Comunicação Ambiental das Redes Biomas no Brasil no 2º EICA

RedesBiomas-2oEICA

No último dia 29 de maio, quarta-feira, aconteceu a mesa “Redes-bioma: desafios à comunicação em rede pós Rio+20”,segundo Sonia Aguiar, doutora em Comunicação e professora da Universidade Federal de Sergipe, que coordena o LICA – Laboratório Interdisciplinar de Comunicação Ambiental, a articulação das redes existe, porém nem sempre seus sites estão atualizados.

Para apresentar este conjunto de articulações e funcionamento, Sonia trouxe ao 2º EICA (Encontro Interdisciplinar de Comunicação Ambiental) a Rede Cerrado, apresentada por Ilka Fagundes Correia, jornalista e assessora de comunicação, responsável por levar a Rede Cerrado à Rio+20. Já a Rede da Mata Atlântica, foi apresentada por Socorro Fernandes, integrante da Rede no Nordeste e atuante na Associação Paraibana de Natureza – APAN. Por fim, a ASA – Articulação Semiárido do Brasil, foi apresentada por Fernanda Cruz, jornalista da Universidade Católica de Pernambuco – UNICAP. b
es e cultura regionais agregadas às informações da rede. Segundo Ilka Correia, o grande desafio é comunicar “nosso negócio” a outras pessoas e mídias, e não somente aos “nossos pares”.Todas estas redes funcionam de forma independente do poder público, apesar de parte dos recursos virem do governo federal e estadual. No momento, a Rede da Mata Atlântica está sem nenhum recurso e seu site não é atualizado há mais de um ano, tendo um enorme acervo de informações. A Rede Cerrado mantém um escritório em Brasília, com duas assessoras de comunicação, que estimulam parceiros a encaminhar notícias sobre seus projetos. Já a ASA conseguiu introduzir em seu trabalho de campo o compromisso dos próprios técnicos e agricultores relatarem o que acontece nos projetos, trazendo valor

Segundo Mônica Borba, pedagoga, educadora ambiental e gestora institucional do Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade, que participou do 2º EICA, praticamente não há editais nem fundos públicos que apoiem ações na área de comunicação e muito menos para elaboração de materiais educativos. Isso demonstra que os tomadores de

decisão governamentais que definem o uso dos recursos públicos, não estão convencidos, nem sensibilizados para a importân
Ai fica a pergunta: Na Rio+20 será que falamos só para nossos pares?cia deste tipo de trabalho, que tem seu foco no processo e não nos resultados. Pois atuar em rede é valorizar ações coletivas e articuladas, para se ganhar espaço na mídia, e informar a população local das questões socioambientais existentes.




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