custo e atividades de encantamento com a Natureza, na perspectiva de trazer mais significado às atitudes de respeito ao meio ambiente, e apresentar práticas de uso sustentável dos recursos naturais.

As tecnologias de sustentabilidade da tenda socioambiental foram: mini cisterna, horta, composteira, e lâmpada de PET,  além da exposição “De onde Vem para Onde Vai” sobre a destinação adequada dos resíduos.

Foram oferecidas dinâmicas dos ecojogos, com grande participação do público infantil, permitindo abordar temas sobre a biodiversidade da fauna e flora brasileira de forma lúdica e divertida.

Na tenda socioambiental havia um espaço especial para divulgação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS, que permitiu a reflexão pessoal a respeito do que os cidadãos já promovem no seu dia a dia em prol das questões socioambientais.

Segundo Mônica Borba “a ideia foi de deixar um legado sobre as questões socioambientais para as comunidades, em todos os municípios que passamos”.

A Caravana TV Digital entre junho e setembro percorreu 127 cidades do interior de São Paulo, e a equipe do Instituto 5 Elementos por meio da tenda socioambiental atendeu mais de 26.000 pessoas  disseminando conceitos e práticas de sustentabilidade.

 

 

Instituto 5 Elementos é eleito membro da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental-CIEA-SP

Posse CIEA-SP no Palácio do Governo

Representado o Instituto, Patricia Otero foi eleita membro titular da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental-CIEA-SP  órgão colegiado, composto por representantes governamentais e da sociedade civil, com a finalidade de discutir, acompanhar e avaliar a implementação  da Política Estadual de Educação Ambiental, instituída pela Lei estadual nº 12.780.

A  Plenária foi realizada dia 5 de dezembro  na Secretaria Estadual de Meio Ambiente – Coordenadoria de Educação Ambiental e contou com a presença de representantes da Sociedade Civil e Movimentos Sociais.

Para Patricia “trata-se de uma grande conquista dos educadores e gestores públicos para agenda ambiental, especialmente para os desafios da Educação Ambiental brasileira”.

 

Oficinas de Educação Ambiental na OAT

bacias com água, elementos naturais e industrializados.

Em dezembro, o Instituto 5 Elementos realizou Ecojogos e uma Oficina de Compostagem e Minhocário para jovens com deficiência intelectual da Organização Apoio ao Trabalho-OAT.  As atividades fizeram parte do programa educacional da entidade.

 

Os ecojogos estimularam a interação direta com a natureza, usando os sentidos por meio do contato a água, aromas, texturas para sensibilizar sobre a importância da água para a vida e problematizar a questão da poluição das águas.

 

Na oficina de compostagem e minhocário  instalamos uma composteira com baldes reutilizados, minhocas e terra. Trata-se de  uma solução de baixo custo para a destinação adequada dos resíduos úmidos (restos de alimentos e jardinagem)  gerados na OAT, que minimiza problemas ambientais e contribui para a sensibilização das pessoas.  Os participantes puderam dialogar sobre a produção de resíduos, redução do desperdício e consumo sustentável, no contexto dos 5 R´s: Reduzir, Reciclar, Reutilizar, Recusar e Repensar os nossos hábitos  dia a dia. Patricia Otero  reforça que  “alunos gostaram muito de  observar  as minhocas com lupas, manusearem o húmus e conhecer o composto líquido da composteira”.

 

 

Prêmio Desafio 2030 para escola

Com o intuito de reconhecer o trabalho desenvolvido por escolas de todo o Ensino Básico para cumprir os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) o Instituto 5 Elementos, apoiou o desenvolvimento da 2ª edição do Prêmio Desafio 2030, em parceria com a Reconectta, com a Virada Sustentável de São Paulo e Akatu participando da avaliação dos projetos das escolas.  As escolas vencedoras foram premiadas na cerimônia de abertura da Virada Sustentável que aconteceu no dia 23/08 no UNIBES Cultural.

Em apenas duas edições, o Desafio 2030 já demonstra excelentes resultados, principalmente ao dobrar o número de escolas participantes – ano passado foram 27 e, este ano, 58. A soma de 42,8 mil alunos envolvidos é quase 3 vezes o número de alunos do ano anterior(16,4 mil). A participação de escolas públicas cresceu 264%, saindo de 11 projetos inscritos para 40 este ano.

O vencedor da categoria Infantil foi a Garatuja Educação Infantil com o projeto “Todo Mundo Muda o Mundo”. “Há 18 anos entendemos que era um dever da escola falar em sustentabilidade e por isso eu agradeço, de coração, às empresas que atuaram nesse processo, àsinciativas cada vezmaiores nesse tema e às pessoas cada vez mais engajadas”, pontuou Ana Célia Mustafá, diretora da escola. Para José David de Sousa, diretor da escola EMEB Professora Annita Magrini Guedes, vencedora na categoria Fundamental I com o projeto “Em busca de uma escola sustentável”, a principal pergunta para educadores é: que escola pública queremos para o futuro? “Na nossa escola não aceitamos professores, colaboradores, pais e alunos mais ou menos, a mudança é hoje. O que fazemos em nossa escola, desde 2013, quando começamos com uma horta, foi aprender juntos e, nessa jornada, começamos a entender o que é protagonismo. Tudo o que lembramos de nossas escolas foi aquilo que fizemos e não o que nos contaram. E é isso que nossa escola se propõe a fazer”. O vencedor da categoria Fundamental II foi o “Projeto Integrador – Ações Sustentáveis Locais em prol do Rio Cotia”, do Instituto Sidarta, que habilita alunos a recuperarem a mata por meio de plantios, a produzirem alimentos orgânicos na horta e a reaproveitarem água com a construção de cisternas.  O penúltimo prêmio entregue foi para o Ensino Médio. O vencedor foi o projeto “Moradia e Comunidade”, do Colégio Santa Cruz, que amplia a consciência dos alunos para a cidade e as questões de moradia através do estudo, vivência e ações realizadas em 11 etapas.  Por fim, o último premiado da noite foi da categoria EJA (Educação de Jovens e Adultos) e o vencedor foi o projeto “Que as chuvas sejam sempre bem-vindas”, da ETEC de Heliópolis, que confeccionou um sistema de captação de água da chuva e reuso, buscando a solução para o problema de alagamentos.

 

Para Mônica Borba “foi uma honra conhecer melhor cada um dos projetos inscritos e perceber que os ODS estão sendo trabalhados de forma integrada e consistente dentro das escolas, estimulando mudanças importantes de hábitos e contribuindo para uma melhora na qualidade de vida nesses espaços educadores”.

Prêmio Destaque Responsabilidade Socioambiental 2017 reconhece a contribuição do Instituto 5 Elementos para a cidade de São Paulo

 

Em junho de 2017, o Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade tem sua história de 25 anos de atuação reconhecida por meio do recebimento da Medalha Socioambiental e do Diploma de gratidão da Cidade de São Paulo, referente ao Prêmio Destaque Responsabilidade Socioambiental 2017, que se destina a homenagear as pessoas físicas ou jurídicas que se destacarem na área de tecnologia do meio ambiente.

 

O prêmio foi recebido pela sócia fundadora e coordenadora institucional Mônica Pilz Borba que ressaltou “o Instituto 5 Elementos, esse ano completa 25 anos de muita dedicação à educação para a sustentabilidade. Fizemos muitos projetos em nossa Cidade, nos parques montando centros de Educação Ambiental, atendendo muitas crianças de escolas públicas. Formação de professores, elaboração de diversas publicações, apoio à implantação de coleta seletiva, a gestão da água e  a agricultura  sustentável que é orgânica, que é agroflorestal”.

 

Na noite de premiação também receberam a Medalha Responsabilidade Socioambiental e o Diploma de Reconhecimento, o Sr. Dal Marcondes, Editor Executivo, representando a Agência Envolverde; o Prof. Dr. Édis Milaré; o Sr. Eduardo Jorge Martins Alves Sobrinho, e a The Nature Conservancy – TNC, representada pelo Sr. Samuel Barreto.

 

A comissão julgadora é formada por representantes da Ordem dos Advogados do Brasil/Seção São Paulo, do Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, da Associação Comercial de São Paulo, da Associação Paulista de Medicina, do Conselho Regional de Economia, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, da Revista Meio Ambiente Industrial e de um sindicato de trabalhadores indicado pelas centrais sindicais.

Medalha Socioambiental

Medalha Socioambiental e Diploma de gratidão da Cidade de São Paulo, referente ao Prêmio Destaque Responsabilidade Socioambiental 2017.  O Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade teve sua história de 25 anos de atuação reconhecida.

Projeto Consumo Sustentável e Ação na Subprefeitura da Lapa recebe menção honrosa do Prêmio Milton Santos da Câmara Municipal de São Paulo em 2015

O projeto Consumo Sustentável e Ação na Subprefeitura Lapa finalizado em julho de 2014, recebeu uma menção honrosa do Prêmio Milton Santos em junho de 2015 devido aos bons resultados que ofereceu a cidade de São Paulo.

 O projeto Consumo Sustentável e Ação foi realizado no período de julho de 2013 a agosto de 2014, na região oeste de São Paulo, subprefeitura da Lapa, composta pelos distritos da Barra Funda, Jaguara, Jaguaré, Lapa, Perdizes e Vila Leopoldina, teve como objetivo reduzir a quantidade de resíduos sólidos urbanos coletados na região. Por meio da articulação e envolvimento de 40 instituições (públicas, privadas e organizações sociais) atuantes na região, foi possível realizar 97 ações de conscientização que impactaram direta e indiretamente na melhoria da gestão dos resíduos dessa região e contribuiu para ampliar a participação da população na coleta seletiva e reduzir a quantidade de resíduos sólidos urbanos coletados e destinados ao aterro sanitário.

Como material de subsidio à todas as atividades do projeto e instrumento multiplicador de conhecimento foi produzido o Mapa do Consumo e Descarte Sustentável, com tiragem de 85.000 exemplares, todos distribuídos pelos parceiros do projeto e encartado no Jornal da Gente, mídia impressa local. A publicação consiste em um mapa da Subprefeitura Lapa no qual apresenta a localização de 102 pontos de entrega de diversos tipos de resíduos domiciliares, de alimentação orgânica e de práticas sustentáveis. O mapa também informa o dia em que os caminhões de coleta seletiva passam em cada região.

O verso do mapa traz informações educativas sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), como separar e destinar adequadamente cada tipo de resíduo gerado nas residências e técnicas de compostagem doméstica de resíduos úmidos. Para conduzir a adoção de hábitos mais sustentáveis, o material apresenta pequenas orientações de consumo e descarte, baseadas no conceito dos 5 Rs – Reduzir, Repensar, Recusar, Reutilizar e Reciclar.

O projeto foi um sucesso fazendo a subprefeitura da Lapa sair a frente de outras regiões na implantação do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PGIRS), além de ser contemplada com uma Central de Triagem Mecanizada para ampliação da coleta seletiva. A repercussão do projeto também foi muito positiva, despertando o interesse de outras subprefeituras e municípios, pois sua metodologia de implantação pode ser replicada em outras regiões.

O Prêmio Milton Santos foi instituído pela Câmara Municipal de São Paulo em 2002 com o objetivo de reconhecer e valorizar projetos que propiciem a ampliação de direitos territoriais e culturais, além de projetos que resultem em novas formas de solidariedade social (promoção da saúde, estímulo à arte e a à cultura, fomento a geração de renda, inclusão social, entre outros). O prêmio homenageia Milton Santos, importante geógrafo brasileiro, cujas ideias modificaram os conceitos de território, espaço e globalização, ao enfatizar a força do lugar, por sua dimensão humana.

Menção Honrosa no Prêmio Milton Santos

Menção honrosa do Prêmio Milton Santos em junho de 2015 devido aos bons resultados que o projeto Consumo Sustentável e Ação ofereceu a cidade de São Paulo. O projeto Consumo Sustentável e Ação na Subprefeitura Lapa foi realizado no período de julho de 2013 a agosto de 2014.

Prática de Referência EducaRes

Certificação da Coleção e Oficinas Consumo Sustentável e Ação como Prática de Referência em Educação Ambiental e Comunicação Social em Resíduos Sólidos-EducaRES  concedida pelo Ministério do Meio Ambiente em 2015.

Projeto Consumo Sustentável e Ação realiza oficina sobre descarte de resíduos e consumo

Participantes avaliam mapa/folder do Consumo e Descarte Sustentável

Várias instituições parceiras e agentes estratégicos do projeto Consumo Sustentável e Ação em Resíduos Sólidos na Subprefeitura Lapa reuniram-se, no dia 24 de abril, para participar da primeira oficina sobre Consumo e Descarte Sustentável. O projeto, desenvolvido pelo Instituto 5 Elementos, conta com financiado do FEMA – Fundo Especial de Meio Ambiente de São Paulo – e com o apoio da Natura Cosméticos e de mais 32 parceiros na região. Outras onze oficinas com o mesmo conteúdo programático serão promovidas até o mês de junho.


Nesta primeira oficina, realizada no Senac Lapa – Tito, foram abordadas as principais diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), o Plano de Gestão Integrado dos Resíduos Sólido da cidade de SP e a apresentação do diagnóstico sobre o sistema de gestão de resíduos sólidos domiciliares na Subprefeitura Lapa. O evento tem os objetivos de trazer informações aos cidadãos sobre Consumo e Descarte Sustentável a partir do conceito e prática dos 5RS – Reduzir, Repensar, Recusar, Reutilizar e Reciclar, ensinar como utilizar o minhocário (composteira caseira) para descarte adequado dos resíduos úmidos e propor articulações conjuntas entre os atores envolvidos na região.

É importante destacar, conforme mostra o gráfico abaixo, que 51% dos resíduos descartados em São Paulo são úmidos, ou seja, sobras de alimentos que podem ser reaproveitadas para produzir composto e biofertilizante, por meio do uso do minhocário. Se cada residência adotar esta prática, com certeza iremos reduzir o volume de lixo que vai para os aterros, além de também reduzir a produção de metano e chorume, que poluem o ar, solo e água.

Em 2012, foram coletadas e aterradas 174.592 toneladas de resíduos sólidos produzidos nas residências na região da subprefeitura Lapa. Deste total, apenas 2,3% dos resíduos secos descartados – o equivalente a 3.985,27 toneladas – foram encaminhados para reciclagem.

Assim, para fortalecer a coleta seletiva de resíduos secos, o projeto vai lançar, em junho deste ano, um folder contendo um mapa da Subprefeitura Lapa com a localização de pontos de entrega de diversos resíduos e de práticas sustentáveis e orientações sobre consumo e descarte responsável.

Monica Borba e Leila Vendrametto, do Instituto 5 Elementos, explicam como cuidar de um minhocário

Durante a oficina, os participantes receberam uma versão do mapa/folder para, em conjunto, apresentarem sugestões e contribuições para aprimorar este material que será distribuído pelas instituições na região. “Eu fiquei realmente muito feliz com este trabalho. Para eu que moro na região, é uma fotografia de possibilidades para o exercício do consumo responsável que para a gente é tão importante”, comenta Juliana Gonçalves, técnica de projetos do Instituto Kairós.

Uma das propostas é desenvolver uma versão digital e interativa do mapa. “Com a possibilidade do mapa se tornar um aplicativo e criar indicadores, eu acho que este projeto vai ser internalizado para a gestão dos resíduos nesta região. Mas o trabalho não se encerra aqui, isso é só o começo”, afirma Luara Maranhão, representante da Natura Cosméticos.

Com o propósito de sensibilizar o descarte correto de resíduos, os participantes receberam informações sobre ações sustentáveis, tais como: acondicionamento e separação de resíduos sólidos, produtos que podem ou não ser reciclados e uso de minhocários.


Agenda das próximas oficinas
Data Local
8 de maio Diretoria Regional de Educação Pirituba
9 de maio Subprefeitura Lapa
14 de maio Faculdades Integradas Rio Branco
15 de maio Diretoria Regional de Educação Pirituba
16 de maio Senac Lapa Tito
23 de maio Natura – Vila Jaguara
3 de junho SEST SENAT

Caso haja interesse em participar, entrar em contato com: comunicacao@5elementos.org.br

 

Instituto 5 Elementos disponibiliza o Relatório Institucional de 2013

Em 2013, o Instituto beneficiou diretamente 19.209 pessoas (professores, lideranças, jornalistas e agricultores), por meio de dez projetos referentes às temáticas sobre água, consumo sustentável, espaços educadores e cidades sustentáveis, de modo a contribuir para a transformação da sociedade rumo a práticas sustentáveis, com foco no diálogo e na educação. O relatório destaca a articulação de novas parcerias e as atuações no âmbito das Políticas Públicas, que contribuem com resultados qualitativos das nossas ações.

Na área de comunicação, foram lançados o novo site, a página do Instituto no Facebook e a campanha dos 20 anos com a publicação da primeira edição da Revista Elementar. É possível conferir os indicadores do site, redes sociais e mailing, as peças de comunicação produzidas pela equipe e a participação em eventos.
O relatório informa a todos os colaboradores, financiadores, parceiros e a sociedade civil como um todo, sobre as movimentações financeiras, a gestão de recursos humanos e a captação de recursos. Também disponibiliza o planejamento da ONG para o ano de 2014.

Clique aqui para visualizar o relatório

 

 

Iniciativas criativas serão expostas na Feira de Sustentabilidade em Nova Alvorada do Sul

No dia 4 de abril, foi realizada a primeira teleconferência com professores da rede municipal, membros da Secretaria de Educação de Nova Alvorada do Sul (MS) e a equipe técnica do Instituto 5 Elementos, localizado em São Paulo. A pauta da reunião foram os projetos de educação ambiental e o planejamento para realização da Feira de Ciências de Sustentabilidade, que ocorrerá no dia 24 de maio. O projeto é um investimento da Odebrecht Agroindustrial, por meio do Programa Energia Social para a Sustentabilidade Local.

Todas as escolas municipais estão envolvidas na realização do evento, que será organizado junto à feira livre de alimentos que ocorre todo final de semana na cidade. As iniciativas das escolas são bastante diversificadas e incluem projetos sobre horta suspensa, jardins feitos em pneus, minhocário, canteiro de temperos, casinha de garrafa pet e caixa Tetra Pak, livros com materiais recicláveis, concurso de fotografia da natureza, plantio de mudas do cerrado no entorno de uma nascente, entre outros.

A Secretaria de Educação do município apoiará a realização da feira, disponibilizando até R$150 por escola para a aquisição de materiais e também irá confeccionar um banner para apresentação dos projetos de cada escola. A prefeitura cederá barracas para as escolas, um palco com equipamentos de audiovisual e também oferecerá transporte para os alunos e professores das escolas rurais.

Comandada pela equipe da secretaria, a reunião teve a participação de todas as escolas, representadas pelo corpo gestor e por um grupo de professores que compõem a Comissão Organizadora da Feira. Os participantes fomentaram o compartilhamento de ideias, conhecimentos e práticas entre as escolas, incentivando a colaboração e a diversidade, princípios que norteiam uma verdadeira educação ambiental.

Plano de Gestão de Resíduos Sólidos prevê redução de resíduos destinados a aterro

A Prefeitura Municipal de São Paulo lançou, no dia 2 de abril, o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos da Cidade de São Paulo(PGIRS), cujo objetivo de longo prazo é reduzir ao máximo a quantidade de rejeitos e ampliar a coleta pública seletiva de recicláveis. Elaborado de maneira participativa com entidades e cooperativas, o documento traça metas para a coleta seletiva domiciliar e para a gestão de vários tipos de resíduos, além de estimular práticas de compostagem, reciclagem e educação ambiental.

Atualmente, apenas 46% do total de domicílios, em 75 dos 96 distritos da capital, são atendidos pela coleta seletiva. A meta de governo da prefeitura de São Paulo é aumentar a coleta resíduos secos de 1,8% para 10% até 2016. Para isso, o prefeito Fernando Haddad (PT) anunciou que o governo pretende inaugurar no dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, duas das quatro centrais de triagem mecanizadas previstas no PGIRS, com capacidade de processar até 250 toneladas diárias de resíduos recicláveis cada uma. As outras duas centrais só devem entrar em operação em 2016.

Durante o lançamento do PGIRS, o prefeito comentou que a ampliação da capacidade de triagem de materiais recicláveis é uma primeira etapa, anterior às iniciativas de educação ambiental. “Convidávamos as pessoas para reciclar, para fazer a coleta seletiva, e as pessoas viam os caminhões misturando o que elas tinham separado em casa, porque não havia centrais de triagem suficientes”, afirmou Haddad.

Ciente deste gargalo no sistema de reciclagem do município, o Projeto Consumo Sustentável e Ação em Resíduos Sólidos na Subprefeitura Lapa – promovido pelo Instituto 5 Elementos e financiado pelo Fundo Especial de Meio Ambiente de São Paulo (FEMA) – pretende lançar os 100 mil exemplares do Mapa – folder de comunicação do Consumo e Descarte Sustentável na região somente após a ampliação da capacidade de triagem de recicláveis, por meio das centrais mecanizadas. O folder consiste em um mapa contendo informações sobre onde adquirir alimentos orgânicos, onde descartar os vários tipos de resíduos produzidos nas residências e ainda o que fazer com os resíduos úmidos/orgânicos para transformá-los em adubo. O principal objetivo do projeto é reduzir a quantidade de resíduos que são enviados aos aterros sanitários.

O Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos da Cidade de São Paulo está disponível no site da prefeitura, no seguinte endereço: http://bit.ly/1sdNV8v

Instituto 5 Elementos apoia a Semana das Águas da Prefeitura de Itu

O Instituto 5 Elementos – Educação para Sustentabilidade apoiou a Semana das Águas realizada pela Prefeitura de Itu, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, disponibilizando o Jogo das Bacias Hidrográficas que tem um tabuleiro gigante, criado pelo Instituto.

No Jogo das Bacias Hidrográficas, os participantes adquirem conhecimentos sobre as vinte e duas bacias hidrográficas presentes no estado de São Paulo. Podem jogar de 20 a 30 alunos, divididos em quatro equipes. Cada equipe recebe 22 cartas com informações sobre os rios e a vegetação local e curiosidades sobre as bacias. Ao acertar as perguntas feitas por um instrutor, o grupo avança no percurso do tabuleiro, que começa na divisa do estado do Mato Grosso do Sul e termina no oceano Atlântico.

Dia da Água é comemorado com expedições aos rios urbanos em três capitais

No dia 22 de março, Dia da Água, o Instituto 5 Elementos realizou, em parceria com o HSBC e com a iniciativa Rios e Ruas, uma série de expedições em busca dos rios urbanos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Aproximadamente 160 voluntários do HSBC participaram das ações que ocorreram simultaneamente nas três capitais.

Em parceria inédita, o Instituto 5 Elementos e a iniciativa Rios e Ruas juntaram forças para promover a revitalização dos rios nas cidades. “Muita gente pensa que não existem rios na cidade ou que já morreram. Mas basta uma chuva de verão para mostrar que os rios estão lá, vivos, mas longe da visão das pessoas”, disse Luiz de Campos, um dos idealizadores do Rios e Ruas, para os voluntários de São Paulo. Próximas ao local de realização da abertura dos eventos, foram realizadas expedições ao longo dos cursos de rios que foram canalizados. Foi promovida uma dinâmica com os participantes e a apresentação dos cursos d’água de cada cidade, desconhecidos por muitos moradores.

Em São Paulo, a expedição levou os voluntários para a Ponte Cidade Jardim, sobre o Rio Pinheiros, para refletir sobre a história de ocupação de suas margens, incluindo os esforços para a mudança do curso do rio para geração de energia na usina Henry Borden. Os participantes ficaram chocados com o estado do rio. No Rio de Janeiro, o rio escolhido foi o Banana Podre, ou Bananada, que fica na Praia de Botafogo. Em Curitiba, a expedição foi repleta de personagens interessantes, com moradores, trabalhadores e passantes que contribuíram contando suas histórias pessoais relacionadas aos rios que passam ali. O Rio Ivo e o Rio Bigurrilho foram encontrados e percorridos, gerando inúmeras emoções aos participantes.

A ação gerou resultados muito positivos e conseguiu aflorar a emoção de todos ao ver o estado dos cursos d’água em seus municípios. Muitos voluntários saíram de lá estimulados a se envolverem com ações voltadas à melhoria da qualidade dos rios na cidade. “Depois de participar dessa expedição, vou me engajar no tema água após esse encontro”, disse um dos voluntários de São Paulo.

 

Biopadaria elabora cardápio baseado na alimentação orgânica

Ricardo Corrêa, um dos sócios e chefe de cozinha responsável pelas receitas orgânicas.

Pensar em sustentabilidade a partir de uma alimentação mais saudável. Esta é a proposta da Wheat Organics, uma biopadaria localizada na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo, cujas receitas são preparadas apenas com ingredientes orgânicos. Alimentos orgânicos não são apenas livres de agrotóxicos que poluem o meio ambiente e podem fazer mal à saúde, mas também são produzidos sem a utilização de adubos químicos, corantes, aromatizantes, conservantes ou de organismos geneticamente modificados. Além disso, possuem certificação do Ministério da Agricultura para garantir que foram cultivados preservando a fauna e a flora locais e os direitos dos trabalhadores do campo.

Há seis anos no setor da panificação artesanal, a Wheat elaborou o conceito de “biopadaria” ao alinhar o compromisso com a saúde à prática da sustentabilidade. “Entre as padarias da cidade, nós descobrimos que estávamos em um nicho único de cuidar da saúde, de preservar a vida e de estender este conceito para a comunidade, para o destino do lixo, para a sustentabilidade”, explica Ricardo Corrêa, um dos sócios da padaria. Em sintonia com este conceito, não são comercializados produtos prejudiciais à saúde como cigarros, bebidas alcoólicas, refrigerantes e aquelas balinhas industrializadas.

No estabelecimento, há uma variedade de produtos orgânicos como pães, bolos, tortas, cafés, iogurtes, sucos, chás, saladas e sanduíches. São comercializados cerca de 35 tipos de pães, feitos com farinha de trigo orgânica e fermento natural, cultivado diariamente, à base de água, farinha, passas e mel. Ricardo comenta que a produção de fermento vivo poderia ser mais disseminada entre as padarias para eliminar o uso de fermento biológico industrial. “Se você faz um fermento vivo aqui, faz outro na sua casa e prepara o mesmo pão, cada um vai ficar de um jeito diferente. É como se fosse uma identidade própria”, explica. No processo de produção artesanal, as características do pão mudam ligeiramente de um dia para outro de acordo com fatores climáticos como temperatura e umidade do ar.

Os ingredientes das receitas são escolhidos de acordo com as épocas de safra dos alimentos, respeitando os ciclos da natureza. “Nós seguimos o sazonal. Usamos no prato do dia as verduras que estão na época. É uma coisa legal, porque as pessoas estão sempre provando alimentos frescos”, revela Valéria Rinaldi, sócia da Wheat. A variedade de sucos bio, preparados sem água e sem açúcar, também muda de acordo com as frutas disponíveis em cada estação do ano.

O preço dos produtos orgânicos tende a ser mais elevado que o dos convencionais, porque sua escala de produção ainda é pequena. Mesmo assim, Ricardo e Valéria afirmam que o acesso a estes alimentos melhorou bastante ao longo dos anos. “Hoje tem vários itens orgânicos, várias marcas daquele mesmo produto. Assim, nós conseguimos trabalhar a nossa expertise que é a alta gastronomia”, avalia Ricardo. Alguns dos ingredientes usados na cozinha são vendidos no próprio local.

Além de aliar alta gastronomia e saúde, a Wheat Organics também se propõe a disseminar conceitos de sustentabilidade entre clientes, funcionários e fornecedores. “Estamos promovendo a sustentabilidade com essa ação de insumos orgânicos, fixando o homem no campo com dignidade e consumindo apenas produtos certificados”, argumenta Ricardo. Atento às demandas da comunidade, ele sempre deixa em cima do balcão do caixa algum abaixo-assinado promovido pelos moradores do bairro.

Os pães são preparados com farinha de trigo orgânica e fermento natural.

A padaria Wheat Organics é uma das 29 instituições parceiras do projeto Consumo Sustentável e Ação em Resíduos Sólidos na Subprefeitura Lapa, desenvolvido pelo Instituto 5 Elementos e financiado pelo FEMA – Fundo Especial de Meio Ambiente de São Paulo. Uma das propostas do projeto é desenvolver um folder do consumo e descarte sustentáveis com informações sobre como e onde descartar os resíduos sólidos domiciliares e sobre locais, como a Wheat, onde é possível encontrar alimentos orgânicos na subprefeitura Lapa.

Ricardo acredita que, para uma boa convivência em sociedade, é fundamental debater sobre o descarte de resíduos. Durante o expediente, ele costuma trocar informações com os clientes a respeito de produtos orgânicos, cidadania e sustentabilidade. Em sua avaliação, o projeto “é uma super ferramenta bem estruturada para nós utilizarmos nesta comunicação com o público. É uma peça que faltava no nosso quebra-cabeça sustentável”. Com o apoio do Instituto 5 Elementos, os donos da biopadaria pretendem implantar, ainda neste ano, um minhocário para reaproveitar os resíduos orgânicos e produzir biofertilizante.

 

Comitê Socioambiental da Jaguara articula-se com Projeto Consumo Sustentável e Ação

Reunião com os representantes do Comitê Socioambiental da Vila Jaguara.

O Instituto 5 Elementos reuniu-se, na manhã do dia 19 de março, com o Comitê Socioambiental da Vila Jaguara, no espaço Natura – Jaguara. O projeto Consumo Sustentável e Ação em Resíduos Sólidos na subprefeitura Lapa é uma realização do Instituto 5 Elementos, financiado pelo FEMA – Fundo Especial de Meio Ambiente de São Paulo – e com o apoio da Natura Cosméticos e de 28 parceiros na região.

O objetivo da reunião foi apresentar o Diagnóstico Preliminar do projeto, buscar novas parcerias com as instituições que compõem o comitê e planejar as duas oficinas do projeto que serão realizadas no distrito Jaguara. A consultora, Gina Rizpah Besen, apresentou resultados do diagnóstico sobre a gestão de resíduos sólidos na região, bem como o folder do consumo e descarte sustentáveis contendo informações sobre onde adquirir alimentos orgânicos, onde descartar os vários tipos de resíduos produzidos nas residências e ainda o que fazer com os resíduos úmidos/orgânicos para transformá-los em adubo. O mapa terá em breve uma tiragem inicial de 40.000 exemplares que serão entregues aos parceiros nas oficinas para apoiar os projetos que já desenvolvem na região.

O Comitê Socioambiental da Vila Jaguara é um grupo de representantes de empresas, órgãos públicos e entidades empenhado em buscar alternativas para os desafios presentes na região. Formado no início de 2013, o Comitê está fazendo levantamento dos projetos e parceiros que atuam localmente para, em conjunto com as empresas, articular iniciativas em busca da melhoria da qualidade de vida da população.

A ausência de áreas de lazer é um dos problemas apontados pelo grupo. “As crianças não têm um lugar para ir no período da tarde ou com a turma da escola para fazer alguma atividade”, comenta Deborah Monnerat, gestora local Lapa-Pinheiros do Programa Ambientes Verdes e Saudáveis (PAVS). Uma das poucas opções é o Parque Vila dos Remédios, cuja estrutura fora reformada parcialmente com o auxílio do comitê.

Para Deborah, a parceria com o projeto Consumo Sustentável e Ação pode trazer melhorias não só no Jaguara, mas na subprefeitura Lapa como um todo. “O mapa com os pontos de coleta vai ajudar a gente neste trabalho de educação ambiental, mostrando à população onde ela tem que descartar cada tipo de resíduo”, afirma.

O Comitê Socioambiental da Vila Jaguara é formado pelas seguintes instituições: Agenda 21 Noroeste; DGB Centro Oeste 1 – SVMA; JBS; Loga; Natura; Parque Vila dos Remédios; Parque Orlando Villas Boas; Projeto Criança Feliz; Programa Guri – Santa Marcelina Cultura; SEST/SENAT; Subprefeitura Lapa; TNT Transportes; e UBS Vila Jaguara.

Instituto 5 Elementos promove Curso de Formação Consumo Sustentável e Ação

Estão abertas as inscrições para o Curso de Formação Consumo Sustentável e Ação, promovido pelo Instituto 5 Elementos – Educação para Sustentabilidades. Voltado para professores, educadores ambientais, estudantes, lideranças comunitárias e agentes sociais, o principal objetivo do curso é difundir princípios, valores e práticas para atender às diretrizes da nova Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

O curso utiliza o material da Coleção Consumo Sustentável e Ação – coletânea composta por sete livros educativos sobre resíduos sólidos, produzida pelo Instituto 5 Elementos – para capacitar educadores sobre temas referentes ao consumo, mudanças climáticas, gestão de resíduos sólidos, entre outros.

A programação das aulas inclui palestras, exibição de filmes, promoção de rodas de conversas e dinâmicas participativas, atividades educativas propostas na Coleção Consumo Sustentável e Ação, além de uma visita ao Centro de Educação Ambiental em Caucaia do Alto, em Cotia (SP). Serão ministradas palestras sobre “Pegada Ecológica”, “Resíduos e mudanças climáticas”, “Consumo Consciente” e outros temas.

Cada aluno irá receber uma Coleção Consumo Sustentável e Ação, um calendário socioambiental, um caderno do 5 Elementos, a Revista Elementar, um conjunto de adesivos sobre como separar os resíduos de acordo com as diretrizes da PNRS e um certificado ao final da capacitação.

A formação tem duração de 30 horas – sendo oito encontros de três horas às quartas e um encontro de seis horas no sábado – e será realizada na sede do Instituto 5 Elementos. O valor total do investimento é de R$ 775,00, inclusas taxa de matrícula, 30h de curso e materiais. Será emitido recibo de doação no valor integral do curso a todos os participantes.

As inscrições podem ser feitas até o dia 11 de abril pelo site ou na sede do Instituto 5 Elementos, localizada na Praça Julio César, 14, Lapa, São Paulo. Tel: (11) 3871-1944.

Sobre o Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade

O Instituto 5 Elementos é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), fundada em 1993, em São Paulo, com o propósito de semear conceitos e práticas voltadas à sustentabilidade, fomentar o debate e as ações sobre questões socioambientais na sociedade, construir e disseminar conhecimentos de modo a transformar a relação das pessoas com a natureza e o meio ambiente urbano.

Sobre a Coleção Consumo Sustentável e Ação

A Coleção Consumo Sustentável e Ação é destinada a educadores e alunos, traz informações e propostas de padrões de consumo que visam reduzir o impacto sobre o meio ambiente através de mudanças das ações, hábitos, atitudes e estilos de vida. Com o objetivo de promover a cultura da sustentabilidade, a coletânea difunde os conceitos dos 5 Rs: Repensar, Recusar, Reduzir, Reutilizar e Reciclar, tendo como público-alvo os professores e estudantes do Ensino Fundamental I e II.

Subcomitê Pinheiros-Pirapora desde 2009

O Instituto apoia a gestão do Subcomitê Pinheiros-Pirapora em seu período de 2011 a 2013, pois Mônica Pilz Borba, gestora do Instituto 5 Elementos é vice-presidente do Subcomitê. A ideia é fortalecê-lo como instância de atuação dos diversos segmentos da sociedade e Estado para os recursos hídricos. Enfoca iniciativas nas áreas de comunicação social e de integração de seus membros.

Assim, as ações incluíram dar suporte profissional de comunicação social ao subcomitê: hospedagem, administração e produção de conteúdo do novo site www.pinheirospirapora.org.br; e assessoria de imprensa; fortalecimento a integração dos atuais membros do subcomitê; e identificar, cadastrar e mobilizar na sub-bacia instituições que agrupam e/ou representam a sociedade civil no subcomitê.

Em 2012, foram apresentados os Planos de Drenagem de Santana de Parnaíba, Itapevi, Osasco, São Paulo e o Terceiro Plano Diretor de Macrodrenagem da Bacia do Alto Tietê.

Também houve aumento da visibilidade do subcomitê e de sua função na região, bem como da Política Estadual de Recursos Hídricos. E houve a conclusão do Projeto de Fortalecimento do Subcomitê Pinheiros-Pirapora, que incluiu a Reformulação do Site do Subcomitê Pinheiros-Pirapora e a criação de um site para a Região Pinheiros-Pirapora, ambos realizados pelo Instituto 5 Elementos; elaboração das publicações: Plano de Comunicação, Guia de Fontes sobre Recursos Hídricos, Guia de Mídias da Região Pinheiros-Pirapora, Ecomapeamento das interações no Subcomitê Pinheiros-Pirapora/AT, Cadastro da sociedade civil e de usuários de água na sub-bacia hidrográfica Pinheiros-Pirapora /Alto Tietê.

Parceiros: municípios da região Pinheiros-Pirapora (Barueri, Carapicuíba, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Santana de Parnaíba, São Paulo, Cotia, Embu das Artes, Vargem Grande Paulista).

O Projeto Consumo Sustentável a Ação na Subprefeitura da Lapa já começou.

Para contribuir com a melhoria da gestão dos resíduos na cidade de São Paulo, o Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade, em parceria com Subprefeitura da Lapa, o Jornal da Gente e outras entidades da região,  iniciou o projeto Consumo Sustentável e Ação na subprefeitura da Lapa.

Financiado pelo Fundo Especial de Meio Ambiente da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo, o projeto tem por objetivo reduzir a quantidade de resíduos coletados que são depositados e desperdiçados em aterros sanitários. Inicialmente será realizado um diagnóstico da gestão dos resíduos na região e produzido um material de apoio, que orientará os moradores na direção de um consumo de mais qualidade, indicará como participar da coleta seletiva, onde devolver embalagens e produtos e destinar resíduos eletroeletrônicos e entulhos.

 

O Projeto já conta como parceiros  Jornal da Gente; Cooperativa Regional de Coleta Seletiva e reciclagem da Região Oeste – Cooperação; Cooperativa de Produção, Recuperação, Reutilização, Reciclagem e Comercialização de resíduos Sólidos, Eletro Eletrônicos- COOPERMITI; SENAC Lapa Tito; Cades Lapa; Associação Comercial de São Paulo– Distrital da Lapa; Associação dos Funcionários da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo – AFALESP, e busca ampliar as parcerias com o objetivo de somar  esforços para potencializar o que está sendo desenvolvido e futuras ações conjuntas.

 

No  ano de 2014  serão realizadas oficinas com os parceiros e lideranças das regiões para disseminar as práticas de consumo sustentável, separação dos resíduos para a  coleta seletiva, implantação de compostagem doméstica e de  minhocários.

 

Nesse mês já forma iniciadas as visitas às cooperativas parceiras que atuam na região como Cooperação, Coopermiti e a Coopervivabem.

A Cooperação é uma das 20 cooperativas de catadores de materiais recicláveis conveniadas com a Prefeitura de São Paulo para atuar na coleta seletiva na região.

A cooperativa conta com 51 cooperados e  realiza a coleta seletiva porta a porta em caminhões cedidos pela prefeitura, e ainda triagem e venda desses materiais, a renda deles é obtida com  a venda do material coletado. Possuem também um brechó no qual você pode comprar  objetos, roupas, sapatos e também fazer doações. A cooperativa vende parte do que recebe como doação e divide o ganho entre seus trabalhadores e também doa para instituições beneficentes.

Você pode entregar seus recicláveis ou doar objetos para o brechó na cooperativa que fica na Rua Foben, 101 na Vila Leopoldina.

 

Audiência Pública da Política Municipal de Educação Ambiental é marcada por forte participação da sociedade civil

Aproximadamente 100 representantes da sociedade civil, além dos vereadores Nabil Bonduki (PT), Ricardo Young (PPS), Police Neto (PSD), Andrea Matarazzo (PSDB) e representantes da sociedade civil e das Secretarias de Educação e do Verde e Meio Ambiente, estiveram presentes ontem, 28 de agosto, no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo para discutir o projeto de lei 235/2012 da Política Municipal de Educação Ambiental, apresentado pelo vereador Dalton Silvano (PV).  Aprovado em primeira votação pelos vereadores, o projeto está em processo de consulta pública antes de voltar ao plenário.

Após abertura para falas, representantes da sociedade civil e de alguns órgãos públicos apresentaram suas considerações e colocaram importantes questões referentes ao histórico da discussão sobre a Política Municipal de Educação Ambiental na cidade e outras questões referentes à atuação do governo municipal. Uma das primeiras a falar foi Raquel Trajber, importante personagem na história da construção da Política Nacional de Educação Ambiental, que ressaltou a importância da consolidação de espaços educadores voltados à educação ambiental nas subprefeituras. Raquel ainda enfatizou o papel crucial de uma universidade voltada especificamente para a formação na área. O vereador Ricardo Young (PPS) complementou falando sobre o papel da Universidade Livre de Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ) que precisa ser fortalecido.

Mirian Dualib, representante do Instituto Ecoar, frisou a importância da discussão e da necessidade de convergência com a sociedade civil para a elaboração de um projeto de lei com consistência, controle social e aplicabilidade, propondo a constituição de um Grupo de Trabalho (GT) paritário entre sociedade civil, parlamentares e poder executivo, para referendar as considerações da Audiência Pública. Todas as falas reafirmaram a necessidade da participação da sociedade civil, que há mais de 20 anos discute a construção de políticas públicas de Educação Ambiental e luta pela implantação de planos estaduais e municipais.

Cris Godoy, representante do Instituto Refloresta, apresentou o histórico de discussão da minuta da Política Municipal pelo grupo da Pré-CIMEA, integrada por representantes de organizações da sociedade civil e de outros setores, que foi distribuída aos presentes.          Esse documento mostra o trabalho de mais de 20 instituições que atuam na área e que discutem a construção dessa política desde 2010. A proposta traz diferentes proposições daquelas apresentadas pelo projeto de lei substitutivo do vereador Dalton Silvano.

Além da discussão sobre a Política Municipal de Educação Ambiental, diversos representantes de organizações da sociedade civil questionaram a atuação do poder público na esfera ambiental e demonstraram preocupação com a prioridade que está sendo dada para o tema. Marília Fanucchi, integrante do GT de Meio Ambiente da Rede Nossa São Paulo, apresentou em sua fala diversos empreendimentos que geram impactos ambientais negativos na cidade, como a construção do aeroporto em Parelheiros, o desmatamento de áreas da Serra da Cantareira para a construção do eixo Norte do Rodoanel e a doação do Parque Municipal CEMUCAM e o Viveiro Harry Blossfeld para o Município de Cotia.

Após a fala da plateia, o vereador Dalton Silvano (PV) comunicou a todos que a proposta enviada pelo grupo da Pré-CIMEA será estudada e avaliada pelos vereadores presentes e pelas Secretarias envolvidas na Política Municipal de Educação Ambiental. Após a análise, será marcada uma reunião, antes da próxima audiência pública, com participação de representantes da Pré-CIMEA, para tentativa de consenso sobre o texto do projeto de lei substitutivo. Dalton finalizou divulgando a data da próxima audiência pública, a ser realizada no Salão Nobre da Câmara Municipal no dia 11/9 às 10h30.

Plataforma de Apoio a Agricultura Orgânica na cidade de São Paulo ganha novo apoio

O Greenpeace é a mais nova entidade apoiadora da Plataforma de apoio a Agricultura Orgânica na cidade de São Paulo, que foi desenvolvida com o objetivo de garantir as reivindicações e fortalecer a produção dos agricultores que se dedicam a produzir orgânicos nas áreas rurais do município.

Em maio de 2013 diversas instituições da sociedade civil junto a Frente Parlamentar realizaram, na Câmara Municipal de São Paulo, a Semana de Agroecologia que divulgou a Plataforma, conquistando apoio dos parlamentares e órgãos públicos, mobilizando a sociedade civil e articulando a construção de políticas públicas para a agricultura orgânica. Para saber mais sobre esse evento acesse: http://www.5elementos.org.br/site/index.php/programas/programa-cidades-sustentaveis/semana-da-agroecologia-na-cidade-de-sao-paulo/

Atualmente as 23 Instituições que apoiam a Plataforma de Apoio a Agricultura Orgânica na cidade de São Paulo são: AAO – Associação de Agricultura Orgânica, ABD – Associação Biodinâmica, ANC – Agricultura Natural de Campinas, APOSM – Associação de Produtores Orgânicos de São Mateus, AHPCE – Associação Holística de Participação Comunitária Ecológica, Casa do Rosário e Centro Paulus, COMBRAFITO, COOPERAPAS – Cooperativa Agroecológica dos Produtores Rurais e de Água Limpa de SP, Fundação Mokiti Okada, Greenpeace, Idec- Instituto  de Defesa  do Consumidor, Instituto Alana, Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade, Instituto Kairós, Instituto Pedro Matajs, Instituto Pólis, Instituto Refloresta, MOA International Brasil, Slow Food São Paulo, Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, Movimento Boa Praça, Instituto Pedro Cozzi – Espaço DAR VIDA ( Food Revolution Day) e S.O.S Mata Atlântica

Roda de Conversa organizada pelo Instituto 5 Elementos e OCA – Laboratório de Educação Ambiental e Política Pública reúne principais nomes da Educação Ambiental em São Paulo

Em cerimônia de lançamento do livro “Educação ambiental e políticas públicas: conceitos, fundamentos e vivências”, o Instituto 5 Elementos – Educação para Sustentabilidade, em parceria com a OCA – Laboratório de Educação Ambiental e Políticas Públicas, organizou uma roda de conversa com os autores do livro e autoridades no assunto. O evento ocorreu ontem, 15 de agosto, na Livraria da Vila e reuniu aproximadamente 42 pessoas, entre pesquisadores, estudantes e representantes de organizações não-governamentais. Estiveram presentes o Profº Marcos Sorrentino, assessor especial do Ministro da Educação Aloysio Mercadante, o Profº Pedro Roberto Jacobi, coordenador do curso de doutorado do PROCAM (Programa de Ciências Ambientais/USP) e autoras de capítulos do livro e pesquisadoras da OCA.

“A construção coletiva de políticas públicas na educação ambiental é um dos grandes desafios para o governo e a sociedade civil. Como criar processos educadores que problematizem a questão ambiental e se alicercem na construção de políticas públicas de forma participativa?”, comentou Marcos Sorrentino em sua fala, elucidando a problemática que gerou a ideia central do livro. Ele foi organizador dos artigos e coordena a OCA na Escola Superior de Agricultura ‘Luiz de Queiroz’ (ESALQ/USP). O livro se estrutura em 5 eixos centrais, que serviram como temas geradores para os inúmeros diálogos e reflexões que deram luz ao livro: identidade, comunidade, diálogo, potência de ação e participação. “A política pública é o que ampara nossa atuação e fortalece os diálogos”, afirmou Pedro Jacobi, sobre a importância da construção participativa de políticas públicas ambientais.

Durante o diálogo, a coordenadora do Instituto 5 Elementos, Mônica Borba, ressaltou a importância da participação das pessoas no processo de construção da Política Municipal de Educação Ambiental de São Paulo (PMEA). Está em discussão um Projeto de Lei apresentado pelo vereador Dalton Silvano (PV) para implantar a PMEA que é criticado por instituições da sociedade civil. É preciso ampliar o debate nas redes de educação ambiental e todos foram convidados a participarem da Audiência Pública sobre o PL, que será realizada dia 28/08/2013 às 10h30 no Salão Nobre Presidente Brasil Vita – 8º andar da Câmara Municipal de São Paulo – Viaduto Jacareí, nº 100 – Bela Vista – São Paulo.

 

Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade participa do Plano Diretor da Cidade

No dia 27 de julho aconteceu a revisão participativa do Plano Diretor de São Paulo, e o Instituto 5 Elementos, por meio da participação de sua fundadora e gestora Mônica Borba, contribuiu para apoiar a construção de uma sociedade sustentável em São Paulo e em especial na Subprefeitura da Lapa. Segue abaixo suas principais sugestões:

Em relação a COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO:

• Comunicação direta com a população por subprefeitura: Cada subprefeitura deveria ter um portal de comunicação da região, envolvendo a sociedade civil e organização de cada região. A ideia é ter um espaço digital no qual se possa divulgar os projetos e iniciativas que geram desenvolvimento ambiental, cultural e educacional (entre outros) da região.

• Criação de um banco de dados dos moradores, que podem optar por receber por e-mail, ampliando a ação e comunicação do governo com a sociedade.

Em relação as ÁREAS VERDES, ESPAÇOS EDUCADORES E ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL:

• Projeto para sustentabilidade e uso das praças públicas pela sociedade civil para isso, propõem-se a criação de uma gestão e utilização das praças ampliando considerando assim a possibilidade de ter um zelador (que pode ser contratado visando o assistencialismo e a integração de cidadãos como moradores de rua, ex-prisioneiros, etc), hortas e plantio útil (hortaliças e ervas) e compostagem local de cada praça.

• Que seja incentivado o plantio de espécies de mata atlântica nas praças, valorizando ainda mais o meio ambiente.

• Promover programa de plantio de árvores nas vias públicas envolvendo os moradores em sua manutenção, tornando-os seus tutores por meio de programas de educação ambiental.

• Fazer uma campanha permanente para recolher os dejetos de animais domésticos espalhados pelas ruas. O cidadão responsável pelo recolha e o deposite em lixeiras próximas.

• Manter cursos de jardinagem, alimentação saudável permanentes nas 32 escolas estufas que existem em cada uma das subprefeituras, criando rede social com foro nesta temática, que deverá promover intervenções nas áreas verdes da cidade.

• Varrição seletiva das ruas, separando os orgânicos dos rejeitos. As folhas, consideradas orgânicos poderiam ser encaminhadas para as praças incrementando as seriapilheiras e ou compostagem nas mesmas

• Incentivar por meio de programas de educação ambiental e assistência técnica o incentivo à produção orgânica nas APAs- áreas de proteção ambiental – contribuindo para criação de feiras orgânica nos parques municipais de SP.

• Fazer o mapeamento das áreas verdes e dar acesso dos dados à população.

• Promover uma política de manutenção preventiva das áreas verdes e do entorno. Uma parte da arrecadação do ISS será revertida para manutenção das áreas verdes.

Em relação as ÁGUAS e RESÍDUOS SOLIDOS:

• Comunicar por meio de mapas e placas os nomes e localizações dos rios, nascentes, córregos e riachos, principal, e enterrados evidenciando a geografia local.

• Consolidar o pagamento pelos serviços ambiente aos proprietários de terras produtoras de água e catadores e cooperativas de resíduos.

Quem quiser conhecer todas as propostas sistematizadas, bem como os participantes neste processo visite site: http://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/biblioteca/

Instituto 5 Elementos apoia a campanha em defesa da população dos mananciais e da cidade de São Paulo #aeroportoemparelheirosNÃO

#aeroportoemParelheirosNão

A escassez

O município de São Paulo vive uma situação de estresse hídrico, assim como as demais cidades da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), porque possui uma baixíssima disponibilidade de água por habitante. Segundo recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), o mínimo aceitável é que haja um índice de 1.501 m³ por habitante ao ano. Conforme levantamento da Faculdade de Engenharia, setor de Hidráulica e Irrigação, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a RMSP registra somente 201 m³.

Pelos critérios da ONU, a situação é extremamente grave. A título de comparação, o estado de Pernambuco, apontado como a área mais seca do país, possui uma disponibilidade hídrica de 1.320 m³ por habitante/ano, de acordo com o mesmo levantamento da Unesp.

Atualmente, 9 milhões de pessoas da RMSP consomem água que, em grande parte, é importada da Região Metropolitana de Campinas (bacia hidrográfica do Rio Piracicaba) e da porção Sul do Estado de Minas Gerais. Ambas contribuem para um conjunto de reservatórios que formam o complexo Sistema Cantareira.

A Represa Billings, por sua vez, é responsável pelo abastecimento de 1,6 milhão de pessoas por meio do Sistema Rio Grande. Já a Represa do Guarapiranga responde pelo abastecimento de 4 milhões de pessoas.

O crescimento desordenado da RMSP, a ausência de regras claras, a fiscalização omissa, a frouxidão no cumprimento das leis, bem como políticas públicas insuficientes e ineficazes, provocaram, desde a década de 1970, a ocupação das áreas produtoras de água.

A partir dos anos 1990, diversos programas vêm sendo executados pelos Governos Federal, Estadual e municipais com o objetivo de recuperar os mananciais, sobretudo Guarapiranga e Billings. Somente nos últimos anos, R$ 5 bilhões foram investidos, incluindo os R$ 2,2 bilhões anunciados pela presidenta Dilma Rousseff, no dia 31 de julho de 2013, em visita à cidade de São Paulo.

Pouso forçado

Recentemente, se anunciou que será construído um aeroporto privado na região de Parelheiros, ao Sul da capital. Já chamado de Aeródromo Harpia ou Aeródromo Rodoanel, a proposta representa um absoluto despautério. É um escancarado confronto aos esforços que o poder público vem empreendendo no sentido de preservar as fontes de água.

Mais do que isto, o projeto subordina claramente os interesses públicos ao interesse de um reduzido, minúsculo grupo privado. O imaginado campo de aviação seria destinado à chamada aviação executiva – operada por táxis aéreos, helicópteros e cargas – e está localizado ao lado da Represa do Guarapiranga e do Parque da Várzea do Embu Guaçu, próximo ao Parque Natural Municipal do Jaceguava, áreas de preservação, e em rota migratória de avifauna.

O anunciado aeroporto seria localizado exatamente ao lado da várzea do maior formador da represa que abastece 4 milhões de pessoas, o rio Embu Guaçu. Essa várzea, preservada, funciona como um filtro, depurando a poluição recebida pelo rio antes que chegue ao reservatório Guarapiranga.

As regiões de Parelheiros, Capela do Socorro, M’Boi Mirim e Cidade Ademar, assim como as demais da cidade e da RMSP, necessitam, sim, de investimentos em infraestrutura. Carecem de que os serviços essenciais funcionem minimamente sobretudo, em Saúde, Educação, Transporte, Saneamento, Segurança e, evidentemente, Moradia.

Falaciosamente, o projeto do aeroporto vem sendo apresentado à população local como um sinal de desenvolvimento. Em verdade, trata-se de uma mera mimetização de um ultrapassado conceito de desenvolvimento, que preza por resultados econômicos imediatos para poucos  – e, neste caso, para bem poucos – em detrimento da maioria das pessoas.

O argumento de que esse empreendimento iria gerar empregos não se sustenta. As eventuais colocações que seriam geradas necessitam de um grau de qualificação diferente daquele que a população local possui, só iria atrair para a região novos moradores, pressionando, ainda mais, a precária oferta de infraestrutura urbana.

De fato a região de Parelheiros necessita de empregos. Porém, há setores econômicos e cadeias produtivas que são intensivos em mão de obra e provocam impacto relativamente baixo no meio ambiente, como o turismo, agricultura orgânica, call centers,  desenvolvimento de software entre outras.

Conforme já anunciado pelo empreendedor, para favorecer o acesso ao aeroporto, se pretende construir uma alça ligando-o ao trecho Sul do Rodoanel Mário Covas – licenciado como rodovia classe zero – ou seja, sem acessos exatamente para não induzir o adensamento da região. Isto evidencia, também, que as pressões para a realização de novas aberturas a essa rodovia serão irresistíveis e o processo de ocupação, incontrolável.

Além da evidente fragilidade ambiental, a área onde se pretende instalar o empreendimento é frequentemente coberta por forte neblina, denominada cavalo branco pela população local, que persiste até o meio da manhã e cai novamente à tarde. Isto reforça os indícios de que a construção do aeroporto seria uma motivação para a abertura e ocupação definitiva das margens definitiva do Rodoanel e a instalação de polos de logística naquela área, o que transformaria radicalmente a paisagem, atualmente preservada, e toda a dinâmica socioambiental.

A simples notícia do projeto foi suficiente para agitar o mercado imobiliário local e desencadear um processo de especulação que, como já se sabe, expulsará a população de baixa renda para áreas mais distantes. Essa movimentação  exigirá do setor público novos e maiores investimentos, enquanto que os interesses privados se locupletarão.

Sem amparo na legislação

Por fornecer água à RMSP, a área é protegida pela Legislação Estadual de Proteção aos Mananciais. Portanto é necessário o licenciamento pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente, o que exige a elaboração e aprovação de EIA/RIMA bem como a realização de audiências públicas. Por estar próximo ao Parque Natural Municipal do Jaceguava, também terá de se submetido à apreciação da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente. Nada disso ocorreu.

Entretanto os empreendedores usam de estratégia nefasta e tortuosa e procuram convencer a população local e a opinião pública em geral por meio da mídia, dando como certa a implantação do campo de aviação.

A área onde se pretende instalar o aeroporto possui mais de 50 nascentes. No local, de acordo com o Plano Diretor vigente, incidem duas categorias de zoneamento: Zona Especial de Preservação Ambiental e Zona de Proteção e Desenvolvimento Sustentável. Estas denominações são auto-explicativas. Entretanto, os empreendedores e aqueles que defendem o projeto  arrogantemente alardeiam que tais restrições serão retiradas no processo de Revisão do Plano Diretor em andamento e que a negativa da Prefeitura será revertida. Porém, as oficinas participativas realizadas pelo Executivo Municipal  Prefeitura mostraram que a vontade da população é bem outra: manter e até reforçar, a proteção da área.
Abortar o voo

Este pernicioso projeto acendeu a luz de atenção total. Dezenas de representantes de organizações da sociedade civil, técnicos de diversas áreas e cidadãos se reuniram em uma histórica plenária que reuniu 91 pessoas, em 1º de agosto de 2013, no Auditório do CEU Cidade Dutra. Na oportunidade, foi aprovada a redação deste manifesto que expressa absoluta contrariedade à malfadada proposta de um aeródromo em  Área de Proteção aos Mananciais.

É um empreendimento que está em flagrante e total oposição às políticas desenvolvidas pelo setor público e pelas organizações da sociedade civil que defendem as áreas de mananciais. Portanto, merece nosso rotundo e veemente repúdio.

Por representar um modelo de desenvolvimento que é sinônimo de degradação socioambiental, de sequestro e privatização de bens públicos em benefício de uns poucos privilegiados e por ser a sentença de morte dos mananciais Guarapiranga e Billings, entendemos que o único procedimento cabível ao Poder Público é negar qualquer tipo de licença para este abjeto projeto.

Por tudo isso, nós cidadãos, técnicos, pesquisadores e representantes das organizações a seguir identificados dizemos:

 

#aeroportoemParelheirosNÃO!

Movimento Aeroporto em Parelheiros Não!

www.facebook.com/Movimento Aeroporto em Parelheiros Não

Assinam:

Organizações:

 1)     Aldeia Guarani Tenondé Porã

2)     Associação de Monitores Ambientais Apa Capivari-Monos (Amoapas)

3)     Associação dos Lojistas e Trabalhadores Adolfo Pinheiro (ALTAP)

4)     Associação Movimento Garça Vermelha (Mogave)

5)     Associação Ninho Criança Esperança

6)     Associação Novo Grajaú

7)     CADES Capela do Socorro

8)     CADES Santo Amaro

9)     Casa do Rosário

10)  Centro de Trabalho Indigenista

11)  Centro Paulus

12)  Ciranda Comunidade e Cidadania

13)  Coletivo Curupira

14)  Coletivo Juntos Parelheiros

15)  Comissão Guarani Yvyrupa

16)  Conselho Gestor da Apa Bororé-Colônia

17)  Conselho Gestor da Apa Capivari-Monos

18)  Cooperativa Agroecológica dos Produtores Rurais e de Água Limpa da Região Sul de São Paulo (Cooperapas)

19)  Espaço de Formação Assessoria e Documentação

20)  Hortelões Urbanos

21)  Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade

22)  Instituto Biguá Eco-estudantil (Ibeco),

23)  Instituto Kairos Ética e Atuação Responsável

24)  Instituto Mananciais

25)  Movimento Brasil Pelas Florestas

26)  Núcleo Interdisciplinar de Ciências Ambientais (Nica)

27)  ONG Fiscais da Natureza

28)  Projeto Imargem

29)  Projeto Mais Verde Parque Terceiro Lago

30)  PSOL – Parelheiros

31)  Secretaria Executiva da Rede Nossa São Paulo

32)  Sociedade Amigos Riviera Paulista

33)  Sociedade Santos Mártires

34)  SOS Represa do Guarapiranga

35)  Veredas

36)  Virada Sustentável

37)  Vitae Civilis  Instituto para o Desenvolvimento, Meio Ambiente e Paz

   Pessoas físicas:

1)     Adriana Cognolato – Educadora

2)     Adriana Trapiá – psicóloga

3)     Amauri Vasconcelos – atleta amador (Acadêmicos C.Dutra)

4)     Ana Cristina Gimenez – geógrafa

5)     Ana Júlia Merlander – ambientalista

6)     Ana Maria dos Santos – Aposentada da Prefeitura São Paulo

7)     Ana Paula Christi – Colônia

8)     Andrea Cristiane Martins – moradora

9)     Aparecida Madalena Tofolo – Associação Vargem Grande

10)  Arselino Tatto – vereador SP

11)  Axel Von Hilsen –  morador da Região

12)  Axel Von Hilsen – morador

13)  Bawer Wolfgang – Instituo de Pesquisas Tecnológicas – IPT

14)  Beatriz C. Maroni – morador local, liderança comunitária

15)  Benjamin Capellari – geógrafo, professor universitário

16)  Carmen E. C. Maroni – moradora, liderança local

17)  Cristina Antunes – arquiteta e urbanista

18)  Daniel Pierri – antropólogo

19)  David Maria Galvão oliveira – ativista social

20)  Delmar Mattes – geólogo

21)  Dulcinéia de Fátima Ferreira Pereira – Educadora, professora UFSCar

22)  Edvan B. da Silva –  Associação Empresarial da Região Sul Aesul

23)  Enio Tatto – deputado estadual SP

24)  Erley de J. Coradi, educador ambiental e guia de turismo de Parelheiros

25)  Ermínia Maricato – arquiteta e urbanista, professora FAU-USP

26)  Evanilda Ferreira Santos – Associação Vila Rubi

27)  Fabio Schunck – Biólogo, Pesquisador do Museu de Zoologia da USP

28)  Flora Maria Bellenzani de Moraes – estudante

29)  Gilberto Natalini – vereador SP

30)  Gina Rizpah Besen – psicóloga e doutora em ciência da Saúde FSP-USP

31)  Giselda Pires de Lima (Jera.) – liderança, aldeia Tenondé Porã

32)  Helder Girolamo Scantamburlo – consultor ambiental

33)  Humberto Góis de Melo – liderança local

34)  Jair Tatto – vereador SP

35)  Janes Jorge – historiador professor da Universidade Federal de São Paulo Unifesp

36)  Jeniffer Rodrigues  – Integrarte Grajaú

37)  João Paulo Capobianco – ambientalista

38)  Jonas Alves Portugal – Ambientalista

39)  José Álvaro Coelho – arquiteto e urbanista

40)  José Augusto de Carvalho – Organizador da AvistarBrasil – Encontro Brasileiro de Observação de Aves

41)  Karla Sessin Dilascio – bióloga e mestranda do PROCAM/USP

42)  Leonardo Tatto – videomaker

43)  Lucas Matos Araujo – liderança local

44)  Luciana Nicolau Ferrara – arquiteta e urbanista

45)  Luis Henrique M. Meira – Morador – Abst

46)  Luis Maurício Martins Borges – economista

47)  Luiz Felippe de Moraes Neto – arquiteto urbanista

48)  Luiz Henrique M.Ferreira – presidente do Conseg Interlagos, Núcleo de Desenvolvimento Sustentável da Capela do Socorro

49)  Luiza Leifert – Conseg C.Crande

50)  Magna Carvalho – consultora e assessora em projetos de turismo sustentável

51)  Marcela B. Garcia – liderança Local

52)  Marcos dos Santos Tupã – coordenador da Comissão Guarani Yvyrupa

53)  Maria de Fátima Nogueira – liderança local

54)  Maria do Socorro Silva Pereira Lippi – bióloga e professora universitária

55)  Maria Lúcia Bellenzani –  Agrônoma e ambientalista

56)  Marília Ferraz –  bióloga e especialista em engenharia ambiental

57)  Marines Tressan – Liderança Jd. Manacá da Serra

58)  Mario Idumi Yshimo – morador

59)  Marta Bedendo – moradora

60)  Marta F. Pereira – integrante da  Achave

61)  Mônica Pilz Borba – pedagoga, educadora ambiental

62)  Nabil Bonduki, arquiteto urbanista, professor FAU-USP e vereador SP.

63)  Natalia Dias Tadeu – Gestora Ambiental e Mestranda PROCAM – USP

64)  Neide Lamen – cidadã

65)  Nina Orlow – ambientalista

66)  Oscar Simonsen Júnior – engenheiro

67)  Pasquale Pedote – aposentado

68)  Patrícia Mc Carthy – bióloga e guia de ecoturismo

69)  Paulo Henrique Martinez – professor Dep. História da Universidade Estadual Paulista  Unesp

70)  Paulo Rogério da Rocha – Estudante

71)  Pedro Jacob – sociólogo, professor do PROCAM/USP

72)  Pilar Machado da Cunha – geógrafa

73)  Priscila Ikematsu – Engenheira Ambiental, mestranda da FAU USP

74)  Rafaela Pires Gonçalves – Advogada

75)  Raquel Rolnik – urbanista professora livre docente FAU-USP

76)  Renato A. Tagnin – arquiteto e urbanista, professor universidade Senac

77)  Ricardo Guterman – sociólogo

78)  Ritta de Cássia Dantas Sivieri – moradora

79)  Roberto S. Ribeiro – liderança local

80)  Sabrine  Von Hilsen – morador

81)  Salloma Salomão Jovino da Silva – músico e historiado e cidadão ativo

82)  Suely Damkauskas –  Conselho de saúde

83)  Tânia Olga Solitrenick – Socióloga

84)  Tatiana Barreto Julio – gestora ambiental, mestranda PROCAM – USP

85)  Tereza Schneider – moradora

86)  Thiago de Souza Borges – jornalista

87)  Victor Danilo Bessa Roque de Moraes – estudante

88)  Viviane Bueno Lopes – Jd. Iporã

89)  Viviane Bueno Lopes – Jd. Iporã

90)  Wagner Costa Ribeiro – geógrafo – professor dos programas de Pós-Graduação em Ciência Ambiental e em Geografia Humana da USP

91)  Wagner de Almeida – cidadão

92)  Zé Márcio – músico

Colaboradoras do Instituto 5 Elementos são eleitas delegadas pela sociedade civil da IV Conferência Municipal de Meio Ambiente

No último sábado, 27 de julho de 2013, as integrantes o Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade, Mônica Pilz Borba, moradora da Lapa e Juliana Belko, moradora da Mooca, exerceram sua cidadania e participaram das Prés-Conferências de Meio Ambiente nas Subprefeituras da Lapa e Sé e foram eleitas como delegadas para participar da IV Conferencia Municipal de Meio Ambiente que está focada na discussão dos Resíduos Sólidos, e que ocorrerá nos dias 31/8 e 1/9 na cidade de São Paulo.

Na Subprefeitura da Sé o evento foi dirigido pelo Secretário Simão Pedro, da Secretaria de Serviços, e pelo Subprefeito da Sé Sr. Marcos Roberto, e teve a presença de 132 cidadãos. O Sr. Simão Pedro apresentou um panorama da gestão de resíduos sólidos na cidade de São Paulo e, em particular, da região central, uma das mais problemáticas de São Paulo quanto a gestão de resíduos, tendo em vista a grande quantidade e diversidade do comércio varejista, bares e restaurantes, sobretudo o comércio de confecção e vestuário, potencial geradores de resíduos volumosos.

Outro agravante da região central são os focos de descarte inadequado de lixo e entulho. O Srs. Simão Pedro e Marcos Roberto afirmaram que vêm fazendo gestões para minimizar esses problemas, inclusive buscando acordos e parcerias com comerciantes da região.

Na Subprefeitura da Lapa, a condução foi de Salete funcionária da AMLURB e do Subprefeito Ricardo Airut Pradas com a participação de 60 cidadãos. Salete apresentou as premissas sobre a IV Conferencia, que envolve 10 secretarias neste processo e abriu a palavra aos moradores da região que pudessem falar sobre o tema. Mônica Pilz Borba falou que esta região tem muitas áreas verdes e que a compostagem deve ser uma prioridade no novo Plano de Gestão Integrada dos Resíduos para São Paulo, já que está sendo revisado e deve trazer respostas mais efetivas aos diferentes tipos de resíduos gerados em cada região da cidade. Muitos moradores reclamaram da atual coleta seletiva e da falta de comunicação das empresas com a comunidade, trazendo muito desconforto a comunidade.

Artigo 19 e organizações brasileiras condenam cancelamento da visita de Relatora da ONU pelo governo

As organizações ARTIGO 19, Vitae Civilis, Instituto 5 elementos – Educação para a Sustentabilidade, Centro da Negra e Negro da Transamazônica e Xingu, Centro de Cultura Luís Freire, Centro Sabiá, Conectas Direitos Humanos, Movimento de Mulheres do Campo e Cidade da Região da Transamazônica e Xingu, Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), Movimento Xingu Vivo Para Sempre, Mutirão Pela Cidadania, Plataforma de Direitos Humanos (Dhesca Brasil), Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH), Terra de Direitos vêm a público manifestar a sua inconformidade em relação ao cancelamento da visita oficial da Relatora Especial da ONU sobre o direito à água e saneamento, Catarina de Albuquerque, agendada para acontecer entre 09 e 19 de julho. A visita, que havia sido acordada com o governo desde abril, teve que ser adiada por solicitação das autoridades brasileiras por “circunstâncias imprevistas”, de acordo com nota oficial emitida pelo escritório da Relatora Especial.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a visita “foi adiada – e não cancelada” já que, no momento, todos os esforços do Ministério das Cidades, responsável por organizar as reuniões da Relatora com as autoridades do setor de água e saneamento, deveriam estar voltados para atender às demandas por mobilidade urbana expressadas nos recentes protestos que seguem desde junho no país. No entanto, cabe esclarecer que até o momento nenhum reagendamento foi proposto ao escritório da Relatora.

O adiamento da missão da Relatoria Especial da ONU sobre o direito à água e saneamento ao Brasil, depois de aceite formal do pedido, a menos de um mês da sua realização, representa um grave retrocesso das relações internacionais do Estado com os órgãos de proteção aos direitos humanos, que pautaram o processo de consolidação da democracia no nosso país.

Em entrevista concedida à Agência de notícias portuguesa Lusa, a Relatora questionou tal postura do governo que levou ao cancelamento da visita em cima da hora: “As autoridades não poderiam perder tempo comigo [nesta altura], sendo certo que a missão era de doze dias e eu só iria passar um dia e meio com as autoridades e sendo certo que esse dia e meio não era só com uma autoridade, era com várias autoridades, muitas das quais, ou a maior parte das quais, ou a totalidade das quais não tem nada que ver com o plano de mobilidade”.

Seria a primeira vez que organizações que atuam na defesa do direito à cidade e pelo direito à água e saneamento no Brasil poderiam apresentar e discutir questões da realidade social brasileira nesses setores com a Relatoria Especial. Especialmente no que diz respeito ao saneamento básico, o Brasil teve poucos avanços e ainda negligencia o acesso a esse direito a mais de sete milhões de pessoas, apesar dos 77,1 bilhões de reais previstos dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para obras de saneamento no Brasil, segundo dados do Ministério das Cidades.

As organizações da sociedade civil também haviam previsto visitas às comunidades em regiões de maior vulnerabilidade nos Estados de São Paulo e Ceará. Seria uma grande oportunidade para mostrar problemas profundos que ainda afetam moradores vivendo de forma precária em zonas urbanas e rurais por falta de políticas públicas adequadas que garantam o acesso à água e saneamento.

Nas vésperas do comunicado sobre o cancelamento da visita, o Ministério da Saúde informou a morte de 37 pessoas no período entre maio e junho no Estado de Alagoas por suspeita de contaminação da água distribuída por carros-pipa do governo. A região do semiárido nordestino passa pela seca mais severa dos últimos 50 anos e, de acordo com a Relatora, apesar dos números de acesso a fontes de água serem “bastante altos”, “falta informação sobre a qualidade dessa água”.

Nesse sentido, as organizações da sociedade civil que aqui se expressam repudiam a decisão do governo em priorizar determinada agenda pública em detrimento das questões ligadas à água e saneamento, igualmente relevantes para a efetivação dos direitos sociais. Solicitam, assim, urgência na proposição de uma nova data para a visita a fim de que uma agenda positiva e propositiva no campo da água e saneamento possa ser discutida com respeito à transparência e liberdade de expressão.

Quer conhecer as ações do Instituto 5 Elementos em 2012?

O relatório traz também todos os resultados da comunicação, com indicadores que mostram um aumento em postagem e acesso ao site institucional, e matérias publicadas. Além disso, mostra também os prêmios recebidos e as participações do Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade em eventos como seminários, fóruns, feiras, encontros, debates e lançamentos.

Na área administrativa apresentamos os indicadores de receitas e despesas institucionais e de projetos, assim como as formações internas e os investimentos feitos com o objetivo de maximizar a atuação da instituição.

Por fim, é possível verificar também as nossas perspectivas para 2013.

Acesse o relatório institucional 2012.